segunda-feira, 30 de maio de 2011

Campeonato Brasileiro 2ª Rodada

No sábado, consegui ver todos os jogos. Controle remoto é útil, mesmo que não me permita ver os jogos com a atenção necessária. Domingo, fui à Curitiba e só vi o jogo do Grêmio. Pouco me importando com o fato de ter visto só 5 dos 10 jogos da rodada, aí vão minhas opiniões resumidas sobre todas as partidas da 2ª rodada do Brasileirão.

Botafogo 1 x 0 Santos
Jogo ruim, jogo feio. Time reserva do Santos. Botafogo completo fez o gol que garantiu a vitória no primeiro tempo, mas não garantiu uma melhora no futebol apresentado.

Internacional 0 x 1 Ceará
Inter completo continua sem padrão de jogo. Falcão não se encontrou e o time tá perdido. Bom pro Ceará, que venceu o jogo num escanteio. Gol de Iarley, ídolo do Inter.

Avaí 1 x 3 Atlético-MG
O Avaí não joga bem faz tempo. Bola aérea é um perigo. O Atlético-MG aproveitou e fez seus gols assim. Avaí não tem poder de reação e faz um péssimo início de campeonato. A lanterna diz tudo.

São Paulo 1 x 0 Figueirense
O time paulista é rápido, mas pouco objetivo. Figueirense jogou pra empatar, se defendendo bastante e atacando quando dava, sem fazer muita questão. Nos acréscimo, desatenção do Figueirense e Lucas decidiu o jogo, contando com a ajuda do goleiro Wilson.

Corinthians 2 x 1 Coritiba
Um gol no começo e outro no final, salvando o Corinthians do empate. Coritiba perdeu dois jogos. Final da Copa do Brasil atrapalha o time paranense. Esses pontos, com título ou não, vão fazer falta no final.

Bahia 3 x 3 Flamengo
O melhor jogo da rodada? Não sei, mas pelos seis gols parece. Se tivesse que escolher um jogo pra ter visto, escolheria esse. Bahia tem 1 ponto e precisa vencer, pelo menos, em casa. O rebaixamento é ameaça constante. Flamengo começa melhor do que eu esperava.

Atlético-PR 0 x 1 Grêmio
Sem Victor e a sorte, o Grêmio perderia o jogo. É fato. Foram 45 minutos finais muito tensos, levando pressão de um time muito ruim. Falando no Atlético-PR, o estádio é muito bom, falta apenas time e torcida. Paulo Baier é ídolo no Atlético-PR. Por aí dá pra se medir o nível do time. 0 pontos em 2 jogos. O Grêmio tem que pontuar, do jeito que for, até ter seus reforços e jogadores lesionados em condições de jogo.

Cruzeiro 1 x 1 Palmeiras
Achei que o Cruzeiro venceria. Não venceu e o Palmeiras já tem 4 pontos. Pode repetir o que fez no Campeonato Paulista, quando não jogava bem, mas pontuava. Terminou em 2º na parte dos pontos corridos.

Vasco 3 x 0 América-MG
O Vasco, diferentemente do Coritiba, venceu os dois jogos, mesmo com a final do Copa do Brasil. Segue na direção contrária do Coxa. Pontos fundamentais e desempenho acima do Vasco dos últimos anos. América-MG vai cair, tenho certeza.

Atlético-GO 0 x 1 Fluminense
O time de Goiás vai brigar contra o rebaixamento. Todo ponto é importante, mais ainda se for contra times que são candidatos a cair. Não sei o que o Fluminense vai fazer. Tem time pra ficar na parte de cima da tabela.

Na próxima rodada, pretendo fazer essas análises resumidas de novo. Vou tentar acompanhar todos os jogos, nem que veja só os gols, melhores momentos e algumas análises da partida. Deve funcionar. Terei a resposta semana que vem.

sábado, 28 de maio de 2011

Vamos todos à Curitiba

Sem muito a dizer, só comunicar o que é um fato inadiável. Amanhã, o Grêmio joga contra o Atlético-PR, em Curitiba. Adivinha pra onde eu vou amanhã? Se você pensou Curitiba, acertou. Se o Grêmio joga perto de Floripa, vou quando é possível. Neste domingo vai ser. Espero que a bateria do iPhone não acabe antes do jogo começar, o que tem sido comum. Quero fotos, vídeos e twittar antes, durante e depois da partida.

Pelo time que vai jogar, principalmente o ataque capena, considero que uma vitória é fato quase impossível. O que pode amenizar é o time do Atlético-PR, que também nem está bem. Um empate, talvez? Me serviria. Melhor esperar o desenrolar do jogo e ver o que acontece. Vou tentar aproveitar o que der, tudo que for possível, já que a parte do jogo parece que vai ser a mais sofrida. Veremos. Curitiba, lá vou eu. Vamos Tricolor!

