segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Dia fil(h)a da p...

Fila! Se tivesse que resumir meu dia em uma palavra, seria essa. Se precisasse de duas palavras: muita fila! Em todos os lugares onde fui, onde estive, tinha fila. Vou relatar os fatos e filas, em ordem cronológica. Começou de manhã, logo cedo. Sete de manhã, fila na BR-101. Fiquei muito tempo na primeira fila do dia. Fora um quase incidente com motos, mas isso é assunto pra outro post.

A primeira fila me fez chegar atrasado no trabalho. Pouca coisa, mas atrasado. Passa o tempo, passam as horas, chega meio-dia. Tava no momento de fazer o passaporte. Me mandei pra Polícia Federal. Cheguei antes do tempo, fui atendido antes do tempo, tava tudo muito bom pra ser verdade. Saindo dali é que a verdade apareceu. Fila no Centro de Florianópolis, fila na Via Expressa. Fila demais. Fiquei mais tempo parado do que andando. Essa segunda fila me fez chegar atrasado mais uma vez no trabalho.

Do trabalho voltei para o Centro da cidade, agora de ônibus. Tinha coisas a fazer por lá. Fiz tudo, não sem enfrentar algumas filas. Começou pela fila nos caixas eletrônicos da Caixa Econômica. Muita demora. As pessoas ainda não aprenderam a usar a tecnologia. Dali, tive que ir no Banco do Brasil. Mais fila nos caixas eletrônicos. Caramba! As filas não terminavam, nem pra fazer um simples depósito num maldito caixa eletrônico.

Podia ter acabado por aí. Se considerar a fila depois do passaporte como uma só, já tinham sido 4 filas. Não acabou, logicamente. Fui no Setuf, comprar passes de ônibus. Adivinha? Fila. Mais de uma hora esperando. Só faltava pegar o ônibus. Era hora de voltar pra casa. Atravessar a ponte de Floripa, às 17 horas, sem fila é impossível. Então fui pra minha última fila do dia. Perdi algum tempo, mas cheguei em casa. Era tudo o que eu queria. Enfim, em casa. Que dia! Fila!

Ainda não acabou?

Já escrevi sobre carnaval há tempos atrás. Minha opinião continua a mesma. Se não fosse pelo feriado, não valeria a pena. Carnaval não é pra mim, não gosto e acho uma perda de tempo esses desfiles, sejam em sambódromos ou nas ruas. Cada um faz o que gosta. Eu abomino, é o que penso. Preferia que não houvesse carnaval, mas sou minoria. O jeito é esperar passar esses 5 dias e voltar a viver normalmente.

Quem trabalha no feriado de carnaval deve ter ainda mais motivos pra desgostar dessa data. Se o carnaval não serve nem pra não trabalhar, então ele é inútil. Pessoas cantam, pulam, dançam, se divertem e tal. Quem gosta tem que mais é que se divertir mesmo e aproveitar esse feriado único no ano. Bom carnaval pra quem gosta. E pra quem não gosta, paciência. O carnaval ainda não acabou.

Grêmio 4 x 2 Cruzeiro

Domingo tinha jogo do Grêmio. Porto Alegre, Olímpico. Não pude estar presente. Quase nunca é possível. Ainda bem que o PFC me salva. O Grêmio é melhor e venceu a partida. Deveria ser mais fácil, mas o tricolor se complicou, muito por culpa da deficiência nas bolas aéreas. Os dois gols do Cruzeiro foram de cabeça, o pesadelo da defesa gremista.

Borges fez um, dois, três gols e ainda perdeu alguns outros. Douglas perdeu outros gols. Em alguns lances, o Maestro enfeitou demais pra um jogo que ainda não estava decidido. A torcida pode reclamar, mas esse é o estilo de jogo dele. Tem horas que é imprório, causa frio na espinha. No entanto, ele joga assim e não vai mudar. O que podia mudar ele mudou, e agora dá até carrinho. Cobram mais dele porque é o que mais pode ajudar o time.

Gabriel jogou sua melhor partida na temporada. Só não foi o melhor em campo porque Borges fez três gols. Os dois foram os melhores no jogo de domingo. Borges fez o primeiro gol ainda no primeiro tempo. No segundo tempo, quando Borges fez o segundo gol, parecia que o jogo ficaria tranquilo. Só parecia. Minutos depois, na bola aérea, o Cruzeiro diminuiu.

Quase sem tempo pra comemorar e lamentar, Borges sofreu pênalti. Ele mesmo cobrou e fez o terceiro gol dele e do Grêmio. Pouco tempo depois, outro gol em bola pelo alto do Cruzeiro. A partida poderia adquirir um aspecto de tranquilidade em dois momentos, mas o Grêmio não conseguiu manter a vantagem de dois gols.

Maiores problemas poderiam aparecer. Menos mal um jogador do Cruzeiro foi expulso por botar a mão na bola. A partir daí, o jogo ficou sob controle, mas ainda perigoso. Já nos acréscimos, Júnior Viçosa sofreu outro pênalti. Gabriel chutou e deu números finais ao placar. Foi uma partida que o Grêmio todo esteve bem. Exceto, é claro, na bola aérea, que vem atormentando a defesa gremista em 2011.

Pela partida de hoje, tirei algumas conclusões. Gilson não pode ser titular da lateral-esquerda. Bruno Collaço ou Neuton podem render mais. Ainda colocaria Júnior Viçosa ao lado de Borges no ataque. Borges e André Lima são bons atacantes, mas juntos não funcionam. Um sempre parece ficar perdido. Normalmente é o André Lima. Carlos Alberto mostra vontade e não produz muita coisa. Lúcio faz uma falta imensa. Escudero jogou pouco mas pode ser alternativa em breve.

Grêmio está bem. Pode melhorar muito mais. Alguns defeitos tem que ser corrigido. Acredito que Renato já tenha visto o que precisa aperfeiçoar. Me preocupa só o fato dele não tirar Gilson sob hipótese nenhuma. Quinta-feira tem jogo de novo, dessa vez pela Libertadores. Olímpico tem que estar lotado. Estou curioso para saber que time vai a campo. Talvez seja o mesmo de hoje, com o acréscimo de Lúcio. No decorrer da semana, e na quinta-feira, vou descobrir.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Tudo programado

Já tinho visto e ouvido falar a respeito de post programado, mas nunca tinha usado. Ontem usei pela primeira vez e gostei do resultado. Deveria ter começado a usar antes. Posso escrever quantos textos quiser e publicá-los de acordo com a minha vontade, em horas e dias determinados anteriormente. O texto sobre meu treino de sábado foi assim.

Antigamente eu acaba de escrever o texto e deixava salvo na pasta de rascunho. Quando achava que era a hora, entrava no blog e publicava. Talvez isso vá mudar a partir de agora. Pode ser também que os posts sejam postados sempre em horas exatas. Ou posso colocar os minutos só pra variar um pouco. O texto que vocês leem agora também foi programado.

No momento em que eles for publicado, estarei assistindo ao jogo do Grêmio x Cruzeiro-PA, pela semifinal da Taça Piratini do Campeonato Gaúcho. O PA do Cruzeiro, pra quem não sabe, significa Porto Alegre. Espero que quando o post estiver no ar, o Grêmio já esteja vencendo a partida. Se não estiver, tomara que ao final dela saia vencedor. É isso que importa.

Este é o último post que aviso que foi programado. Dos próximos nada falarei e isso também nem é tão relevante assim. Notem que se houver hora exata é possível que o post tenha sido programado. Ou não. Pode ter sido uma coincidência, embora seja muito difícil de acontecer. Enfim, a era dos posts programados começou. Ainda não sei se é bom, mas espero que seja.

Estava na hora de voltar

Sábado decidi voltar a correr. Com moderação, muita moderação. Já passava de um mês que não corria sem dores. Até corri dia 06 de fevereiro, mas dos 10 km da corrida, corri 9.900 metros com dor no joelho. Depois de 20 dias totalmente parado, resolvi voltar, tentar, pra ver como estava a situação.

