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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Podcast #01 - Corridas em Santa Catarina / Loucos por Corridas

Tenho a imensa satisfação de apresentar o novo projeto deste blog e do blog Correr Vicia. Um podcast sobre o mundo das corridas em Santa Catarina. Com a parceria e colaboração do Guilherme Preto (Blog Correr Vicia), o primeiro podcast foi gravado ontem. O podcast tem o objetivo de informar e comentar sobre os eventos de corridas que acontecem ou ainda vão acontecer no nosso estado.
Para quem nunca ouviu falar, podcast é uma espécia de programa de rádio gravado em mo3 que pode ser ouvido direto na internet ou baixar o arquivo para ouvir no seu mp3 player ou computador. Foi uma experiência nova para nós dois, que não tínhamos muita noção de como fazer ou produzir o programa, mas no fim até que ficou razoável.
Novas edições ainda dependem da aceitação da nossa primeira tentativa. Comentários, sugestões e críticas são muito importantes para que tenhamos "cara-de-pau" para levar o projeto adiante. Ouve aí.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Um dia de treino

Corrida no sábado e treino no domingo. Treino com o pessoal do Loucos por Corridas. Treino longo, previamente marcado pelo Facebook. O local de encontro seria a Beira Mar Continental, no Estreito, Florianópolis (localizando para caso alguém lendo esse texto seja de fora). Como não moro tão longe da Beira Mar (pouco mais de 8 km), decidi ir correndo para lá, enfrentando as subidas que tem no caminho e mantendo um ritmo constante.

Da Beira Mar, partimos todos juntos, mas com objetivos diferentes. Fiz 5 km e voltei. Fechei em 10 km. Faltava ainda voltar para casa correndo. Voltei, sob o sol do meio-dia. Primeiro dia do mês de julho e calor de janeiro. Foi sofrido, mas enfrentei as subidas da volta e fiz um ritmo bom. Fechei o domingo com 26,20 km. Gostei muito da quilometragem do fim de semana. Somando com os quase 7 km do dia anterior, corri 32,92 km.
Posso dizer que foi um treino excelente, com ótimas companhias. Diversão em forma de treino, correndo. Não podia ser melhor. Fiz um longão intervalado, que acabou sendo o meu último treino mais pesado antes da maratona. No meu planejamento, não pretendia fazer mais um treino longo, mas surgiu a oportunidade e não me arrependo. Corri, cansei, suei, me diverti e valeu muito a pena. Treinos em grupo podem ser tão bons quanto treinos solitários.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
O tempo melhorou
Dor vem, dor vai, gelo aqui, gelo ali e alguns treinos sem tantas dores. Não sei exatamente quando comecei a me dar conta que podia correr mais rápido. Talvez o Garmin tenha ajudado a controlar o ritmo. Não sei. Mesmo. Em janeiro os tempos ficaram melhores. Fiz a Night Run com pace de 5:07 min/km. Ainda não estava acreditando muito no que eu estava fazendo.
Aí vieram os treinos da semana, subi uns degraus, treinei nas dunas, subi, desci e decidi correr 5 km no domingo, pra realmente ver se era de verdade. O objetivo era fazer 5 km em menos de 25 minutos, finalmente. Algo que me incomodava um pouco desde novembro. Comecei correndo forte pra sentir até onde ia e foi... corri os 5 km em 24:00. Era verdade, corri mais rápido.
O treino de terça-feira confirmou. Foram 3 tiros de 4 km (20:58, 20:15 e 21:07). Desde que comecei a seguir uma planilha, consegui fazer apenas uma vez os 3 tiros (ano passado) e os tempos foram altos. Ou fazia dois bons e quebrava no último. Na terça, fiz um tempo bom nos 3, bem próximos. O objetivo é fazer abaixo de 20 minutos, mas chegar perto já me animou.
Estou acreditando mais no próximo passo: correr 10 km abaixo de 50 minutos. As dores estão mais leves, mas ainda estão rondando. A convivência, por enquanto, tem sido pacífica. Corro menos, os treinos são mais específicos. Está funcionando. Acho que elas não vão me abandonar tão cedo. Se não me impedirem de correr e melhorar os tempos, que assim seja. Sigo correndo.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Subindo os degraus

