terça-feira, 31 de agosto de 2010

Mais pra B

Dia do blog. Vou postar alguma coisa só pra dizer que postei. Vou me ater ao fato irrelevante que veio na minha mente instantes atrás: porque o pessoal não dá atenção pra série B do Campeonato Brasileiro? Tem vários jogos interessantes pra se ver. Vai ver que só as pessoas que gostam mais de futebol olham a série B com cuidado. Eu sou umas dessas pessoas. Se tem jogo na tv, provavelmente tem eu lá na frente do sofá.

Um dia ainda vou ter vontade de escrever sobre a série B de forma mais completa. Por enquanto, só pra dizer que alguns jogos tem lá seus bons momentos. O único problema é que a maioria dos jogos no PFC tem comentaristas totalmente desconhecidos. Isso até não seria tão ruim se eles não fossem tão ruins. Não faço ideia como alguns conseguiram trabalho. Deve ter falta de pessoal. Só isso explica. Tanta ruindade às vezes se torna engraçada.

É possível se divertir vendo os jogos se a partida for boa ou com os comentaristas e narradores. Os narradores, aliás, sofrem da síndrome da falta de emoção. Narram com uma má vontade. Talvez estejam de boa vontade mas não conseguem demonstrar isso pra quem tá vendo o jogo. Enfim, ver a série B pode ser divertido, engraçado e talicoisa. De repente você até tem sorte de ver um bom jogo. Não são muitos, mas eles existem.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Só com late

Invariavelmente, tendo chocolate em casa, uma barra de chocolate, não consigo ficar sem comer. Aliás, como ela toda, em questão de horas. Muito poucas horas. Me conhecendo como conheço, estou evitando chocolate. Sei que não consigo comer só um quadradinho. Desde ontem estou me testando. Compraram chocolate. Tá lá na geladeira e ainda não peguei um pedaço sequer.

Pra ver como funciona: a barra foi aberta e tá quase toda ela na geladeira. Isso porque não comi nada. E toda vez que abro a geladeira é uma tentação. Por enquanto estou conseguindo, e acho que vou conseguir. É difícil, mas é perfeitamente possível não pegar um, uns, alguns pedaços de chocolate. Acho que vou obter sucesso. Chocolate é bom demais, mas eu exagero demais também. A batalha contra a vontade de comer chocolate continua. Talvez eu pegue quando só tiver um mísero pedacinho na geladeira. Talvez. Talvez.

domingo, 29 de agosto de 2010

Feliz

A vontade de não fazer nada é grande. No entanto, tenho que aproveitar a oportunidade de comentar o que aconteceu ontem. Viciado que sou no twitter, li no mesmo que esse último sábado, 28/08/2010, era o McDia Feliz, aquele dia em que comprar Big Mac no McDonald's ajuda crianças com câncer. Lembrando disso, decidi que ontem era uma boa oportunidade de comer um lanche. Não estava mais nos meus planos comer fast-food do McDonald's ou Bob's, mas abri essa exceção por uma boa causa.

Me sinto, um pouco, bem por saber que ajudei as tais crianças e um pouco mal, mas não muito, por comer dois Big Macs. Isso faz mal, e como, mas eu como. Menos mal que no mesmo dia havia corrida 6 km num ritmo forte. Não sei se correr permite comer, mas certamente não é tão ruim quanto só comer, sem fazer exercício nenhum. Decisão tomada, hora de tomar o carro e se dirigir ao McDonald's mais perto de casa. E assim foi feito.

Primeiro, deixei o carro no estacionamento, pra entrar na loja e comprar. Descobri, porém, que várias pessoas tiveram a mesma ideia que eu. A loja estava cheia demais.  Quando vi a fila que havia, desisti no mesmo momento. Voltei pro carro e decidi comprar o Big Mac pelo drive-thru. Afinal, melhor ficar sentado e ouvindo música do que ficar em pé, esperando um tempão. Esperei 30 minutos na fila, dentro do carro. Ficar esse tempo em pé, com certeza, seria bem pior, mesmo que na rádio estivesse tocando Justin Bieber.