Beira Mar era o destino do final da tarde. E assim foi. Alongamentos de prache, e necessários. Antes de começar meu treino experimental, já tinha em mente que ia ser fartlek, correndo e caminhando, pra não forçar o joelho. Assim haveria algum tempo sem impacto nele, evitando possíves dores.

Se bem me lembro, foram 6 partes correndo, ou 4 km, e 5 caminhando, ou 1 km. No total, percorri 5 km. A sequência foi a seguinte, começando com a corrida: 400 m, 200 m, 800 m, 200 m, 800 m, 200 m, 600 m, 200 m, 600 m, 200 m e 800 m. Eram alguns metros correndo e sempre 200 m andando.

Ao fim do treino, não senti nenhuma dor. No entanto, foi possível perceber que no final dos últimos 800 m o joelho podia começar a doer. Não senti aquela dor que me impossibilitaria de correr, mas parecia um indício muito claro que o joelho não aguentaria correr mais.

Não foi tão ruim, porque, mesmo que o treino continuasse, não ia correr mais que 800 m. Depois dessa distância, andaria os 200 m estimados e, provavelmente, aliviaria a dor que estava ansiando, esperando para aparecer. Não foi no treino de hoje e espero que não seja em mais nenhum.

O treino foi bom. Faltou fôlego, não vou negar, mas era esperado depois de 20 dias parado. Voltar a correr sem sentir dor foi a melhor parte. Com o tempo o preparo físico melhora. Vou fazer mais treinos desse tipo, sem passar dos limites. Ficar parado tava me deixando agoniado.

Sempre pensei em sair pra caminhar, mas caminhar não é a mesma coisa. Falta alguma coisa, é muito devagar e chato demais. Tenho que correr, só correndo parece que realmente estou fazendo uma atividade física. Estava na hora de voltar. Farei a minha parte e espero que o joelho faça a dele.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Me parece estranho

Acontece às vezes. Vou ao shopping e lá como pizza. Aí chega o dia seguinte, estou em casa e não tenho o que jantar. Penso em alguns tipos de comida de tele-entrega, quase sempre os mesmos, tais como pizza e cachorro-quente. Pego o panfleto da pizzaria e vou ligar pra pedir. Quando estou pronto para digitar o número me lembro que comi pizza no dia anterior. É isso que acontece.

Parece que é diferente comer pizza no shopping e pizza de tele-entrega. As duas são pizzas, mas não parecem ser a mesma coisa. Comigo é assim. Quando como cachorro-quente é igual. Não sei explicar. Se comparar os dois, não são iguais nunca. Sorte que me lembro quando vou repetir a comida. Aí como outra coisa, mesmo sabendo que há uma diferença que não existe.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Acerto

Não tinha como ser diferente. Dormi menos de 5 horas por causa do jogo do Grêmio. Faria isso outras vzezes. Se o Grêmio joga meia-noite, tem que assistir. O sono no outro dia é consequência, chata, mas não tem como evitar. A parte mais ruim foi  a derrota do tricolor. Não se ganha sempre, acontece. Ainda tem mais partidas para vencer e garantir a classificação para a próxima fase da Libertadores.

Voltando ao assunto dormir. Acordei bocejando e querendo dormir. Tava com muito sono. Quando durmo tarde e tenho que acordar cedo, o dia não rende. Fico sem vontade.  A única vontade é dormir. Além disso, o tempo não passa. Fica tudo mais monótono. Tento manter o mesmo ânimo dos outros dias, continuar igual, mas é quase impossível. O sono toma conta do corpo todo.

Depois do almoço ainda dormi uma hora e meia. Ajudou mas não resolveu. Fiquei o resto da tarde com sono, um pouco menos, mas ainda sim bastante sono, e pensando no quanto poderia dormir. A tarde demorou pra passar. Aliás, esta última semana foi arrastada. Parecia que não ia acabar nunca. Demorou pra chegar sexta-feira e quando chegou foi mais devagar do que o normal.

Dizem que toda sexta é boa. Mesmo quando é ruim, é boa. Tenho que concordar. Apesar de ter sido um dia deveras improdutivo, depois dele vem um sábado e um domingo. Ou seja, o fim de semana. Se a sexta for uma merda, o dia seguinte pode ser de descanso e tranquilidade. Vou terminar minha sexta do jeito que comecei: dormindo. Só que dessa vez sem hora pra acordar.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Rapidamente

Dia corrido, dia movimentado. Pouco tempo pra escrever. Isso é um blog. No início, as pessoas escreviam no blog como tinha sido o dia e tal e coisa. Era um diário virtual. Com o tempo melhorou bastante. Informação, opinião, coisas mais úteis para os navegadores virtuais. Tenho que ser rápido, daqui a pouco, às 23:45, tem jogo do Grêmio na Libertadores. Na melhor das hipóteses, vou dormir depois das 2 da manhã. Nem precisa adivinhar que a sexta-feira vai ser muito sonolenta.

Principalmente porque já estou com muito sono. Não era pro dia ser como foi. Acabou se tornando muito mais agitado do que o inicialmente previsto. O almoço já foi fora de casa. No shopping. Comi no Bob's. Bela refeição. Voltei pro trabalho e nem tive tempo pra escovar os dentes. A tarde não foi tranquila. Por fim, descobri que tinha chegado o topcase do notebook no outro shopping. Os técnicos só ficavam na loja até às 19 horas. Saí do trabalho às 18 e, apesar do trânsito de Floripa, cheguei a tempo.

Arrumaram, ficou muito bom, embora tenha demorado bem mais do que os 15 minutos ditos. O teclado ficou tão branco, tão limpo, parece novo. Nem dá vontade de usar. Shopping é sinal de praça de alimentação. Apesar de o almoço ter sido assim, a janta seguiu o mesmo caminho. Dessa vez no Solopizza. Muito bom e nem foi tão caro. Terminando o passeio no shopping, visitei as lojas da Tim, Vivo e Claro, e nenhuma delas tinha disponível o iPhone 4, sem previsão de chegada.

Indo e vindo, comendo, arrumando notebook, procurando iPhone, tudo isso me fez chegar em casa 21:30. Faltavam mais de 2 horas pro jogo do Grêmio. O tempo, definitivamente, não passa, de jeito nenhum. Enquanto isso, tento me distrair vendo outro jogo pela Libertadores, Argentinos Juniors x América-MEX. Vai demorar, sei que vai, o tempo tá de brincadeira, mas eu espero, sem problemas. Jogo do Grêmio, na Libertadores, é obrigação assistir. Farei isso. Dormir fica pra depois.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Se pensar muito...

Tem dias que me pego pensando em várias coisas. Algumas escrevo no Twitter. Nada que seja muito útil. É bom ter um espaço pra escrever o que ninguém quer ler. Em certos momentos, os 140 caracteres se tornam insuficientes. Aí uso mais 140, totalizando, obviamente, 280 caracteres. Tento evitar essa situação, mas nem sempre é possível. Como quase ninguém me segue no Twitter, o resultado não é tão ruim.

Aliás, ainda me pergunto como tem gente que me segue. Acho o que escrevo tão desinteressante. Tento, me esforço pra escrever algo que preste, mas, por enquanto, não estou sendo muito feliz. Quando não consigo me expressar totalmente no twitter, venho pro blog. Aqui não tenho limites. Escrevo o que quiser, do jeito que preferir. O maior problema é que tenho muito espaço e pode acontecer de escrever coisas demais, elaborando um texto meio que prolixo.

O Twitter ajuda a pensar em formas e maneiras de colocar o que a gente pensa naquele espaço limitado. Mais nem pensar. Menos é possível, mas se com 140 caracteres é complicado, imagina com menos. Claro que depende do que se quer dizer. Uso o Twitter e o blog, o primeiro com mais frequência que o segundo. O blog ficou abandonado por alguns tempos, já o Twitter tá sempre ativo. Passo muito tempo no Twitter, mas fico informado sobre os assuntos que mais me interessam.

Não fui e não fumo

Pessoas fumam. Há muito tempo. Fumam sem parar, mesmo sabendo que faz mal. Sabem que o cigarro tem as suas 500 mil substâncias nocivas e continuam, não largam do tabaco. Mania, vício, burrice, sei lá. O fato é que não dá pra entender pessoas fumando, no ano de 2011. Os mais velhos até se entende. Começaram lá no passado e fica mais difícil parar. Não acho que exista alguém que não saiba dos malefícios do cigarro.