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Vão e não voltem

Dentro de campo os resultados não tem sido muito favoráveis ao Grêmio. Fora de campo, várias lesões vem tornando impossível repetir a escalação, mesmo sendo um só jogo por semana. A semana poderia ser péssima, mas no meio dessas lesões todas apareceram contratações e dispensas. Sábado anunciaram o atacante Miralles, que se machucou jogando no Chile (o azar do Grêmio com as lesões não tem fim), e Gilberto Silva, aquele da seleção e do Atlético-MG, foi anunciado na segunda.

Contratações, a príncipio, boas. Espero que no campo apresentem resultado. Ainda há a perspectiva de novos reforços. Tomara que venha. Pena que o Grêmio esperou ser eliminado da Libertadores e perder o Gauchão pra ver que o grupo de jogadores era insuficiente. Muitos jogadores medianos no elenco. Desde quinta-feira, no entanto, o Grêmio se viu livre de dois desses jogadores que só atrapalharam o time. Gilson, o lateral-esquerdo mais detestado do Olímpico, foi emprestado para o América-MG.

No final da tarde de sexta-feira, outra boa notícia: Carlos Alberto foi pro Bahia. A felicidade da quinta-feira só aumentou. Torcidas do América-MG e Bahia é que não devem estar muito contentes. O que vem de encontro a essa felicidade são as lesões. Por causa delas, o ataque do Grêmio será formado, na melhor das hipóteses, por LINS e Viçosa. Se o Viçosa não se recuperar a tempo, vamos de LINS e ROBERSON. O ataque inexiste. Menos mal que Gilson e Carlos Alberto foram embora. Até nunca mais!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Copa do Brasil

A quarta-feira chega e traz junto consigo mais uma noite de futebol. Libertadores e Copa do Brasil, sendo a última no jogo decisivo da semifinal, que vai decidir os finalistas. Aí você olha as semifinais da Copa do Brasil e vê os times que nela estão: Avaí, Ceará, Coritiba e Vasco. Depois, percebe que um desses times, obrigatoriamente, vai estar na Libertadores de 2012. Ou seja, eliminação certa na primeira fase. Exceto pelo Vasco, nenhum dos outros três times tem tradição para ir longe na competição. Se não me engano, nunca nenhum deles jogou a Libertadores.

Pode-se argumentar que este ano times tradicionais brasileiro foram eliminados todos nas oitavas. Sim, é verdade, mas a chance disso acontecer todo ano é menor. Duvido que se repita nas próximas edições. Mesmo o Vasco, que tem tradição, tá capenga e não empolga ninguém. No entanto, querendo ou não, estes times tem seus méritos. Os grandes ficaram no caminho e transformaram essa edição da Copa do Brasil na mais fácil em muito tempo. Nenhum dos quatro times é melhor do que o outro. O nível é praticamente o mesmo. Ninguém se destaca.

Quem for campeão, será com justiça. Só não pode se empolgar e achar que é o melhor time do mundo. Não é. Só o mata-mata permite que times sem expressão ou que não tem grandes elencos cheguem às fases decisivas. Até por isso, a Copa do Brasil é legal. Todo mundo torceu por Ceará, Coritiba e Avaí se classificarem, menos, é claro, os torcedores de Flamengo, Palmeiras e São Paulo, respectivamente. Se não for o seu time envolvido, o que interessa é ver os pequenos ganhando dos grandes. Aconteceu bastante na Copa do Brasil 2011.

Alguém pode lamentar a falta de grandes clubes na semifinal e final, mas é sempre legal ver os times menores se superando e conseguindo a classificação, improvável antes da bola rolar. Tudo pode acontecer, mas meus palpites são de que Avaí e Coritiba farão a final da Copa do Brasil. E, na final, o Coritiba será campeão. Posso errar o palpite, mas uma coisa é certa: a Copa do Brasil terá um campeão inédito. Vasco e Ceará já disputaram a final e perderam. Avaí e Coritiba nem isso. Uma torcida vai comemorar. Palpites à parte, espero que os jogos finais sejam bons de assistir. Futebol é lindo. Aprecie sem moderação.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Classificados

O que tenho pra escrever vou deixar pra escrever amanhã. Hoje vai ficar assim, vazio. Pra não ficar tão sem nada, vou aproveitar a falta de texto pra informar que estou vendendo minha guitarra. É uma Guitarra Squier Strat by Fender California Series. Muito pouco uso. Muito pouco mesmo. Preço totalmente convidativo. Se contentem com essa única foto que tenho dela. O tal do TCC chama por mim. Vou dar atenção a ele, sem deixar de lado Paraná x Portuguesa, que tá passando na tv, pela Série B. Amanhã, quase com certeza, tem coisa melhor no blog.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Bem no meio do olho

As lentes de contato foram boas enquanto duraram. O prazo delas era de um ano. Usei por quase dois. Fazia um mês que não as usava mais. Não havia mais condição. Chegou no ponto em que a sujeira grudou nela, não saía mais. Quem sofria era o meu olho. Parecia que sempre tinha alguma coisa incomodando. De fato, tinha. Um oftalmologista se fazia imperativo. Precisava saber como andava a minha miopia e queria encomendar lentes novos.