Como mencionado, fiquei meia hora na fila do drive-thru. Normalmente há somente uma via pros carros. Ontem havia duas. Mais pra frente tudo se afunilava e só um carro por vez podia passar. Esperei minha vez e constatei: McDia Feliz não é muito feliz pra quem fica esperando na fila. O pior é que o tempo que demora é mais na fila. Depois que consegui passar da parte do afunilamento, pedi o lanche, paguei e peguei, tudo em pouco mais de um minuto.

Minha boa ação do dia foi feita e agora posso voltar à minha programação normal, de evitar lanches. Não é difícil, eu estava conseguindo sem problemas. Demorou mais do que deveria, mas não posso reclamar da rapidez no atendimento. Pedir, pagar e levar, realmente, foi muito rápido. Quase não deu tempo de dizer boa noite e obrigado aos atendentes. No final de tudo, demorei mais tempo pra escrever este post do que na fila do McDonald's. Não que seja relevante, mas ainda preciso aprender como terminar meus textos. Enquanto não consigo, vai ficar assim mesmo.

domingo, 22 de agosto de 2010

Domingo dormindo

Dizem, eu leio por aí, já ouvi também, que passamos 1/3 da vida dormindo. Não sei se é verdade, mas é o que mais predomina. Tomando isso como verdade, ou como sendo o que acontece na maioria dos casos, um tempo bastante considerável é usado dessa forma. Não digo que seja tempo perdido nem desperdício, afinal dormir é bom. Tem vezes que nada mais importa, só dormir.

Obviamente não se pode só dormir e dormir. E hoje quero dizer que meu domingo foi extremamente improdutivo. Demais da conta, por sinal. Não fiz praticamente nada, nada, nada. Pra ter ideia, acordei meio-dia. Considerando que o dia tem 24 horas, metade do domingo foi usada pra dormir. Ainda tinha mais a outra metade. Almoço almoçado, fui ver um filme no notebook. Quase dormi.

Depois do filme realmente dormi. Mais quase três horas dormindo. Se somar todo o tempo do domingo e se eu dormir um pouco antes da meia-noite teremos esse resultado: quase 2/3 do domingo dormindo. O normal é perder 1/3, mas nesse domingo consegui ficar 2/3 do meu tempo dormindo. Nem eu gostei muito disso, de saber que passei tanto tempo dormindo. Pelo menos esse fato, talvez interessante e curioso (ou não), me deu assunto pra escrever.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Acaba

Tem dias em que os dias são muito compridos, demoram pra passar. Às vezes não demoram pra passar, mas como você tem coisas pra fazer até às 21:30, ele demora pra chegar ao fim. Pensa nisso. Acordei 6:30 pra ir pra faculdade. Menos mal que hoje tinha carona. De qualquer forma, tive que voltar de ônibus, e aí já é pelo menos uma hora perdida dentro do ônibus.

A parte boa é ter um tempinho pra dormir até a hora do almoço. Depois tem que ir trabalhar, tentar fazer tudo dentro do prazo porque dentro de 4 horas tenho que ir pra aula que tenho à noite. Quem mandou reprovar na matéria? Só deu pra fazer à noite. Então eu faço. Quase duas horas de aula e tudo que eu queria era voltar pra casa. Mas não... ainda tinha aula de inglês.

Enfim, até que não passou devagar, mas tanto eventos me deixam realmente cansado. Pra acabar o dia, comprei dois hambúrgueres do Bob's. Só 8 reais, 4 reais cada, promoção interessante. Dias longos cansam. Quero muito dormir. É o que vou fazer. Hoje de manhã pensei num assunto pra escrever, mas esqueci qual era. Pra não deixar o blog sem post, fiz esse sobre um pouco do meu dia. É inútil e irrelevante mas é o que tinha pro momento.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Votos

Pois bem, então, voltamos. Amanhã, conhecido como terça-feira, começa, finalmente e infelizmente, o horário eleitoral gratuito. Vão ser semanas e meses um tanto quanto torturantes. Mas mesmo pra isso existe uma simples solução: desliga a tv. Como quase não ligo mais ela, não vou me incomodar tanto.