Se nos mais velhos a atitude é reprovável, nos mais novos é inadmissível. Tem na tv, tem em qualquer que faz mal, eles sabem e começam a fumar mesmo assim. Não há motivo para alguém se tornar um fumante. Dos mais jovens não dá pra ter pena ou qualquer tipo de complacência. Tem acesso às informações e não estão preocupados. Azar o deles. Se quiser fumar, que seja longe de mim. Quem fuma que nem um condenado, em breve estará condenado.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Deixa chover

Já devo ter falado sobre a chuva e o guarda-chuva e tudo que os envolve. É bem provável. Tenho escrito tanto que tenho poucas lembranças de tudo que já publiquei. Sendo inédito ou não, pendendo pro não, vou tecer comentários a respeito da chuva e suas úmidas consequências. A certeza não era bem certa, mas tinha o palpite que ia chover, pelo simples fato de ter deixado as janelas do quarto abertas. Isso era um claro sinal de que, em algum momento, haveria chuva e molharia meu chão e meu colchão.

Dito e feito. Nem tinha dado 16 horas e o céu tava caindo. Fim do mundo se aproximando com velocidade impressionante. Melhor cenário pra sair na rua não há. Fui vivenciar a chuva. Com guarda-chuva, logicamente, mesmo sabendo da sua total inutilidade. Caminhando e me molhando, percebi que o guarda-chuva só foi bom porque não molhei minha cabeça. O resto não escapou. Tinha vento e a chuva vinha do jeito que molhava mais. Tênis totalmente molhado e boa parte da calça também.

Depois de fazer o trabalho sujo (e molhado), a chuva parou. Genial. Depois de me molhar quase por inteiro, a água, o fim do mundo, cessou. Que que eu vou fazer? Xingar a chuva, sim, também, mas a reclamação é inútil. Pior é chegar em casa e perceber que o tênis molhado começa a exalar aquele cheiro desagradável, típico dos calçados molhados. Muito ar fresco pra amenizar a situação. Em alguns dias tudo volta ao normal. Neste período, um par de tênis está inutilizado.

Mesmo com calça, meia e tênis umedecidos em nível avançado, tive uma boa notícia. A cama estava seca, nem sinal de que havia chovido durante a tarde. Na teoria que elaborei na minha cabeça, a chuva estava em outra direção, poupando as minhas janelas. Não que seja outra boa notícia, mas a chuva intensa da tarde foi o assunto do dia nas conversas de elevador. "Que chuva, hein?" "Então, chuvarada." Foi por aí. Dos males, o menor. E menos molhado.

Face

A hora do almoço é uma das melhores do dia. Bom pra quem pode almoçar com calma e tranquilidade, seja no restaurante ou em casa. Almoçar comida memso, não fast-food e outras coisas do tipo. Arroz, feijão e mais alguma coisa. Isso é quase suficiente pra todo almoço. Ou só arroz, se tiver strogonoff de camarão. Salada não é muito bom, mas é tolerável. Uma delas tem um poder que nenhuma outra tem.

Falo aqui da alface. É comer no almoço e ficar com sono logo em seguida. Pior ainda se tiver em casa. Aí tem uma cama, tem sono e tá formado o cenário perfeito pra dormir e perder o horário. Pode acontecer. Logo, evite a alface. E pra não cometer nenhuma engano, evite todo tipo de salada. A menos, é claro, que o horário não signifique nada. Se esse é o seu caso, abuse da alface. Ajuda a dormir, talvez a tarde inteira.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

As bolinhas

Pra quem acompanha futebol, não é novidade que a CBF decidiu nesta segunda-feira que o Flamengo é campeão Brasileiro de 1987, juntamente com o Sport. O que a CBF reconhece ou não pouco importa. Todos que viveram o ano de 1987 e até os que nasceram neste ano, como eu, sabem o que aconteceu. Não há a mínima discussão a respeito disso. O Flamengo foi o legítimo campeão Brasileiro. A CBF pensava diferente. Para ela, o Sport era o campeão. Se fosse torcedor do Sport, jamais diria que meu time foi campeão Brasileiro em 1987. Simplesmente porque não foi.

A taça das bolinhas para o primeiro pentacampeão Brasileiro é resultado dessas decisões equivocadas da CBF. O fato é que o Flamengo deveria receber essa taça feia. Por causa de 1987, quem recebeu foi o São Paulo, que foi penta em 2007. Hoje a CBF resolveu mudar de opinião, depois de 24 anos. Torcedores de verdade não ligam para o que a CBF pensa. O Flamengo foi penta em 1987 e pouco importa pra onde vai essa taça. Dane-se ela, a taça e a CBF.

Muito em breve haverá a apresentação das propostas para compra dos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro para os anos de 2012, 2013 e 2014. Globo e Record brigando entre as tvs abertas. Flamengo e Corinthians querem a Globo e o Clube dos 13 já não tem a representatividade de outrora. O mais provável é que se dissolva ou que perca parte de seus integrantes. Nada está decidido ou definido A única certeza do momento é que algo vai mudar. Ainda não se sabe se pra melhor ou pior.

Da minha parte, pouco importa qual tv aberta vai ganhar. Quase nunca passam jogo do Grêmio. A maioria dos jogos vejo no PFC, na tv fechada, no pay-per-view. Isso não pode mudar. Se a Record ganhar, bom pra Record. Só espero que a tv fechada, o PFC, continue com a Globo/Sportv. Desde o advento da tv fechada, ver futebol na tv aberta deixou de ser minha opção preferida, Ganhe quem ganhar, que continuem as transmissões dos jogos no PFC. Essa mudança não precisa acontecer.

Sem horário

Acabou, depois de 4 meses, o horário de verão. Gosto do tal horário. Queria, inclusive, que durasse mais tempo, até marçou ou abril. Escurecer só depois das 20 horas é uma das melhores partes. Essa seria só a minha vontade, que, obviamente, é minha e não vai mudar nada. O que mudou foi que atrasamos o relógio, em muitos estados do Brasil, no último sábado.

Aí, com qualquer mudança no horário, vem aquelas pessoas que reclamam de falta de sono e tal e coisa. Tudo frescura. Você vai continuar acordando e dormindo na mesma hora, só vai estar um pouco mais escuro ou claro, nada que influencie muito seu modo de viver. O que pode acontecer é o seguinte: você não usa despertador pra acordar, tá acordando por conta própria todo dia.

Chega segunda-feira e acorda às 6:10. No horário antigo seria 7:10. Ou seja, você não está errado. Acostumou 4 meses assim. Nada que uma semana não resolva. Só não vai me dizer que dormiu menos por causa da mudança do horário. É só dormir mais cedo ou voltar a dormir até às 7 horas. Horário de verão é bom. Ruim são as pessoas que reclamam de tudo. Bando de frescos.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Fevereiro negro

Mês de fevereiro tá um tanto quanto afrodescendente. Começou bem, mas só começou. Logo no início parecia que ia ser a continuação de janeiro. Porto Alegre, 2 de fevereiro, Grêmio na Libertadores. Estava no Olímpico. Foi uma noite maravilhosa em quase todos os aspectos, exceto pelo fato de que foi bem nesse dia que meu iPhone deu problema. Achei que ia resolver rápido. Pura ilusão. Já são 18 dias sem iPhone, sem previsão de retorno. Não depende de mim, mas sim do desbloqueio da última versão. Era pra ser semana passada, mas por enquanto não há novidades nesse sentido.

Já não podia correr, por causa do joelho que começou a dor lá em janeiro. Fevereiro foi o mês da ressonância e de uma corrida de 10 km com dores. Não posso correr e estou sem iPhone. Parecia que não ia piorar. Eis que a bateria do meu notebook está estufando. Pode parar de funcionar a qualquer momento. Vou trocar a bateria, que não é barata, cedo ou tarde, mas quero adiar o quanto for possível, pelo menos até ter o iPhone de volta. Ficar sem ambos não dá. Tenho que ter o iPhone ou o notebook. Com o iPhone, pensarei no notebook. Espero que o notebook aguente.