Certos procedimentos do consultório, da clínica, me deixam agoniados, me incomodar. Por exemplo, aquela maquininha que assopra no teu olho. Coisa desagradável. Não bastasse fazer uma vez, repetem. Aí, no consultório, o oftalmologista coloca uma luz no meu olho, pede pra eu olhar pra baixo e ENFIA UM COTONETE NELE. Não gostei. Meu olho não gostou. Aliás, se nesse olho de cima um cotonete causa desconforto, imagina no olho que fica mais embaixo. Melhor nem imaginar.

Voltando ao olho de cima, que é o foco do texto. Depois de tentar ler as letras míudas sem sucesso, míope que sou, as lentes mágicas do consultório fizeram tudo ficar mais nítido. Foi constatado que continuo o mesmo míope de sempre. Cinco graus em cada olho e segue a vida. Com lentes de contato ou óculos, já que sem nenhum dos dois sou praticamente cego. A nova lente vai chegar nos próximos dias. Tudo voltará a ser como antes, com lentes durante o dia e óculos à noite, em casa.

domingo, 22 de maio de 2011

Rotina que incomoda

Vai chegar um dia, espero muito que sim, que vou chegar no blog e escrever sobre um grande título do Grêmio. Ou, quem sabe, sonhando alto, duas boas partidas consecutivas. Hoje foi mais um dia ruim. Derrota para o Corinthians, em casa, na estreia do Brasileiro. Não quero me alongar muito. Pra começar, o time titular do Grêmio não é ruim. O problema maior é o banco, ou falta dele. Quando jogadores estão mal, em um elenco mais qualificado, jogadores do banco podem melhorar essa situação. No Grêmio de hoje não. O time tá mal e quem entra pra mudar o jogo é o LINS. Lógico que não vai dar certo.

Podem culpar o Renato, mas a culpa não pode ser toda dele. Repetir o feito do ano passado é bem difícil, mas também não precisava começar tão mal o campeonato. O time não era dos melhores, mas, completo, obteve bons resultados ano passado. Este ano, alguns jogadores saíram, a reposição não foi à altura e a qualidade, que não era expecional, caiu. As lesões atrapalharam bastante. Muitas mudanças e falta de jogadores não deram nenhum padrão para a equipe. Agora estamos assim. Temos um time titular razoável, que não pode pensar em ter jogadores atuando mal.

Era um jogo pra terminar empatado em 0 a 0. Aí o Grêmio inventou de sair na frente do placar e, logicamente, levou a virada. Era óbvio. O Grêmio não sabe administrar a vantagem. Sente quando leva o gol. Reforços virão, estão chegando. A maioria entra só na janela de agosto. Mal sinal para o Tricolor. Uma antecipação da janela viria em boa hora. Enquanto isso, com esse time mesmo, o Grêmio precisa pontuar. Se for pra ganhar o jogo, que faça o gol aos 45 do segundo tempo, pra não dar tempo do adversário empatar e virar. Começo nada animador de Brasileirão, mas olhe a tabela pelo lado positivo: o Grêmio está fora da zona do rebaixamento e talvez acabe a rodada na honrosa 12ª posição.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Vem aí o Campeonato Brasileiro

Quem gosta de futebol sabe. Amanhã começa ou Campeonato Brasileiro. Hoje começou a série B. Vou focar na série A. Deixarei por aqui meus palpites do que pode acontecer no campeonato, de forma simples. Tem time demais em cada grupo. Muito candidato pra pouca vaga. Resta saber o desempenho deles no campeonato e qual grupo ocuparão. Cada grupo está em ordem alfabética, antes que alguém possa pensar em reclamar da posição em que o time se encontra.

Título
Cruzeiro
Internacional
Santos

Libertadores
Corinthians
Flamengo
Fluminense
Grêmio (se tudo der certo)
São Paulo

Sul-Americana
Atlético-MG
Atlético-PR
Botafogo
Ceará
Coritiba
Palmeiras
Vasco

Rebaixamento
América-MG
Atlético-GO
Avaí
Bahia
Figueirense

É mais ou menos por aí. Eventualmente, um time pode mudar de um grupo pro outro, subir ou descer. Acho pouco provável que um time pule 2 grupos. Pode acontecer, sempre tem um time que surpreende, seja positiva ou negativamente. A janela de transferências e as lesões podem causar mudanças também. No geral, pelo que eu vi este ano, a situação vai ser essa. No final do turno e no final do campeonato resgato este post pra ver se meus palpites foram razoáveis.

domingo, 15 de maio de 2011

O pior é que pode piorar

O pior é que isso tudo dá um desânimo. A vida continua, o que é bom, pois permite que novos fatos aconteçam. Espero que um desses fatos seja algum título pro Grêmio. Este ano ainda? Seria quase surreal, mas muito bom. A semana começa ruim e ainda tenho que fazer uma parte do TCC. Tô meio atrasado e preciso terminar o que falta e corrigir alguns trechos pra mostrar pra orientadora.

