Quando o BBB começou, escrevi por aqui, num post, lá no último parágrafo, a respeito. Tinha o objetivo de não ver nada. Consegui cumprir com louvor o que eu queria. Não vi nenhum programa. O que vi foram alguns segundos, quando passei na frente da tv. Nada mais que isso. No entanto, isso não foi suficiente para não saber nada sobre o programa.
Minha timeline no Twitter ficou cheia de comentários sobre o BBB. Eu ficava sabendo o que acontecia, mas não entendia. Eram frases soltas que chegavam. Lia e não compreendia muito bem. Só a parte das pessoas eliminadas e da campeã eram fáceis de entender. Não foi difícil evitar o BBB. É possível, basta querer. Este ano eu quis e consegui.
Nos outros anos não via os primeiros dias, começava a ver e, no final, estava sempre na frente da tv assistindo. Este ano mudei. Não preciso ver o BBB. Nem gosto muito. Depois de 11 edições meio que encheu o saco. Até a audiência é menor, mas, pelo que li, o faturamento aumentou. Em 2012 deve ter mais um BBB. Espero que não. Se houver, não verei. Não me fará falta.
quarta-feira, 30 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Dia morrido
Estava eu no trabalho, trabalhando, por certo, e, num momento de tranquilidade, resolvi olhar o Twitter, ver o que estava, ou não acontecendo. De repente, aparece uma pessoa falando da morte do José Alencar. Fiquei na dúvida. Daí veio outro e mais um falando do mais novo falecido. Minha dúvida estava se dirimindo totalmente quando veio a derradeira notícia, de um site de notícias que eu sigo. Pronto. Estava confirmado. José Alencar tinha morrido, coisa que parecia impossível até então.
A partir da confirmação da morte, dezenas de piadas apareceram na minha timeline. Não sigo muitas pessoas, mas acredito em centenas de milhares de piadas. Algumas boas, outras nem tanto, mas o importante é tentar. Piadas são válidas, sempre. Mesmo porque era um político, além de ser uma pessoa, que estava enganando a dona morte faz tempo. Um dia não deu mais. Esse dia foi hoje. As piadas sobre a imortalidade dele viraram piadas sobre a morte. Tudo dentro do normal.
O que não deveria ser normal é essa coisa de quando alguém morre virar santo, ou quase isso. Com político acontece também. Concordo que o José Alencar ficou 30 mil anos lutando contra o câncer e tal, mas, olha bem, era um político. Acho que só ficaria triste pela morte de um político caso fosse meu parente. Fora essa situação, seria difícil. Eu tenho coração, mas a culpa não é minha. A culpa é da fama deles, dos políticos, que não colaboram com a própria imagem.
O fato é que 1%, ou menos, dos políticos bons, que valem a pena, sofrem por causa dos outros 99% ou mais. Sei lá se é bom dizer isso, mas político bom, invariavelmente, é político morto. O próximo da lista tem tudo pra ser um outro Zé, o Sarney. É até inacreditável quando morre alguém que parecia que nunca ia morrer. A sensação é deveras estranha. Pra morrer basta estar vivo, já dizia aquela frase muito antiga. O José Alencar, com certo atraso e muita luta, comprovu isso na prática.
A partir da confirmação da morte, dezenas de piadas apareceram na minha timeline. Não sigo muitas pessoas, mas acredito em centenas de milhares de piadas. Algumas boas, outras nem tanto, mas o importante é tentar. Piadas são válidas, sempre. Mesmo porque era um político, além de ser uma pessoa, que estava enganando a dona morte faz tempo. Um dia não deu mais. Esse dia foi hoje. As piadas sobre a imortalidade dele viraram piadas sobre a morte. Tudo dentro do normal.
O que não deveria ser normal é essa coisa de quando alguém morre virar santo, ou quase isso. Com político acontece também. Concordo que o José Alencar ficou 30 mil anos lutando contra o câncer e tal, mas, olha bem, era um político. Acho que só ficaria triste pela morte de um político caso fosse meu parente. Fora essa situação, seria difícil. Eu tenho coração, mas a culpa não é minha. A culpa é da fama deles, dos políticos, que não colaboram com a própria imagem.
O fato é que 1%, ou menos, dos políticos bons, que valem a pena, sofrem por causa dos outros 99% ou mais. Sei lá se é bom dizer isso, mas político bom, invariavelmente, é político morto. O próximo da lista tem tudo pra ser um outro Zé, o Sarney. É até inacreditável quando morre alguém que parecia que nunca ia morrer. A sensação é deveras estranha. Pra morrer basta estar vivo, já dizia aquela frase muito antiga. O José Alencar, com certo atraso e muita luta, comprovu isso na prática.
Internet Explorer
Estava eu, na rede mundial de computadores, com o objetivo de me cadastrar em um devido site. Fui, lépido e faceiro, clicar no botão do cadastro. Consegui? Não. Tive uma surpresa bem desagradável. Para fazer o cadastro eu deveria usar o Internet Explorer. Meudeusdocéu! Que coisa mais arcaica! É difícil crer que alguém ainda use o Internet Explorer pra alguma coisa, que não seja desinstalá-lo.
No MacBook não tem dessas coisas. Não consegui fazer o cadastro. Se eu encontrar vontade, vou usar um computador que tenha o Internet Explorer e, finalmente, me cadastrar. Posso afirmar, no entanto, que já fiquei desanimado. Entusiasmo não existe. Usar o Internet Explorer é tão 1998.