No pior cenário possível, terei internet mas não terei como acessá-la. Isso seria muito ruim. Ainda bem que fevereiro tem só 28 dias, vai acabar mais rápido. Sendo redundante, o problema maior é se os problemas não forem resolvidos. Aí fevereiro termina e meus problemas continuam em março. Essa é a situação: fevereiro pode ser tão ruim que vai contagiar março também. Ainda não acredito nessa hipótese, mas está ficando cada vez mais real. Essa nova semana será decisiva para fevereiro. Pode se redimir ou fazer o começo de março ser uma merda.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Jogos e mais jogos

Sábado futebolístico. Bom pra quem gosta de futebol, que vem a ser o meu caso. Muitos jogos. Os listados a seguir foram os que prenderam minha atenção por algum momento do sábado. Everton x Chelsea na Copa da Inglaterra. Internacional x Cruzeiro na semifinal do Campeonato Gaúcho. Fluminense x Boavista na semifinal do Campeonato Carioca. Criciúma x Chapecoense na semifinal do Campeonato Catarinense. Juventude x São José.

Os três primeiros jogos foram decididos nos pênaltis, com vitória dos times de menor expressão, Everton, Cruzeiro e Boavista. Em Criciúma, o empate garantiu o Criciúma na final do turno e o São José venceu o Juventude, em Caxias, classificando-se para a semifinal do turno do Campeonato Gaúcho. Nem tinha me programado pra ver esses jogos, ou partes deles. Até dormi durante a tarde. Simplesmente aconteceu. Domingo tem mais futebol. Vai acontecer de novo.

Tosse

De repente, do nada, começa a tossir. Tosse, tosse, tosse. O motivo não se sabe, é desconhecido. É verão, sim, ainda é verão e não haveria razão para que isso acontecesse. Parece aquela tosse de gripe, tosse de doente, alguns comparam e chamam de tosse de cachorro. Vem de repente e vai embora da mesma maneira. Desliga o ventilador e acha que vai resolver o problema. Não resolve, nada resolve. Tem que esperar, uma hora vai passar. No verão é assim. Vem e vai quando menos se espera.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O sono

O sono vem e toma conta de tudo. Dia um tanto quanto corrido em algumas partes meio que me cansou. O calor também atrapalhou. Tudo contribuiu para chegar no fim do dia morrendo de sono. Muito sono mesmo. Coisa quase inexplicável. Jantar? Tenho vontade e tenho fome, mas parece que vai ser melhor ficar deitado, dormindo até não sei quando. Essa é a parte boa de uma sexta-feira. Dorme cedo ou tarde, tanto faz, e, aparentemente, não tem horário pra acordar no dia seguinte. Amanhã, com menos sono, voltaremos. Agora que começou não pode parar. Tento manter em movimento. Por enquanto tá dando certo.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

500 reais

Aconteceu hoje, no banco. Um distinto senhor, aparentemente muito, mas muito, bêbado, chegou na agência. Como todo bêbado que se preze, chegou falando alto e com todo mundo que tava perto dele. Não demorou muito e ele ficou sozinho. As pessoas que estavam ao seu lado mudaram de lugar, ficando à distância, o que correspondia a não ser interpelado pelo bêbado, que fazia suas colocações e ponderações mesmo sem ninguém por perto. Nem o fato de ter a risada igual a do Dedé Santana sensibilizou os presentes.

Toda vez que o painel chamava a senha o tal senhor sempre avisava quantos ainda estavam na sua frente. Não demorou muito e ele foi atendido. Bêbado tem sempre que explicar o que vai fazer e por que vai fazer. Esse não foi diferente. Chegou no caixa e falou que queria sacar 500 reais pra comprar uma gaita na loja de música que fica ao lado da agência. Ninguém precisava saber, mas bêbado não tem limite. Bêbados às 15 horas muito menos.

Não foi surpresa, no entanto, que ele não soubesse a senha. Talvez soubesse, mas errou em todas as vezes possíveis, até bloquear a dita cuja. Fosse eu o caixa, entregaria o dinheiro sem muita cerimônia. Quanto antes se livrar do bêbado, melhor. O caixa não pensou dessa maneira. Com a senha bloqueada, o indivíduo ébrio continuou incomodando e perguntou se dava pra usar o cartão cidadão. Obviamente, não deu. Não vi o final da história, mas acredito que ele não tenha conseguido sacar os 500 reais e foi embora, andando em linha reta, como é comum a todos os bêbados.

"Que cheiro de merda no teu banheiro"

Essa foi a frase dita pela minha mãe logo após entrar no meu banheiro. Podia ter escrito isso no Twitter, mas me pareceu nojento demais. Até porque acho que a audiência do blog é menor que a do Twitter. Não tive nem como negar. É verdade, é fato, tem cheiro de merda. Que fique bem claro que o cheiro se espalha pelo banheiro a partir do lixo. Sim, porque o cheiro ruim vem do lixo, do papel higiênico que jogo fora.

Não posso fazer nada se meu intestino funciona regularmente. Tá, talvez eu possa tirar o lixo com mais frequência, mas prefiro sempre encher ele e fazer bom aproveitamento do espaço. Pode ser por isso que o cheiro se espalhou. Não senti esse cheiro de merda que minha mãe falou. Deve ser porque a gente nunca sente o cheiro daquilo que produz. Essa é a explicação que encontrei.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Emocionando

A tarde não parecia reservar grandes coisas. O sono se mostrava, dava as caras, dizia que não ia sair de mim. Vamos ao trabalho então. Não tem jeito. De lá para a rua. Alguns afazares. Caminhando, fui parado por dois homens que me pediram onde ficava uma escola. Opa! Essa eu sabia responder. Geralmente não sei dizer a informação correta. Sempre me perguntam um lugar que não conheço. Hoje foi diferente. Sabia onde ficava a tal escola.

Parte um do trabalho feita, voltei à rua. Começou a chover também. Chuva fina, intensa, que molha bastante. A caminho da parte dois, mais uma vez sou parado. Uma mulher, no carro, me pergunta como chegar na avenida central. Essa era muito fácil. Respondi com confiança, sem medo de errar. Duas solicitações de informações e duas repostas corretas. Fato inédito.

Fiz o que tinha que fazer e aproveitei pra passar numa loja de música. Preciso, quero vender minha guitarra. A loja vende em consignação. É uma hipótese a se considerar. Depois disso, saí dali e fui entregar um documento que não me pertencia. Feito isso, faltava muito pouco para acabar tudo. Faltava ir na loja de utilidades, tipo 1,99, pra comprar meus cabides.

Precisava de cabides para pendurar minhas camisas do Grêmio. Comprei 10 cabides por 2 reais. Não são muito bons nem muito bonitos. Como não vou expor os cabides e as camisas vão ficar no guarda-roupa, não tem problema. Saindo da loja, escorreguei e quase caí do chão. Culpa da chuva e do meu tênis velho. Resumindo, esta tarde foi mais movimentada do que aparentava. Eu também tava demais, emocionando. Socialização em nível avançado.

Inspira

Não é preciso inspiração pra escrever um texto. Basta um tema, um assunto, qualquer que seja. O maior problema geralmente é pensar num desses assuntos. Entretanto, é só olhar algumas notícias na internet que se encontra alguma coisa. Outra coisa que atrapalha na hora de escrever é alguém te chamando e barulho ao redor. Pelo menos me atrapalha. Apenas barulhos específicios me ajudam. De resto, só incomoda. Esqueço o que ia escrever e não sai exatamente como eu gostaria.