Tenho que fazer tudo até quarta-feira. Como? Ainda não sei. De acordo com meus planos, preciso treinar e fazer o TCC. Seria simples se não tivesse que trabalhar. O trabalho prejudica os outros dois. Se corro, fico cansado e o TCC não rende. Se não corro, fico fazendo o TCC e não rende igual. Esta semana precisa ser diferente. Treino, TCC e trabalho. Pelo menos os dois primeiros precisam funcionar.

A proximidade certa deu em nada

Olha isso: "o título está muito bem encaminhado. Não quer dizer que está garantido, mas só um desastre ou salto alto de grandes proporções pra tirar o bicampeonato do Grêmio. Tá quase lá, mas ainda não chegou". Eu escrevi essas palavras aqui, logo depois da primeira partida da final.

É certo que não foi salto alto, mas foi um desastre. E pode se dizer que foi de grandes proporções. O Grêmio chegou a estar vencendo no placar agregado por 4 a 2 e o Inter virou esse placar pra 5 a 4. O título não veio. O que ficou foi o meu post, mostrando que o Grêmio ficou no quase.

Comentários rápidos como uma tartaruga manca

Não tinha dúvidas de que o Grêmio seria campeão, mesmo sabendo que o futebol é um negócio totalmente imprevisível.

Depois do gol do Lúcio tive a certeza do título.

Quando o Inter fez o segundo gol não consegui mais ficar tranquilo.

O terceiro gol me deixou totalmente desesperançoso.

O erro de Renan e os pênaltis deram novo fôlego e aumentaram meu nervosismo.

Tem coisas que não mudam no futebol. O cara ruim, que erra sempre, é o herói dos pênaltis, tal como foi o Renan.

Victor foi muito bem nos pênaltis, mas Renan foi melhor. Continuo tendo medo quando ele joga GRE-nal. Parece que atrai falhas.

Não consigo não pensar, não falar, não escrever sobre futebol. É o que eu mais gosto, mesmo que o meu time não consiga ganhar nenhum título decente há 10 anos.

O sentimento nunca se termina, mas ele sobrevive mais pelo meu amor do que pelo que o Grêmio tem feito. Sigo torcendo. O Grêmio é tudo e isso não vai mudar.

O maior clássico do mundo é o GRE-nal. Quem discorda está errado. Lamento.

Futebol é lindo demais. Se você não gosta, azar o seu.

Nem tudo é como a gente quer

Só pra não dizer que não disse nada. O Grêmio jogou melhor o primeiro jogo da final. Jogou melhor também o segundo. Ganhou um por 3 a 2 e perdeu outro por 3 a 2. Teve diversas chances e não matou o jogo. Nos pênaltis, perdeu o título do estadual pro maior rival. Estadual só é bom quando você vence. Perder é ruim, mas o Grêmio conseguiu potencializar no maior grau a derrota. Fez 3 a 2 fora de casa, em casa fez 1 a 0, levou a virada de 3 a 1, achou o segundo gol e perdeu nos pênaltis. O título estadual mais ganho dos últimos anos foi perdido.

A culpa nem é tanto do Renato. O time era aquele mesmo. O que falta é mais opção pro banco. No Inter entraram Oscar e Zé Roberto. No Grêmio entraram Lins e Willian Magrão. Borges, quase dispensado, fez o gol que deu sobrevida ao Grêmio, evitando um fracasso maior. Perder nos pênaltis foi menos pior do que perder na partida, mas foi muito mais angustiante. A pior forma de se perder uma final é essa: com a vantagem, contra o seu rival, em casa e nos pênaltis. O time titular do Grêmio é razoável. Faltam peças de reposição. E saber aproveitar melhor um resultado que lhe é favorável.

Os primeiros 25 minutos do Grêmio foram expecionais. Quem viu só essa parte do jogo vai se assustar com o resultado final. Não havia sinal algum que o Tricolor perderia o título. Levar a virada era impensável. Depois do começo excelente, o time caiu e levou um, dois, três gols. O rebaixamento assusta. Talvez esteja sendo muito pessimista, mas o Grêmio não me dá esperança. Conseguiu se complicar em todas as situações este ano. Mais jogadores de qualidade são necessários para melhorar o time. Quero algo no Brasileirão, além de não cair. Grêmio, eu faço a minha parte, faz a tua! Vamos Tricolor!

sábado, 14 de maio de 2011

Show

Haverá um show do Jack Johnson em Florianópolis dia 3 de junho, uma sexta-feira. Comprei o ingresso na semana que começaram as vendas, lá em abril, antes do feriado de Tiradentes. Meia-entrada, logicamente. E mesmo a meia-entrada não estava com um preço muito convidativo. Comprei por 80 reais. O preço original era 70, mas cheguei e já estava no segundo lote. Ou seja, muita gente não tem nada pra fazer durante a tarde.