A primeira etapa da Corrida Vertical vai ser realizada em Florianópolis. Uma corrida diferente no calendário. Só subir degraus, no melhor tempo possível. Como quase não gosto de participar de corridas e nunca fiz uma dessas, me inscrevi sem pensar muito. Feita a inscrição, subi os degraus do meu prédio, três vezes, pra ver o que me esperava, e o resultado não foi muito animador. Na última semana, fiz treinamentos mais específicos para essa prova.
Com os treinamentos, sinto que o próximo teste no prédio pode ser melhor. Farei mais três subidas pra ver o que acontece. Imagino que seja uma prova que vai me cansar bastante, mas que vai demorar cinco minutos ou menos. Se correr (caminhar também vale) tudo bem na prova, a recuperação não deve ser demorada. Por ser diferente, vou participar. Aquela brincadeira de criança de subir degraus correndo virou esporte. Depois eu conto como foi.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Novos recordes
Outubro e novembro foram intensos. Muitos treinos e corridas. No final de tudo, uma incomodativa dor nas fíbulas. Quase certeza que foi o impacto constante. Muito descanso na primeira metade de dezembro, alongamentos e gelo. Não sei o que funcionou, ou se foi tudo, mas o certo é que as dores sumiram. Fiz um treino leve na quinta-feira e corri no domingo. Bem tranquilo. Correr sem dores é das melhores coisas que existem.
Hoje foi o dia de retomar a planilha de treinos. Decidi que não dá pra ficar pegando leve nos treinos. Morre no treino pra morrer na corrida e ver se abaixa esse tempo. Estava esperando o expediente acabar para correr meus 4 km forte determinados. Aí, de surpresa, aparece uma centena de salgadinhos no trabalho. Comi. E comi mais um monte. Senti que meu treino seria prejudicado. Não podia dar certo depois de tanta coxinha e pastel.
Mesmo com o estômago cheio, fui correr. E me surpreendi. Uma das vantagens de ser lento é que fica mais fácil fazer tempos melhores. Fiz os 4 km em 19:54, meu recorde pessoal. Mais um recorde pessoal. Nunca fiz tantos recordes quanto nesses últimos três meses. Desde outubro, o desempenho só melhora. Devo dizer que o tempo de hoje adquiriu uma importância maior porque corri arrotando coxinha de frango. É meio nojento, mas é verdade. Seguirei treinando. O pace sub 5:00 vai chegar.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Minha maratona em números
Depois da ansiedade, euforia e felicidade da maratona, parei com mais calma para olhar meus tempos e parciais de cada quilômetro marcados pelo GPS.
10 km 1:00:55 (6:05 min/km)
20 km 1:05:21 (6:32 min/km) - Total 2:06:16
30 km 1:10:01 (7:00 min/km) - Total 3:16:17
40 km 1:22:57 (8:17 min/km) - Total 4:39:14
2.2 km 0:15:10 (6:53 min/km) - Total 4:54:24
42 km em 4:54:24 (tempo líquido. Na foto acima, da minha chegada, aparece o tempo bruto)
Quase consegui correr no tempo que planejei enquanto tentava dormir nos dias que antecediam a maratona. Dividi a corrida em 4 partes de 10 km. Queria fazer 10 km em 1:00:00, 20 km em 1:05:00, 30 km em 1:10:00, 40 km em 1:15:00 e os últimos 2,2 km do jeito que fosse possível. Desse modo, calculava terminar a prova em 4:45:00. Os últimos 10 km, como era previsto, foram os mais complicados e acrescentaram 8 minutos no meu tempo final.
O mais interessante dessas parciais é que fiz a prova toda no escuro, por assim dizer. Só liguei o aplicativo com GPS no celular e corri. Não me preocupei em ver qual era o meu tempo em cada quilômetro. O máximo que eu via, quando possível, era a distância. Meio sem querer, correndo sem saber o tempo, fiz o ritmo que pretendia. Sinal de que já estou conhecendo meu corpo. Gostei. A próxima maratona será ainda melhor.
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