Queria escrever um texto, textículo que fosse, depois do meio-dia. Pensei no assunto e comecei. Consegui fazer três linhas, mas fui interrompido. Meu pensamento e ideias foram juntos. De qualquer forma, o texto inacabado tá na pasta de rascunhos do blog. Talvez durante a noite consiga finalizar. O que deveria sair depois do meio-dia vai sair à noite, se sair. O que ficou foi esse aqui mesmo, uma explicação, desnecessária, pra dizer o que aconteceu. Perceberam? Inspiração? Não precisa. Só um tema, nem que seja sobre como um post pode ser interrompido.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Sarney pra se coçar

Ontem o fato do dia foi a aposentadoria do Ronaldo. Quase todos os jornais só falaram disso. Poderia ter falado a respeito também, mas todo mundo já disse tudo. Repetir a mesma coisa seria só isso: repetição. Não que não fosse justa nem merecida, mas preferi nada escrever a respeito. Uma das coisas que o Ronaldo conseguiu me causa bastante inveja. Ele se aposentou aos 34 anos com uma fortuna. Eu não vou me aposentar com 34 anos e é provável que não tenha uma fortuna também. Alguns milhares pode ser, mas duvido muito. Milhões não, definitivamente.

Já hoje, a notícia mais interessante foi essa daqui, que fala da piada publicada pelo Twitter do Supremo Tribunal Federal a respeito do José Sarney. A piada até foi bem interessante, bem pensada, relacionando a aposentadoria do Ronaldo e a eternidade do Sarney. Pena que foi feito pelo twitter do STF. Talvez um estagiário engraçadinho ou alguém que usa duas contas e esqueceu de mudar. O certo é que a piada foi boa mas não pegou bem. A mensagem já foi deletada, mas a internet está aí pra mostrar o que foi publicado, tal como na imagem abaixo.
Como escrevi no título do post, quem fez isso arrumou sarna, ou Sarney, pra se coçar. O STF diz que a piada foi terceirizada. Talvez não encontrem o real culpado, mas alguém vai se dar mal. Talvez a tal funcionária tercerizada. Coitada dela. O STF pede desculpas, ela se vê em apuros e tudo se resolve. Ou seja, quase nada muda, inclusive o Sarney no Senado. Aliás, me parece impossível o Sarney pendurar as chuteiras. Até porque ele tá lá porque foi eleito, de novo. Por livre e espontânea vontade ele não sai. Aprendam a votar, vocês aí do Amapá, que não são leitores do blog.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Moedas

Inventei de começar a guardar moeda. Não era bem num porquinho ou cofrinho. Era uma daquelas latas de leite em pó, com um orifício de tamanho exato para passar uma moeda, seja ela de 1 centavo ou 1 real. A data ao certo não lembro, mas foi por setembro que teve início o agrupamento de moedas em lata de alumínio. O intuito era me livrar das moedas que ficavam na carteira, fazendo peso desnecessário.

Quando abri a lata semana passada, me pareceu uma quantia considerável. O total de moedas chegou a 26,82. Pelo peso da lata, parecia que tava bem cheia, mas na verdade acho que, quando muito, tinha pouco, bem pouco, mais da metade. Pra fazer um post no blog, contei as moedas e fiz uma estatística inútil. Na lata, havia 127 moedas. Parece tão pouco. Até acho que é, mas consegui reunir quase 27 reais.

Acho que o que contribuiu bastante para esse valor, até certo ponto elevado, foram as moedas de 1 real e 0,50 centavos. Tinha 6 moedas de um 1 real e 15 de 0,50 centavos. Só aí já dá 13,50, praticamente a metade do valor total. As outras moedas ajudaram, sem dúvida, mas o que fez o montante ser elevado foram as moedas maiores. É óbvio e é bem isso mesmo. Isso aconteceu porque toda e qualquer moeda não ficava muito tempo na minha carteira.

Era chegar em casa pra eu me livrar delas. Peso demais. Todo dia uma ou duas, às vezes três. Em alguns dias o valor era maior, outras vezes não. E assim foi. Até que cansei de ficar colocando moeda e resolvi trocar tudo. Não pretendo mais juntar tantas moedas. As que recebo estou usando, seja em balas ou loteria. Moeda na minha carteira não tem vida longa. Repasso elas o quanto antes e me sinto melhor assim. Dinheiro só em papel (muito pouco) e cartão (pouco também).

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Luz

O verão sempre apronta dessas coisas. Tá um dia bonito, com sol, tudo perfeito. Aí o verão decide que não vai ficar assim o resto do dia. Passa do meio-dia e começa um vento, que anuncia a provável chuva. E a chuva vem, muitas vezes muito forte. Se durasse bastante tempo, os estragos seriam grandes. Mas não, a chuva dura pouco, e mesmo esse pouco ainda causa algum dano.

Não bastasse a chuva, de vez em quando acontece de faltar luz também. Um estouro aqui, outro acolá, barulho e bum! A luz vai embora. Um bairro todo no escuro. O que me salva é o notebook. Perco a internet mas continuo com o computador. Bateria em 100% e diminuindo. De qualquer maneira, dá pra passar o tempo durante duas horas ou mais.

Se bem que passar o tempo em um computador sem internet não é tarefa fácil. Uma forma de tentar esquecer que a luz está ausente é escrever no blog sobre a falta de luz. O texto vai estar pronto pra quando a luz voltar. A vantagem de não ter luz no domingo à noite é que não existe a mínima possibilidade de assistir ao Faustão ou coisas do gênero na TV aberta.

Nessas horas, ou minutos, depende da Celesc e de quando teremos luz de volta, é que gosto do iPhone. Ele tem 3G e, pelo menos, ia conseguir ler o twitter. Teria algum contato. Tá certo que a luz deve voltar em breve, mas é muito ruim ficar só com o computador. Quero contato com o mundo, virtualmente falando. Já estou sem iPhone, agora fico sem luz e sem internet. Os dias não tem sido fáceis.

Nada posso fazer, só lamentar. E lamento profundamente que a luz sempre vá embora no momento em que ainda seria útil. Podia faltar durante a madrugada, mas não em pleno domingo, nove horas da noite. Não tem Faustão nem Fantástico, isso é bom, mas não compensa. Prefiro ter luz e poder de escolha do que vou assistir. O texto acaba por aqui porque a luz acaba de voltar.

Agito

Ontem fiquei sabendo que o Mubarak caiu no Egito. Tava o maior agito porque ele tava no poder. Povo na rua, barulho e um monte de coisa. E a ditadura do ditador se foi. Tenho que confessar que sabia quase nada a respeito do Egito. Certas coisas desconheço quase completamente. Também não dá pra saber tudo. Em alguns casos, me esforço pouco pra saber.

No Egito era assim. Não fazia ideia que o presidente já estava há 30 anos no poder. Nem sabia que os egípcios estavam sob uma ditadura. O máximo de conhecimento que eu tinha era sobre as pirâmides. Sim, admito, sou um ser que nada sabe a respeito do Egito. Durante essa revolta popular conheci um pouco, mas não me aprofundei no assunto.

Posso dizer que achei muito interessante o povo fazer tanto barulho e o ditador sair do poder depois de tanto tempo. Muita festa, justa festa, tem mais é que comemorar esse feito mesmo. Vou tentar me informar mais a respeito dos próximos fatos mundias. Esse do Egito já passou. Semana que vem aparece outra notícia nova. Fim do agito no Egito, aparentemente.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Nem sei

Me coloco a pensar e a pensar e penso tanto em tanta coisa que nem sei. Nem sei se deveria pensar assim. São pensamentos que vem e vão. Um desses passou e era sobre a tecnologia. Ela, a tecnologia, está aí para ser usada, mas tem gente que não se dá bem com ela, a tecnologia. Parece que tem aversão, quando a tecnologia deveria ser a versão a ser usada.

Entende? É mais ou menos por aí. Me refiro a isso. Não, não estou falando da minha vó. Até poderia, mas nem computador ela tem. Minha vó já tem certa idade, embora nunca seja tarde pra começar ou para aprender alguma coisa nova. Porém, existem vós com menos idade ou da idade dela que tem Twitter, Orkut e outros tipos de redes sociais que existem.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Esgoto as possibilidades

Pedi cachorro-quente certa noite. Dois, pra manter a tradição. Muito bom, como sempre. Foi a melhor parte da noite, melhor até do que o jogo do Grêmio. Jogo de campeonato gaúcho, com time reserva e jogando mal, dá muito sono. Então, lá fui eu comer os dois cachorros-quentes. Satisfeito, fui dormir, mas já sentindo os efeitos que estavam por vir.