Sim, porque a meia-entrada só estava sendo vendida no local do show e em horário comercial. Dei um jeito de sair mais cedo do trabalho pra comprar pela metade do preço. Cheguei lá e tinha fila, além de já estar no segundo lote. Ou o pessoal é muito desocupado, sem emprego, sem aula, ou eles deram um jeito, assim como eu fiz, de ir no local do show. Quase não tive os 80 reais. Sorte que tinha dinheiro de uma corrida e pude completar.

O bom de comprar em abril o ingresso de um show que vai acontecer em junho é que, às vezes, esqueço que vai ter o show. Esqueço até que o ingresso tá na gaveta. Mais de 30 dias entre a compra do ingresso e a realização do show. Pelo menos eu sei que tenho compromisso na noite de sexta-feira. Show do Jack Johnson é um baita motivo pra sair de casa.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

De graça até...

Eventos gratuitos são, na maioria dos casos, irrecusáveis. Não pagar nada é um convite muito tentador. Se o evento for um jogo de futebol, ao vivo, no estádio, dizer não é algo impensável. Não importa o jogo ou a competição. Se é futebol, tem que ir. Quem não vai ou declina o convite, lamento dizer, está totalmente errado. No meu caso, aceitei o convite. Jogo de futebol de graça não é todo dia. Lá vou eu. Jogo do dia: Avaí x São Paulo pela Copa do Brasil. Na torcida do São Paulo. Tem coisas que a gente só faz em família mesmo. Por causa da minha tia e do meu primo que torcem pro São Paulo, vamos na torcida visitante na Ressacada.

Nunca pensei que iria num jogo desses na torcida visitante, sendo que a torcida visitante não é a do Grêmio. Já fui em jogos do Avaí e Figueirense na torcida local, sempre sobra ingresso, é bem tranquilo. Torcida visitante de outro time que não seja o Grêmio é a primeira vez. Vou torcer, no máximo, pro jogo ter pênaltis. Do time dos outros é sempre bom. Verei o jogo tranquilamente, enquanto o resto da torcida grita, torce, comemora ou xinga. Vai ser bem interessante. O resultado do jogo é o que menos me importa. Vale é se divertir. De graça, vou em quase qualquer lugar, principalmente jogo de futebol no estádio. Convite irrecusável, vocês sabem, não se recusa.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Falta pouco para o título

Domingo passado, faz pouco tempo, teve mais um clássico GRE-nal. Ainda vai ter mais um domingo que vem. Depois de perder um título e ser eliminado da Libertadores, o mais certo e racional seria largar de torcer e fazer outra coisa na tarde de domingo. Mas não. Torcedor não abandona o time. Com tudo dando errado, ele nutre esperança de que naquele dia vai mudar, mesmo que a chance seja mínima. No caso do Grêmio foi mais ou menos isso. Só não foi totalmente porque o time não tava tão ruim. Teve problemas de jogadores lesionados e algumas decisões equivocadas do Renato. Nada que não pudesse ser corrigido. Uma hora tinha ser, infelizmente foi depois da eliminação na Libertadores.

O Grêmio mudou. A escalação inicial era o que se esperava a algum tempo. Exceto pelo Gilson. Nunca vou entender ele de titular. Ele é ruim demais. Além disso, tem azar. Acho até que a ruindade dele atrai o azar. Só pode ser isso. Nada mais explica o segundo gol do Inter, que desviou nele antes de entrar, quando o Inter estava totalmente perdido no jogo. Tirando o Gilson, que nunca é retirado, a escalação do Grêmio trazia Escudero no meio e Leandro e Viçosa no ataque, com Borges no banco. A atual fase do Borges não justificaria sua presença no time titular. Fernando foi o outro volante do meio, mas teve um atuação um tanto quanto ruim. Se havia passe errado, em 90% dos casos era o Fernando. Com sequência de jogos, talvez ele melhora. Não pode mudar tanto o futebol dele da seleção sub-20 pro time do Grêmio.

Apesar de eu ter feito mais críticas que elogios até agora, o Grêmio jogou bem. Minhas críticas são as mesmas de sempre, basicamente. O Grêmio iniciou bem a partida e levou gol. Quando tava pior, empatou com Viçosa. Depois do empate dominou o jogo. Voltou do segundo tempo e, com menos de um minuto de segundo tempo, virou o jogo. Passe de Viçosa e gol de Leandro. Depois da virada, o Inter ficou perdido. Nada dava certo e o Grêmio não matava o jogo com o terceiro gol. A merda estava anunciada. Dito e feito. Numa bola aérea, Damião empatou. O empate era vitória pro Inter e derrota pro Grêmio. A esperança que surgiu pro Inter foi ceifada 5 minutos depois. Mais um gol de Viçosa, aproveitando a linha burra do time vermelho.