Esse horário na tv é perda de tempo. Vai ter alguém que vai dizer que gosta e que ajuda na escolha do voto. Pra mim não serve. Já tenho ideia em quem vou votar pra presidente e governador. Os outros cargos eu realmente não tenho ideia nenhuma. A única certeza que tenho é que não é um candidato falando 5 segundos que vai me convencer a votar nele.

Votar pra deputado e vereador é sempre muito complicado. Não se sabe nada deles, na tv passam poucos segundos, que não dizem nada, e nas placar e outdoors nas ruas não dá pra ter noção de nada também. Ou seja, nada, nada e mais nada. Como votar? Fica difícil. Ainda mais quando os candidatos parecem ser sempre os mesmos, seja pra deputado, seja pra vereador.

Passa a impressão que eles estão tentando em todas as vagas disponíveis. Qualquer cargo serve. Tanto faz. Eles tentam e tentam. Uma hora conseguem e aí são quatro anos de muito trabalho. Ou não. Ou não. Não tenho uma imagem boa de políticos.

Se eles fazem alguma coisa, isso não aparece. Não vejo, pelo menos. Pode ser que eu não procure direito. Talvez, talvez. Enquanto isso, vou desligar a tv ou colocar nos canais fechados, onde estou livre da propaganda política, essa praga que acontece de dois em dois anos.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Impressionante

Hola que tal?
Não que eu ache que tenha tanto mofo aqui no blog quanto a camisa do Avaí que estava dentro do armário, mas porém, contudo, entretanto, todavia, estava eu ha algum tempo sem postar.

Primeiramente, gostaria de convidar as pessoas que moram na região do Vale do Itajaí para ir assistir Arcênica que toca no Big Pub (Mais informações ali no myspace ou twitter @arcenica).

Segundamente, alguém tem uma carretinha de reboque pra me emprestar?

Terceiramente, recebi do Robson hoje, fotos impressinantes do frio em São Joaquim, Gramado e Canela. É impressionante!
Fiquem com as imagens,  t+v

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Revigorante

Desisti faz tempo de tentar fazer um título interessante pro post. Geralmente boto a primeira coisa que me vem na cabeça. Esse de hoje até tem a ver com alguma coisa que vou escrever. Voltar às aulas, usando o bom(?) e velho (aí sim) ônibus, é revigorante. Só demoro 1 hora pra me deslocar da universidade até a minha casa. De carro, com fila, muita fila, consigo demorar 40 minutos. Com a fila normal, dá meia hora.

Sei lá, ônibus é mais devagar e para mais em tudo que é lugar, mas se só isso fosse a parte ruim de andar dentro de um deles não ia ser ruim. O problema é que os ônibus sempre parecem demorar. Atrasados não diria. Eles saem no horário, mas os horários não são muitos. Pode ser só minha sorte, mas os ônibus quebram muito comigo. Pode ser também falta de manutenção? Pode, mas isso não tenho como afirmar. Prefiro acreditar que tenho é azar mesmo.

Hoje o assunto é só o ônibus. Um ônibus é grande. Ocupa bastante espaço. Só pra acabar, me chamou a atenção uma notícia. Muito mesmo. Um russo morreu na final do campeonato mundial de sauna. Essa é das mortes mais ridículas que já vi desde o padre que não sabia usar o GPS. Depois dessa morte absurda, em um campeonato sem noção, anunciaram o fim da competição. Repara na foto que o cara que morreu era bem magrinho. Nem sei se tem a ver, já que em uma temperatura de 110 graus é difícil não passar mal. Quem sabe, de vez em quando, morrer também.

domingo, 8 de agosto de 2010

Cada manhã

Chegamos de volta. Abandonei de vez, por enquanto, o WordPress. Anúncios do Google só funcionam aqui. Então é por aqui que vamos ficar. E, analisando bem, o blog no Blogger sempre teve mais acesso do que no WordPress. Não sei exatamente o motivo, mas aqui a movimentação foi sempre maior.