Acordei pela manhã e percebi que algo não estava bem. Uso “algo” pra não usar a palavra propriamente dita. Sabia que estava chegando a hora. Não ia tardar. E o resultado foi previsível e com cheio ruim. Quando a própria pessoa sente que a coisa foi feia é porque realmente foi. Comigo aconteceu isso. Beirou quase o insuportável.

Me dei conta, então, da importância da rede de esgoto. Sério. Produzi tanta coisa, de cheiro tão desagradável, que me coloquei a pensar pra onde iria tudo aquilo se não houvesse rede de esgoto. Não sei como seria. Só a rede de esgoto pra salvar, conduzindo pra outro lugar, levando pra longe o que não deve ficar muito tempo habitando o vaso sanitário. É muito fundamental.

Como é a vida onde não tem rede esgoto? Fico pensando como faria pra me livrar de tudo que eu fiz naquela manhã fétida. Com a rede de esgoto fica fácil. Aperto o botão da descarga e aquilo desaparece da minha frente. Nunca mais verei. Talvez veja na Beira Mar e tal. Já que, sabemos, a rede de esgoto não é tão eficiente assim. De algum jeito ou de outro, os dejetos podem acabar no mar.

Poluição e tal, como sabemos. Mesmo que visse algo boiando na Beira Mar ou em qualquer lugar, não conseguiria reconhecer. Acho que ninguém conseguiria, a não ser que tivesse milho. Milho sempre é um fator de identificação. Não que ajude tanto assim. Afinal, milhares de pessoas devem comer milho. Milho e milhares, palavras derivadas. Ou coisa parecida.

Não vem ao caso agora. Queria falar da rede de esgoto e já estou me desvirtuando do assunto principal. Foco, tenho que mantê-lo. Acho que consegui expressar, meio que escatologicamente, mas nem tanto, o que penso sobre a rede de esgoto. Talvez nem tenha conseguido. O que importa é a rede de esgoto. Ela é fundamental, e mesmo assim nada está garantido. No frigir dos ovos, é bom mas podia ser melhor. Falando em ovo... deixa pra lá.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Esqueci

Dia estranho, dia esquisito. Desânimo aparente e sem saber direito o motivo. De repente melhora e depois fica pior. Acontece. Tenho um blog e escrevo nele o que eu quiser. Quase ninguém entra aqui, mas alguém entra. Depois que instalei o Google Analytics tenho mais certeza ainda disso. O contador ali já dizia algo parecido e o Google Analytics veio só confirmar.

Sabe-se lá por qual motivo, mas o número de visitas tem aumentado. Isso é muito estranho. Pessoal tá se enganando muito na hora de entrar nos sites e acaba caindo no blog. Visitas aos milhares ou nenhuma visita, pouco importa. Vou continuar escrevendo da mesma forma, todo dia, se possível for. Apesar de, às vezes, não ter muita vontade, sempre sai alguma coisa.

Hoje meu desânimo me impediu de escrever sobre o que eu realmente queria. Ainda tenho que escrever sobre a viagem à Porto Alegre. Já faz uma semana que viajei e nada escrevi. Talvez nem escreva. Não sei se vou lembrar do que aconteceu. Vou esquecendo aos poucos. Minha memória só é boa pra certos assuntos. Memória seletiva, fiquem sabendo.

Sempre penso que ninguém tá lendo, mas mesmo assim tento justificar o que faço e escrevo, e até o que não escrevo. Dias atrás fiz a seção "Eu vi", sobre os jogos de futebol que eu vi. A princípio, ia colocar "Jogos que eu vi", mas me pareceu muito familiar. Já tinha visto esse nome em algum lugar. Então me lembrei: o Lédio Carmona usa esse nome no seu blog pros jogos que ele viu.

Apesar de não ser cópia do nome e tal, não me senti bem usando. Talvez meu insconciente não tenha se dado conta disso. Me enganou, mas não por muito tempo. Não que eu precisasse dizer isso aqui. Só o fiz porque esqueci sobre o assunto que iria escrever hoje. Tinha dois em mente. Só lembrei deles agora, no último parágro desse texto. Amanhã, caso não esqueça novamente, posso me dedicar a um deles.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Venceu

Fazia tempo, muito tempo, cinco anos pra ser mais exato. Há cinco anos eu tirava minha carteira de motorista. Enfim estava habilitado para dirigir perigosamente pela cidade. Gostei desse negócio de dirigir. É uma das melhores coisas pra se fazer, mesmo que a o trânsito da cidade seja totalmente caótico. A única coisa que precisa mesmo é a gasolina. O resto é o resto e não atrapalha quem realmente gosta de dirigir.

Por essas coincidências que acontecem, precisei colocar o número da minha carteira de motorista num site, no cadastro que tava fazendo. Olhei, curiosamente, a data de validade e me surpreendi. Ela estava vencida. Venceu. Minha carteira venceu em 01/02/2011, antes do Vasco vencer sua primeira partida, inclusive. Não tinha me dado conta que esse cinco anos passaram tão rápido.

A verdade verdadeira é que eu não fazia ideia de que estava vencida. Tanto é que dirigi normalmente depois da data de validade. Depois que descobri ainda não precisei pegar o carro, mas, se precisar, com certeza ficarei com receio de algo dar errado. Sim, porque essas coisas ruins só acontecem quando você tem alguma irregularidade, mesmo que sem intenção.

Pela Lei de Murphy, saio de carro e tenho a sorte de ser parado por algum policial, que vai me pedir a carteira de habilitação. Aí já era. Quando tá vencido e não se tem conhecimento é tudo tranquilo. Quando se sabe que tem alguma coisa errada, a naturalidade desaparece. E ainda parece que atrai tudo que possa ser prejudicial. Não penso em dirigir enquanto estiver irregular, mas pode acontecer. Não contem pra ninguém. Até semana que vem vou no Detran e faço a renovação da carteira.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Despertando

Outro dia mencionei que estava sem o iPhone. Ainda estou. Quarta-feira vai completar uma semana sem o aparelho. Nesse tempo, percebi uma coisa que realmente me faz falta. Não falei disso no post anterior, mas esse problema persiste desde sexta-feira. Tal problema tem nome: despertador. Desde que tenho o iPhone, só uso o despertador dele.

Funciona muito bem. Nunca deixei de acordar. Sem iPhone, sem despertador. Tá bem complicado de acordar todo dia de manhã. Resgatei meu relógio antigo do fundo da gaveta e programei o despertador dele. Não é a mesma coisa, está longe de ser. Menos mal que, até agora, foi útil. Ainda não me atrasei por acordar tarde. Espero que não aconteça.

Já estava tão acostumado com o despertador do iPhone. Tive que ficar sem ele pra me dar conta da importância. É totalmente diferente. Muito estranho não acordar com a música alta tocando. Acho que até o fim da semana consigo o telefone de volta e tudo volta ao normal, incluindo, principalmente, o despertador.

Não cheguei naquela idade em que a pessoa acorda sempre no mesmo horário. Preciso do despertador. Sem um barulho pra me acordar, durmo até não ter mais sono. E isso acontece lá perto das 10 ou 11 horas. Acordar às 7 da manhã por livre e espontânea vontade é muito raro. Por enquanto, usar o despertador do relógio está dando certo. Espero que continue assim, pelo menos até o iPhone voltar da manutenção.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Figueirense 2 x 2 Avaí

Continuando a saga de escrever sobre jogos que eu vi. Vamos lá. Durante o jogo fui anotando comentários a respeito da partida. Dei uma resumida, separei em vários tópicos e saiu essa coisa aí. Pensem nisso como algo escrito em tempo real, no momento em que acontecia, embora só publicado um dia depois do jogo. Campeonato Catarinense 2011, Orlando Scarpelli, 06 de fevereiro, Figueirense x Avaí, clássico, o único que vale a pena no estado.