Foi uma partida em que o Grêmio foi melhor. É fato, não há dúvidas. Principalmente no segundo tempo. A primeira etapa ainda apresentou alguns bons momentos do Inter, que não aproveitou. Deficiência nas finalizações não é de hoje, nem de ontem. Faz tempo. O gol logo no começo do segundo tempo desestabilizou o Inter e o Grêmio não fez mais por incompetência. Ainda assim, saiu vencedor e leva uma grande vantagem para a partida de volta, final, no Olímpico. O título está muito bem encaminhado. Não quer dizer que está garantido, mas só um desastre ou salto alto de grandes proporções pra tirar o bicampeonato do Grêmio. Tá quase lá, mas ainda não chegou. Domingo que vem espero que o título se confirme. Se possível, com outra grande atuação do homem GRE-nal, VIÇOSA, e suas coberturas.

domingo, 8 de maio de 2011

Repelente

Sítio e eu não combinamos. A distância é o que melhor pode acontecer. Sítio, campo, mato e quaisquer outras coisas do gênero não me agradam. Hoje, contrariando minha vontade mais uma vez, fui ao dito sítio. Já começa ruim porque a estrada era de chão. Muito antes de chegar na estrada de chão, já não havia sinal de telefone. Internet nem pensar. Nem EDGE tinha. 3G era um sonho distante. Ficar longe do mundo, ouvindo Regional FM, é triste.

Bom, era dia das mães, a família estava quase toda reunida. Era impossível não ir. Em casos excepcionais posso achar ruim, mas não dá pra reclamar muito. Chegando lá, não vou negar que a paisagem era bonita, inclusive o pequeno riacho que passava ao lado. Realmente muito bonito. Parte ruim: muito mosquito. E aí ficou ruim. Pros mosquitos me evitarem tive que me encher de repelente. Nas pernas e nos braços. Fazia tempo que não usava repelente.

Hoje me lembrei porque o nome é repelente. O cheiro é insuportável. Nenhum mosquito aguenta. Nem eu me aguento. Repele mesmo. Qualquer tipo de ser vivo. Talvez até os mortos. O cheiro perdura. Cheguei em casa à noite e, mesmo depois de 8 horas da aplicação do mesmo, o cheiro se fazia presente. Bem desagradável. Tomei banho e parece que ainda sinto cheiro, embora um pouco menos. Pode ser paranóia. Sei lá. A saída é evitar o sítio e, consequentemente, o repelente.

Dia das mães

Feliz dia das mães pra quem é mãe. Se você ainda não é, não tem parabéns. Mãe é a melhor coisa que já inventaram. Feliz quem tem a sua por perto e por bastante tempo. A única coisa que não se pode fazer com a mãe é levá-la ao restaurante neste dia. Não pode. Só faz isso que não gosta da mãe. Filas intermináveis pra almoçar. Não me serve. Vamos no fim de semana anterior ou posterior. No dia, JAMAIS! Minha mãe não merece isso. Nada mais tenho a acrescentar. Parabéns pra todas as mães.

sábado, 7 de maio de 2011

1 real

Dia desses, sempre é num dia desses, fui tirar cópias, reprografias, e não Xerox, que é uma marca. Deu um certo valor exorbitante, que prefiro não citar aqui a fim de me preservar, já que revelar esses valores poderia comprometer minha segurança. Acho que escrever tudo isso meio que me compromete, mas todos sabem que é mentira. Sim, é verdade que é mentira. Valor exorbitante só das minhas dívidas, o que é uma pena.

Continuando, paguei as cópias e, na hora do troco, o funcionário me deu 1 real a mais. E não percebeu. Eu percebi. O que fiz? Logicamente devolvi o 1 real. Não sei se o funcionário ficou feliz ou surpreso, mas a reação dele foi legal. Penso assim: não é meu, não posso pegar. Faz sentido, não faz? Talvez se o valor fosse muito maior pudesse ser diferente. Vai saber. Errar o troco em 1 milhão seria o grande deste.

Falando de 1 real, nesse mesmo dia passei na padaria. Comprei um Kinder Ovo. Posso dizer também que me assaltaram. 3,25 por um Kinder Ovo é absurdo total. Só fiz isso pra me livrar das moedas, que estavam pesando na carteira. Só pra dizer: no meu tempo de criança, e ainda não faz tanto tempo assim, o Kinder Ovo era 1 real. Tudo acaba em 1 real, às vezes pro bem, outras pro mal.