Tomara que continue assim. As atualizações estão tentando ser cada vez mais constantes. Hoje até tinha bastante coisa pra dizer, pra escrever. Mas tô muito cansado. E a razão disso é o que pode virar um texto pro blog futuramente: teve corrida hoje, 7,75 km, com vários morros, subidas e descidas. Sofri, cansei, quase morri. Ainda assim fiquei na média das últimas vezes que corri.

Como foi um tanto quanto cansativo, não tô conseguindo escrever direito sobre os fatos do dia, do fim de semana, desde a última vez que estive por aqui. Amanhã as aulas começam de novo e mesmo assim vou tentar manter a frequência de aparições. Aula, trabalho, blog, correr, inglês. Parece pouca coisa, e pode até ser. Mas não é. Meu tempo vai se perder no meio disso tudo.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Procura-se

Fazia tempo que eu não sentia tanto frio. Com chuva ficou muito pior. As minhas mãos tão muito geladas, o dia todo. A água da torneira tá mais quente que a minha mão. Às vezes molho as mãos só pra esquentar um pouco. Pelamordedeus, de onde veio esse frio todo? Procura-se o verão, ou pelo menos um clima mais ameno, sem tanto frio.

Não tenho coragem de pedir um cachorro-quente com esse frio e essa chuva. Além de eu não querer gastar dinheiro, eu meio que sinto pena dos entregadores. Tem que vir de moto, entregar cachorro-quente pra um morto de fome, que podia comer um pão com doce de uva. Tá certo que eles ganham dinheiro fazendo as entregas e tal, mas num dia como esse mais vale não sair. Eu penso assim. Se algum desses entregadores pensar diferente me fala. Daí no próximo dia frio e com chuva eu não vou nem pensar na hora de pedir um cachorro-quente.

Num dia vento, muito vento. No outro não para de chover. Você quer entender como funciona o tempo? Eu também quero. Não tenta. Eu quero, mas já desisti. O jeito é só torcer mesmo pra previsão do tempo acertar quando diz que vai esquentar. Semana passada tava tão bom. Nem precisava de casaco. Ontem e hoje usei dois e não foi muito suficiente. Pior deve ser onde tá nevando. Quem mora lá deve tá sofrendo.

Se eu tivesse que escolher, pode ter certeza que lugares frios e com neve não estariam em primeiro lugar. Jamais. Se aqui já fica insuportável, imagina onde realmente faz frio. Deusolivre. Passo frio aqui porque moro, mas não iria de jeito nenhum nessas cidades pra ver neve e passar frio. É uma perda de tempo enorme. Quem tem dinheiro vai pro exterior, se quiser ver neve. Quem vai nas cidades aqui do Brasil é quem não tem muito recurso. Minha teoria.

Inspiração e criativade podem fazer um post ficar interessante. Será que esse ficou? Alguém podia me dizer, dar um feedback, mas nada acontece. Vou parar por aqui então. Só vou dizer, por último, apenas uma última coisa, que realmente será a última. O elevador não vem mais rápido se você apertar o botão várias vezes. Acredite nisso, é verdade. E muito irritante. Vai à merda se você faz isso. Se não faz, desconsidere esse xingamento.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Pás tel

Fato do dia, fatos do dia. Alguns fatos de alguns dias, que não são tantos dias, mas são dias, porque é mais de um dia. Se fosse só um dia seria fato apenas de um dia. Vai dizer que você conseguiu ler até aqui? Não acredito. Eu já teria parado logo no primeiro ponto final. Era um bom indicativo. Tipo uma dica. Pare antes que se arrependa. Pode ser tarde demais continuar.