1 - Torcida gosta quando o jogador dá um drible improdutivo na defesa. Faz parte. Pelo menos o torcedor se empolga e começa a cantar e apoiar com mais vontade.
2 - William, atacante do Avaí, puxando contra-ataque só é bom pro adversário.
3 - Defesa do Avaí muito mal posicionada no primeiro gol do Figueirense.
4 - Ricardo Freitas é o comentarista mais chato que já ouvi, ganhando até do Batista.
5 - A defesa do Avaí demorou pra entrar em campo. Figueirense quase fez o segundo.
6 - Prefiro quando a torcida canta o jogo todo, inclusive quando o adversário está com a bola, em vez de vaiar. Me parece mais produtivo, mais bonito, mais legal.
7 - O William é de uma nulidade em campo impressionante. Só é útil, talvez, dentro da área.
8 - Gol do Avaí, de Rafael Coelho, foi um belo gol. Defesa do Figueirense ficou com inveja da defesa do Avaí e saiu jogando errado. Túlio cagou e a bola sobrou pra Rafael Coelho.
9 - Defesas mostraram que não são o ponto forte dos times, definitivamente.
10 - A parte ofensiva do Avaí pode se tornar interessante. Tem o William, é verdade, mas tem também Marquinhos, Fabiano e Rafael Coelho.
11 - O Figueirense ainda apresenta um futebol ofensivo, mas tem só o Maicon do time do ano passado. Os atuais atacantes, Heber e Wellington, não me empolgam. Pro estadual serve.
12 - Pude perceber que o Rafael Coelho se movimenta por ele e pelo William.
13 - Depois do gol de empate, jogou ficou morno.
14 - Renato, zagueiro do Figueirense, casualmente fez uma boa jogada e quis cruzar de três dedos. No cruzamento ele mostrou porque é zagueiro.
15 - Túlio recebeu amarelo. É, ele não muda mesmo.
16 - Se deixar, o Maicon ganha amarelo todo jogo.
17 - Quando parecia sair uma boa jogada, o atleta do Figueirense chega no fundo e cruza totalmente errado.
18 - Breitner, por vezes, me lembra o Júnior Viçosa quando se atrapalha com a bola.
19 - Primeiro tempo só foi bom até o empate. Depois não teve grandes lances.
20 - Perguntas de réporteres são tão óbvias.
21 - Torcida do Figueirense fez barulho no começo do jogo, aumentou com o gol e parou depois do gol de empate do Avaí. Acho que a torcida do Figueirense podia cantar e apoiar mais.
22 - Quando o William ganha de alguém na velocidade algo está muito errado. E quase deu certo pro Avaí virar o jogo.
23 - Alguém tem que avisar pro Túlio que não dá mais. Série B até vai, mas estadual e série A não vai dar.
24 - Pode ser porque vejo o jogo do estádio e da tv, mas os jogadores quase nunca fazem a jogada que me parece ser a ideal.
25 - Escanteio pro Figueirense, Zé Carlos defende e inicia o contra-ataque. Fabiano avançou, deu belo passe pro Rafael Coelho, que cruzou na medida pro William desempatar, virar o jogo.
26 - William serve pra isso, ficar na área esperando a bola. A bola chegou, o zagueiro não acompanhou e William marcou.
27 - Aos 9 minutos, depois da virada, a torcida do Figueirense volta a cantar novamente. Tem que ser assim o jogo todo.
28 - Olha que coincidência: aos 13 minutos, de novo, o gol de empate no clássico. No escanteio, Wellington subiu sozinho e empatou a partida.
29 - A partida mostrou que alguém tem que ficar na frente. Depois do empate nada acontece.
30 - Acleisson devia jogar o Gauchão. Não perde a viagem. Falta pra vermelho, inclusive. Pra sorte dele, ganhou só amarelo.
31 - Juiz tinha que errar em algum instante. Não foi falta, ele marcou e ainda deu o segundo amarelo pro zagueiro do Avaí. Expulsão e Avaí com um jogador a menos aos 42 do segundo tempo. Esse final de jogo tem tudo pra ser só pressão do Figueirense.
32 - E não é que aconteceu o contrário? Contra-ataque do Avaí e quase gol. Túlio, obviamente, perdeu na corrida e nem puxando a camisa do atacante do Avaí conseguiu parar o lance.
33 - Só pra me desmentir, depois da expulsão, os dois melhores lances foram do Avaí. Futebol não é óbvio. E é por isso que gosto tanto.
34 - Fim de jogo. Mais um empate. O quinto consecutivo pelo Campeonato Catarinense.
35 - No próximo palpite do bolão é certo que vou botar 2 a 2.

Das anotações e parágrafos que fiz, surgiram os tópicos acima. Resumindo, o clássico foi bom. Não foi sensacional. O jogo foi bom até os 13 minutos de cada tempo, quando os times empataram. Depois, lances esporádicos, marasmo, tédio. Enfim, foi bom, mas poderia ser muito melhor.

Figueirense continua líder e é favorito pra ser campeão do turno e também campeão catarinense. Avaí foi eliminado, sem chances de classificação no turno. Resultado foi justo, mas, em termos de tabela, foi muito melhor para o Figueirense do que para o Avaí, mesmo o jogo sendo no Orlando Scarpelli.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Grêmio 2 x 1 Caxias

Na falta do que fazer, resolvi escrever sobre os jogos que assisti. Começo, pois, pelo de ontem, sábado, 05 de fevereiro de 2011. Campeonato Gaúcho do referido ano. Grêmio vinha de classificação na Libertadores e o Caxias era o time de melhor campanha. Podia ser um jogo muito bom, inclusive porque o Grêmio estava usando muitos titulares.

Aí vem a Federação Gaúcha de Futebol e marcar o jogo pras 17 horas, nesse calor infernal. Se eu, em casa, no meu sofá, tava suando, imagina os jogadores dentro de campo, com o sol das 16 horas. Quem faz a tabela tá no ar-condicionado. O jogo era pra ser um dos melhores e não foi tudo isso, muito por culpa do calor. E não é desculpa.

No primeiro tempo, um sol pra cada jogador, e o Grêmio conseguiu se impor. É melhor e fez dois a zero em belas jogadas. Em ambos os gols, a defesa do Caxias estava em linha e não acompanhou como deveria. Resultado disso foram dois gols, de Douglas e Vilson. Apesar dos gols, muito pouco foi produzido. Sabe o calor? Ele atrapalhou.

No segundo tempo, metade do time queria sair, não aguentavam mais. Só podem ser feitas 3 substituições e alguns sofreram até o final do jogo. Um deles foi o zagueiro Rodolfo. Por sinal, um dos melhores em campo. Vai ser titular na zaga do Grêmio. Rodolfo jogava na Rússia, com temperatura negativa, 6 graus abaixo de zero. Veio pra Porto Alegre e no primeiro jogo pega temperatura com sensação térmica perto dos 40 graus.

O jogo foi muito chato na segunda etapa. Nada de muito interessante aconteceu. E, se alguma coisa que mereça destaque aconteceu, não lembro. Devia ter escrito esse texto ontem e não hoje. De qualquer maneira, num cruzamento o Caxias fez o seu gol na partida. Nada que mudasse o panorama da partida. Parada, com os jogadores esperando pelo fim. O calor não deixava dúvidas sobre quem era o protagonista.

Para alívio de todos, finalmente o jogo terminou. Vitória tricolor por 2 a 1, assumindo a liderança do grupo, com a melhor campanha no Campeonato Gaúcho, mesmo com 1 jogo a menos. O Caxias podia ter mostrado mais, já que é líder do seu grupo. Pouco fez. Grêmio também não fez muito, mas a superioridade ficou evidente. Estadual não vale muita coisa, mas é melhor vencer e não dar espaço para eventuais crises.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Não é fácil

Sucintamente. Quarta-feira tive problemas com o iPhone e não consegui fazê-lo funcionar até a data de hoje, sábado. Pensa numa pessoa sem telefone por quatro dias, indo pro quinto e com grande chances de ficar até seis dias sem ele. Esse sou eu. Ia resolver o problema hoje, mas, pro meu azar, o cara que ia me salvar teve problemas familiares e as outras pessoas que trabalham com ele nada podiam fazer porque o notebook estava com ele.

