sábado, 1 de janeiro de 2011

Um de Um de Um Um

Enfim, o começo. Espocaram os fogos. Pessoas nas ruas. O céu escuro sumiu por alguns minutos. Acabou um ano e começou outro. Como acontece todo ano. Pra constar, fazia um ano que eu não via tanta gente de branco reunida. Estive notando, e parece que é uma constante todo 31 de dezembro isso acontecer.

Acho muito estranho passar o fim de ano e ver os foguetes em qualquer lugar que não tenha mar. Vai ver é costume de 23 anos assim. Pode ser. Aliás, na beira do mar sempre tem um imbecil qualquer soltando foguetes. Nesses momentos, tenho que confessar que torço pra dar alguma coisa errada.

Seria ideal deixar os fogos pra quem entende, pra quem organiza. A chance de acontecer alguma coisa errada é muito menor com eles. Com um amador não. Esses idiotas acham que sabem o que estão fazendo. Até podem saber, mas não confio. E é por isso que, quando passo por perto, carrego comigo um vontade de ver as coisas saírem do controle, prejudicando só o soltador de foguetes.

As pessoas em volta não, elas não merecem e, às vezes, são elas as prejudicadas por esses foguetes que tomam o céu. Ou a areia ou algum transeunte, quando algo dá errado. O momento dos fogos soltados por indivíduos à beira da praia me faz lembrar das touradas e da farra do boi. Torço pro foguete, assim como torço pro boi e pro touro.

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