Jesus marido de aluguel

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Poxa, que Coxa

Vejo os jogos de futebol possíveis. Se tenho tempo, estou na frente da tv. Já sabia das façanhas do Coritiba, do título paranaense invicto e da campanha expecional. Não vi nenhum jogo deles, mas lia na internet o que acontecia. Era algo de se admirar. Até meio inacreditável. Ficava pensando que no Campeonato Paranaense os times não estavam à altura e que não dava pra encher muito a bola do Coritiba.

Aí o tempo foi passando e o Coritiba foi empilhando vitórias atrás de vitórias. 21, 22, 23 e, ontem, 24 vitórias. Nem um empate sequer. Só vitórias. Um time que vence 24 partidas consecutivas tem que ser respeitado. Mesmo nesses estaduais de baixo nível, nenhum time dito grande ou com tradição consegue tantas vitórias. Chegar a 5 vitórias é muito, 10 é quase impossível. Logo, o feito do Coritiba é digno de registro. O time joga bem e não perde.

Ontem era o maior teste, ainda não definitivo, mas um grande teste. O Palmeiras, de Felipão, pela Copa do Brasil, aparentava ser o mais difícil dos adversários do ano. Em 25 minutos o Coritiba destruiu essa expecativa. Terminou o primeiro tempo vencendo por 3 a 0. Acabou a partida com grandiosos 6 a 0. Humilhou o Palmeiras. Podia ser muito mais. O Coritiba jogou talvez a sua melhor partida na temporada. Ou, pelo menos, a melhor que passou pra todo o Brasil.

Desde o final do jogo, não é um bom momento pra ser palmeirense. O time foi totalmente envolvido pelo Coritiba. O quinto e sexto gol foram vergonhosos. Defesa do Palmeiras deixou o jogador sozinho pra marcar. Não sei onde o Coritiba vai chegar, nem acho que vai muito longe no Brasileiro, mas essa sequência pode render bons frutos na Copa do Brasil e ainda servir pra impulsionar um bom começo no Brasileiro, se livrando de qualquer risco de repetir 2009. Por enquanto, ninguém consegue segurar, nem vencer, o Coritiba.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

O improvável é improvável

Me obriguei a vir aqui escrever sobre a já esperada eliminação do Grêmio na Libertadores. O sofrível jogo no Olímpico foi o sinal de que ia ser muito difícil, quase impossível. Eu acreditava. E fiquei acreditando até o Universidad Católica abrir o placar perto dos 40 minutos. Sabia que a situação era das piores possíveis. Time desorganizado, desfalques, jogando fora de casa. Nenhum sinal de que daria certo.

Por que, então, acreditar? Torcedor tem disso. Ele sempre acha que pode dar, mesmo quando sabe que não vai acontecer. Ontem foi um dia assim. Não queria lógica. O jogo começou e a realidade foi aparecendo. Desfalques demais e uma atuação não mais do que razoável não foram suficientes. Aliás, o Grêmio até nem foi tão mal fora de casa. O que atrapalhou foi o jogo em Porto Alegre.

Os sinais apareceram e o Grêmio não teve como mudar. Quando podia, não mudou. No Chile, nada podia ser mudado. Não completou nem o banco de reservas. Faltaram opções, fruto do mal planejamento do começo da temporada. No mata-mata até podia ser diferente, mas as várias lesões trataram de dizimar qualquer esperança que houvesse no mata-mata.

Como em 2009, 2011 não se configura como uma Libertadores difícil. O Grêmio que se complicou de novo. Tropeça em si e, principalmente, nos adversários. Sabidamente, ganhar a Libertadores não é fácil. Ter um grupo com várias opções, e de qualidade, pode ajudar nesse objetivo. Ajuda, mas não decide, como o dia de ontem mostrou. Cruzeiro, Inter e Fluminense tem bons jogadores, mais opções que o Grêmio, e todos caíram nas oitavas. A imagem do post, do globoesporte.com, resume a situação.

Podia falar dos vexames dos outros times, mas já falaram bastante em outros sites. Inclusive, o Impedimento avisou que o Once Caldas eliminaria o Cruzeiro. E assim aconteceu. Vexame do time mineiro, do Inter, que tornou a noite menos pior, e Fluminense. O lado positivo de todas essas eliminações é que o Grêmio era o único que já estava fora desde a semana passada. Passou vergonha uma semana antes.

Sobrou para o Grêmio o Campeonato Gaúcho, único título possível no primeiro semestre de 2011. Vai ser o GRE-nal do medo nos dois próximos domingos. Ambos os times vem de eliminações um tanto quanto vergonhosas na Libertadores. O pavor é tanto que apostaria em dois empates em 0 a 0, com os times tendo dificuldades para converter os pênaltis. O GRE-nal do século na Libertadores virou o GRE-nal do desânimo no Gauchão. Talvez o título estadual sirva só pra dizer que o rival não venceu.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Os pênaltis

O melhor momento de uma partida de futebol é a disputa de pênaltis, que são sempre bem-vindos, desde que, é claro, o seu time não esteja envolvido. No GRE-nal de ontem não foi bem o que aconteceu. Ver os pênaltis do seu time é muito angustiante. O alívo só vem no momento de uma possível vitória. Nem sempre é possível. Ontem, foi assim. Pior do que perder nos pênaltis, é perder pro seu rival nos pênaltis, e ainda sendo uma final que decide o turno. Pra ser pior do que tudo isso, só se fosse a final de fato.

