domingo, 8 de maio de 2011

Repelente

Sítio e eu não combinamos. A distância é o que melhor pode acontecer. Sítio, campo, mato e quaisquer outras coisas do gênero não me agradam. Hoje, contrariando minha vontade mais uma vez, fui ao dito sítio. Já começa ruim porque a estrada era de chão. Muito antes de chegar na estrada de chão, já não havia sinal de telefone. Internet nem pensar. Nem EDGE tinha. 3G era um sonho distante. Ficar longe do mundo, ouvindo Regional FM, é triste.

Bom, era dia das mães, a família estava quase toda reunida. Era impossível não ir. Em casos excepcionais posso achar ruim, mas não dá pra reclamar muito. Chegando lá, não vou negar que a paisagem era bonita, inclusive o pequeno riacho que passava ao lado. Realmente muito bonito. Parte ruim: muito mosquito. E aí ficou ruim. Pros mosquitos me evitarem tive que me encher de repelente. Nas pernas e nos braços. Fazia tempo que não usava repelente.

Hoje me lembrei porque o nome é repelente. O cheiro é insuportável. Nenhum mosquito aguenta. Nem eu me aguento. Repele mesmo. Qualquer tipo de ser vivo. Talvez até os mortos. O cheiro perdura. Cheguei em casa à noite e, mesmo depois de 8 horas da aplicação do mesmo, o cheiro se fazia presente. Bem desagradável. Tomei banho e parece que ainda sinto cheiro, embora um pouco menos. Pode ser paranóia. Sei lá. A saída é evitar o sítio e, consequentemente, o repelente.

Nenhum comentário:

Postar um comentário