Se continuou, que bom. Cá estamos. Terça-feira. Ontem foi segunda-feira. A segunda, tão mal falada (coitada...). Ninguém gosta dela, mas não tive o que reclamar dela. Meu dia foi tão bom. Pena foi o frio. Intenso, gélido, vento cortante. Impossível ficar na rua. Ou, pelo menos, não muito agradável. Pois bem, fui caminhar. Passei muito frio e vou dizer: não consegui esquentar. Talvez correndo eu conseguisse. Só que pra correr nesse frio tem que alongar muito bem, pra não ter nenhum problema.

Fiquei só na caminhada mesmo. E a terça-feira? Esse foi um dia magnífico. Dormi cedo, dormi bem. Sabe aquela noite que tu nem sente passar? Foi bem assim. Foi tão bom que acordei com o travesseiro todo babado. Não sei se isso é digno de ser contado, mas são coisas incomuns que acontecem comigo. Sim, é incomum eu acordar e sentir meu travesseiro babado de saliva. É bem incomum, diga-se de passagem.

Acordei desse jeito que descrevi acima, mas notei algo diferente. Meu braço direito não era sentido. Parecia que eu estava sem braço. Parecia minha vó. Sim, tenho uma vó que só tem um braço. Não riam nem façam piadas disso. Só eu posso. De tanto que dormi, meu braço ficou dormente também. Eu pegava nele, não sentia nada, levantava e ele caía bruscamente. Demorou alguns enormes segundos mas ele voltou ao normal, com o formigamento tradicional.

Adianta o tempo agora. Das 7 da manhã vamos pras 7 da noite. Depois de uma tarde fria, mas bota fria nisso, muito fria. O vento parece que só aumenta. Cheguei em casa e achei que não sairia mais. Não tinha janta. Decidi comprar um pastel. Lá fui eu pra rua. Foram 2 longos minutos até a pastelaria. Peguei, paguei e voltei. E de casa não saí mais. Aliás, não pretendo sair. Pro tempo passar um pouco mais depressa resolvi escrever aqui. Dessa vez nem pensei muito. Escrevi, fui escrevendo e saiu isso. Depois eu reviso. Ou não. Ou sim.

domingo, 1 de agosto de 2010

Virtualmente real

Um blog que não se encaixa em lugar nenhum. Não sei como classificar. Vamos tentar fazer algo. Um diário virtual, com fatos virtuais? Não, fatos reais, oras. Veja bem. Quase todo fim de semana, em Floripa, pelo menos aqui na minha rua, vem um vento desgraçadamente forte. Ele perdura até o final do domingo e ainda pega um pouco da segunda-feira.

Não sei se é onde moro, mas não lembro de ter tanto vento por aqui. Sério. Não anima nem sair na rua. Nem dá pra andar direito. Correr? Nem pensar. De qualquer forma, esse vento todo traz o frio de volta. E o frio não se sente contrangido. Vem mesmo. E vamos pegar mais cobertas no armário. Uma só não é suficiente. Talvez seja frescura mais cobertas. Mas é melhor não arriscar.

Queria ler as notícias pra tentar me atualizar e ter sobre o que escrever aqui. Entro nos principais sites e só se fala de eleição e tragédia. Morre um, morrem vinte, matam trinta. Não muda nada. Às vezes tem uma morte um pouco mais elaborada, com um planejamento maior. Nada que não seja trágico, mas são coisas que estão sempre acontecendo.

Então eu que me vire pra tentar fazer alguma coisa com as notícias que aparecem. A limonada não vai ser das melhores, mas os limões que me dão também não são aquela coisa toda. Vamos tentando enrolar, de um jeito ou de outro, e assim vamos seguindo. Escrever constantemente pode significar uma melhora. Ou não. Espera pra ver.