O momento que antecede o início das cobranças é de tensão e esperança. No caso específico do GRE-nal, Borges conseguiu chutar pra bem longe a esperança gremista. Depois que o jogador do teu time erra o primeiro pênalti não dá pra acreditar que a vitória virá. Resta torcer pro adversário errar. Ele não erra. Um gol de desvantagem é ruim. Pode ficar pior, sempre pode ficar pior. Fernando chutou e Renan defendeu. Sentimento de que acabou. O segundo pênalti convertido pelo adversário confirma que a derrota está próxima. Só um milagre pra salvar.

Perder faz parte. Tem dias que aparece um Borges e acaba com qualquer chance. O que me incomoda é o cara do teu lado falar que esse vai errar, não boto fé nesse outro, aquele é canhoto, vai errar. Porra! Não acredito em energia negativa e nem nessas outras coisas, mas irrita bastante. Aí o jogador vai e erra. Pra que, né? O indivíduo fica dizendo que avisou antes. Até sou adepto, às vezes, do esperar pelo pior, torcendo pelo melhor, mas tem limite. Esses comentários não ajudam muito a aliviar a tensão dos pênaltis. Resumindo e acabando, pênalti no dos outros é refresco.

domingo, 1 de maio de 2011

Eu achei que ia dar

Hoje, domingo, teve GRE-nal, o maior clássico do mundo. Quem discorda está errado. Decisão da Taça Farroupilha. Grêmio ganhando, Grêmio campeão gaúcho. Inter ganhando, mais dois GRE-nais. Aconteceu a segunda hipótese, da pior maneira possível para um torcedor, e teremos mais dois clássicos. Final de GRE-nal decidida nos pênaltis é o maior teste que pode haver para a minha já debilitada saúde.

Sobre o jogo. O Grêmio entrou pra não perder. Não consigo entender um treinador começar a partida com três zagueiros e três volantes. Quem faz isso não pode querer vencer ou jogar bem. Pode até dar certo, mas acontece uma vez na vida, é bem raro. Renato fez isso e o Grêmio não jogou nada, nada. O Inter dominou a partida e conseguiu abrir o placar no primeiro tempo. Podem falar o que quiser, mas achei falta no zagueiro do Grêmio. A vitória do Inter era merecida, mas podia ser com um gol legal.

Sorte do Renato que Willian Magrão se machucou e ele consertou um pouco da cagada do início do jogo. Leandro entrou com 30 minutos de atraso. Ele não pode ficar no banco. A lesão do Magrão tratou de corrigir isso. Pra piorar um pouco mais, Gabriel saiu machucado. Gilson conseguiu errar tudo na lateral esquerda, como sempre. Isso nem deveria mais ser destaque. Não sei por que ele continua jogando.

Alterações feitas, segundo tempo começou e nada do Grêmio melhorar. Um pouco mais de sorte pro Grêmio: Guiñazu, enlouquecido em todas as partidas, conseguiu ser expulso em um jogo totalmente controlado. Com um a mais, não teve como o Grêmio continuar sendo dominado. A pressão aumentou, assim como o número de atacantes. Na base da pressão, chutão pra frente, escanteios e bolas paradas, o Grêmio achou seu gol aos 41 do segundo tempo com Júnior Viçosa, de luvas.

Êxtase e alguma esperança de fazer o segundo gol e definir o Gauchão sem pênaltis. Não deu e nos pênaltis foi um desastre. Borges chutou a bola lá na puta que pariu. Inadmissível uma cobrança como a dele. Renan ainda defendeu o chute de Fernando, o segundo da série, e só um milagre ou Victor salvaria. Dessa vez o Grêmio tinha Marcelo Grohe no gol. Lógico que não ia dar certo. A felicidade de empatar aos 41 do segundo tempo é inversamente proporcional a de perder nos pênaltis logo em seguida.

O Grêmio poderia ter sido campeão. Foi incompetente na disputa de pênaltis. Mesmo assim, a atuação foi pavorosa. Fico preocupado com o jogo do chile. Jogando contra 11 o time teve muitas dificuldades. Contra 10 não foi muito fácil, mas só atacando, sem precisar defender, o gol saiu. O Grêmio precisa de 2 gols no Chile. O histórico de partidas tricolor não anima. Acho difícil, mas acredito. Prefiro sem três zagueiros. Três volantes, dependendo da situação, até são toleráveis. Sem Borges parece que o ataque vai melhorar. Quarta-feira é o jogo mais importante do ano. Vamos Tricolor!