Tentei de tudo que poderia tentar. Tudo que pesquisei e descobri pelo Google. Antes dava certo, agora não dá mais. Vou tentar de novo, mas tenho certeza que não vou conseguir. Enquanto isso, sigo sem iPhone e percebo a importância do mesmo. Passava algumas partes do meu dia usando ele, pra coisas úteis e inúteis. Menos mal que tenho internet em casa. Ficar sem iPhone é ruim, mas ficar sem internet é pior ainda.

Ainda não morri, mas daqui a pouco posso começar a passar mal. Não sei até onde vai essa dependência, mas até o momento, no quarto dia sem iPhone, me sinto um pouco entediado em certas situações em que era comum usá-lo. O notebook e a internet estão salvando. O problema não é em casa, mas fora, em lugares que não tenho acesso à internet e usava o 3G do iPhone pra isso. Segunda tenho que resolver essa situação. É meio que urgente.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Dores

Inspiração e vontade de escrever inexistem nesse exato momento. Minha primeira noite de sono depois da viagem tinha tudo pra ser excelente. Até foi, mas acordei com um mau jeito no pescoço. Dor insuportável. Tem dias que acontece isso. Aí é aguentar o resto do dia assim, esperando que passe. Se não passar, a única solução que funciona é dormir. No dia seguinte tudo volta ao normal.

Com essas dores fica ruim trabalhar e fazer qualquer coisa. Não sinto vontade de muita coisa. O que eu mais queria hoje era vir pra casa, pra dormir, deitar, descansar, fazer algo do tipo, pra amenizar. Até que deu certo. Ainda não tá 100%. Pra falar a verdade, só apareci no blog pra ter um post hoje, sexta-feira. E também, tenho que admitir, pra dar alguma satisfação para quem entra aqui.

Não é necessário, mas quis fazer. E agora não aguento mais ficar falando coisas sem sentido, ou com sentido e que são inúteis. Amanhã é pra estar melhor. Se não acredita, volta pra ler o que vai estar publicado. Nem precisa ser amanhã. Entra no blog domingo ou segunda. Alguma coisa pode interessar. Acho difícil, mas não custa tentar.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Tricolor de Porto Alegre

Não irei me alongar muito. Podre de cansado. É assim que estou me sentindo. Sair de Porto Alegre depois do jogo, quase 1 da manhã, parar no restaurante, comer alguma coisa, voltar pro ônibus, chegar em Floripa quase 8 horas da manhã. Cansou muito. Até dormi no ônibus, mas não é a mesma coisa. Quero dormir. Meu colchão tá implorando por mim e eu por ele.

Talvez amanhã ou um dia desses eu escreva mais detalhadamente sobre a viagem. Tudo que posso dizer agora é que foi o melhor jogo da minha vida. Pula, canta, fica sem voz, é gol do Grêmio, juiz filho da puta e assim vai. Muito bom. Nem sei como escrever para descrever tudo aquilo. É demais. 34 mil pessoas querendo um só objetivo. E deu certo. Grêmio classificado.

Legal ver ali no contador que o blog teve 55 visitas hoje e 41 ontem. Basicamente, nos dias que tive quase nenhum acesso à internet foram os com mais movimento desde muito tempo. Regularidade de textos, sem muita qualidade, pode ter algum efeito positivo sobre isso. O sono tá forte e não aguento mais. Vou ali dormir e já volto, mas não hoje.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Olímpico Monumental

Quarta-feira é o dia do futebol. Hoje tem futebol. Não é simplesmente futebol. Se fosse já seria bom. É melhor ainda. Tem jogo do Grêmio. Pela Libertadores. Vai passar na tv, como passam todos os jogos da Libertadores de times brasileiros. Não vou ver. Poderia ser uma má notícia, mas nesse caso é por uma ótima causa.

Não verei pela tv porque verei ao vivo, no Olímpico. Sim, verei o jogo no estádio, como deveria ser sempre. Ainda estou em Floripa. Em breve, porém, estarei a caminho de Porto Alegre. Viagem demorada, 8 horas de ida e 8 horas de volta. Dormir vai ser muito complicado. Quinta-feira já se mostra um dia difícil. Voltar pra casa às 8 da manhã, na melhor das hipóteses, e ter que ir direto pro trabalho não é o ideal.

Na última noite dormi muito bem. Acordei mais cedo do que deveria, mas a noite foi bem proveitosa. Foi até melhor que tenha sido assim. A próxima noite em que conseguirei dormir com tranquilidade vai ser a de quinta-feira. Quarta, que vem a ser hoje, vai ser impossível. Dormir na estrada, em movimento, mesmo estando parado, sentado no banco, é algo que não se consegue facilmente, além da total falta de conforto.

O que se pode fazer? Nada. Tem jogo do Grêmio e o trabalho e o sono que esperem um pouco. Eles são importantes, mas o Grêmio é mais. Quinta-feira, morrendo de sono, estarei lá, trabalhando, ou fazendo algo parecido. Espero que feliz pelo resultado, apesar do cansaço. O que me preocupa é ter tanta certeza da classificação. Um time ser tão melhor que o o outro. Futebol prega peças de vez em quando. Parece improvável que o Grêmio perca, mas sempre fico com um pé atrás.

Viajar pra ver jogo do Grêmio é muito bom. Fora que a parte de arrumar a mochila que vou levar é a mais fácil. Afinal, o que levar? Camisa do Grêmio e... outra camisa do Grêmio. Tudo pronto para iniciar a viagem rumo ao Olímpico. É hoje! Tem tudo pra ser a melhor quarta-feira do ano até agora. A melhor viagem também. O adversário que não invente de atrapalhar. Vamos tricolor, queremos a COPA!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Mosquito aqui

Os dias do verão não tem sido fáceis. Tá quente. Abre-se a janela na tentativa, muitas vezes infrutífera, de permitir que o vento entre e ajude a diminuir o calor. De vez em quando ele aparece e alivia um pouco, não vou negar. O ventilador ligado também tem sua parcela de contribuição. Vento, ventilador fazendo vento, tudo contra o calor.

Seria muito bom, mas tinha que ter o lado ruim da história. Nem é a chuva que pode cair. É mais referente aos mosquitos. Não sei se são muitos ou poucos. Só sei que os que entram na janela fazem a festa. Não tem um dia que eu não acorde com alguma recordação da visita que tive na noite anterior.

Alguns conseguem chegar em lugares de difícil acesso. Embaixo da roupa não deveria acontecer nada, mas de um jeito ou de outro eles conseguem. Não sei como. Pior que durante o dia não localizo nenhum deles. Durante a noite também não. Vai ver eles só aparecem quando estou dormindo. Essa é a hipótese mais provável.

Sendo atacado ou não, janela aberta não é uma opção, é obrigação. Vou continuar agindo do mesmo jeito. Coça, incomoda, mas não mata. Melhor uma ou duas picadas de mosquito do que passar calor a noite toda. Os mosquitos que aproveitem. Um dia acabo com essa bagunça no meu quarto. Enquanto isso, eles que se divirtam. Tomara que passem mal e nunca mais voltem.

Máquecalor

Lembro que outro dia, meses atrás, escrevi falando mal do frio, reclamando. Hoje tenho que escrever reclamando do calor. Só reclamo, não tem jeito. Frio extremo e calor excessivo não são bons. Caminhar sob o sol do meio-dia é transpirante. No verão como sua. Sua mesmo. Chegar em casa é um alívio, pelo simples fato de poder ficar quase sem roupa e ter ventilador.

A situação só melhora, de fato, quando tomo banho. O banho é o que salva. Banho gelado, pra me livrar do suor. A pior coisa, depois disso tudo, é ter que usar calça pra trabalhar. Deveria ser proibido por lei trabalhar de calça no verão, nesse calor insuportável. Mesmo com ar-condicionado, calça atrapalha. Você sai na rua e no primeiro passo começa a suar.

Penso que deveria haver punição para empresas que exigem o uso de calça. Bermuda é o uniforme ideal. Continua quente do mesmo jeito, mas ameniza um pouco do calor. Melhor ficar com, pelo menos, as canelas de fora. Feliz de quem pode ficar o tempo todo em um ambiente com ar-condicionado. Pra quem sai na rua, é uma pena que o ar-condicionado da cidade esteja desligado.