No MacBook não tem dessas coisas. Não consegui fazer o cadastro. Se eu encontrar vontade, vou usar um computador que tenha o Internet Explorer e, finalmente, me cadastrar. Posso afirmar, no entanto, que já fiquei desanimado. Entusiasmo não existe. Usar o Internet Explorer é tão 1998.
segunda-feira, 28 de março de 2011
E agora?
Escrever pouco, mas sobre só um assunto. É assim que vou fazer daqui pra frente, embora já fizesse parecido. Então, lá vai. O foco é não ter foco nenhum, falar sobre qualquer coisa. Cheguei a conclusão, aparentemente óbvia, de que é muito melhor dever pra própria mãe do que pra um banco, qualquer que seja a instituição bancária.
Pensa comigo. Você, por motivos financeiros inesperados, precisa de 100 reais emprestados. Sua mãe, sensacional como quase todas as mães, te empresta. Até pode reclamar e falar que você não sabe administrar suas finanças e que isso não vai durar pra sempre, mas, na maioria dos casos, ela vai emprestar.
Aí que chega o ponto ao qual me refiro. Melhor dever 100 reais pra mãe do que pro banco. No banco, a dívida de 100 reais pode virar, fácil, fácil, 200 reais. Com a sua mãe, essa dívida de 100 pode virar 90, 80 reais, ou menos. Vai depender muito do humor dela. Outra facilidade é poder efetuar o pagamento sem um prazo definido e sem juros.
Todos são obrigados a concordar comigo. Mãe é muito melhor do que banco. Lógico que o ideal seria não precisar recorrer aos empréstimos maternos. No entanto, tendo que pegar dinheiro emprestado, que seja com a mãe e não com o banco. Desde que, é claro, sua mãe, tenha a verba necessária. Afinal, tá ruim pra todo mundo.
Pensa comigo. Você, por motivos financeiros inesperados, precisa de 100 reais emprestados. Sua mãe, sensacional como quase todas as mães, te empresta. Até pode reclamar e falar que você não sabe administrar suas finanças e que isso não vai durar pra sempre, mas, na maioria dos casos, ela vai emprestar.
Aí que chega o ponto ao qual me refiro. Melhor dever 100 reais pra mãe do que pro banco. No banco, a dívida de 100 reais pode virar, fácil, fácil, 200 reais. Com a sua mãe, essa dívida de 100 pode virar 90, 80 reais, ou menos. Vai depender muito do humor dela. Outra facilidade é poder efetuar o pagamento sem um prazo definido e sem juros.
Todos são obrigados a concordar comigo. Mãe é muito melhor do que banco. Lógico que o ideal seria não precisar recorrer aos empréstimos maternos. No entanto, tendo que pegar dinheiro emprestado, que seja com a mãe e não com o banco. Desde que, é claro, sua mãe, tenha a verba necessária. Afinal, tá ruim pra todo mundo.
domingo, 27 de março de 2011
0,914 kg
O número acima se refere ao peso do meu prato de comida hoje no almoço. A fome era tanta, culpa da corrida de logo cedo, que não tive como comer pouco. Cheguei no restaurante e tinha lasanha, panqueca, carne, purê, muitas variedades, tudo coisa que pesa. E pesou. O preço do almoço não lembro. O que me chamou atenção e ficou na minha memória foi o peso do prato. Quase um quilo. Todo o peso que eu poderia ter perdido com a corrida, recuperei, com juros e correção, com o almoço.
Ainda teve o refri, mas o peso maior, logicamente, foi o do prato de comida. Baita peso! Acho que nunca tinha chegado tão perto de um quilo. O dia mais pesado da minha vida, em termos de almoço. Jantei e ainda tava sentindo o almoço na minha barriga. Vou ter que correr mais durante a semana, pra perder o que ganhei neste domingo e me preparar para o fim de semana que vem. Meu aniversário será no próximo sábado e tenho quase certeza que vou comer demais. Correr é a única certeza.
Ainda teve o refri, mas o peso maior, logicamente, foi o do prato de comida. Baita peso! Acho que nunca tinha chegado tão perto de um quilo. O dia mais pesado da minha vida, em termos de almoço. Jantei e ainda tava sentindo o almoço na minha barriga. Vou ter que correr mais durante a semana, pra perder o que ganhei neste domingo e me preparar para o fim de semana que vem. Meu aniversário será no próximo sábado e tenho quase certeza que vou comer demais. Correr é a única certeza.
sábado, 26 de março de 2011
Ovo mexido
Posso dizer que minha vida na cozinha não tem muita variedade. As opções são poucas e não variadas. As comidas que sei fazer se podem contar nos dedos de uma mão. Do Lula. Menos até. Miojo, hambúrguer e misto-quente. Basicamente é isso que me lembro. Semana passada esse número aumentou. Agora é uma mão esquerda cheia do Lula.
Não tinha nada pra comer, queria algo diferente e nada de diferente sabia fazer. O que sabia, não tinha em casa. Foi aí que me foi sugerido aprender a fazer ovo mexido. Era um desafio e tanto. Aceitei e me aventurei nessa nova empreitada. Até que tive sucesso. Percebo que fazer ovo mexido é realmente muito mais fácil do que imaginava.
Também é muito rápido. Demora menos de um minuto. Nunca mais vou pensar que a pessoa que faz ovo mexido tá fazendo grande coisa, de tão simples que é. O que está me causando mais problemas é a parte de quebrar a casca do ovo. Acho que com o tempo e com a prática vou melhorar nesse quesito. Ovo frito, tá chegando a tua vez!
Não tinha nada pra comer, queria algo diferente e nada de diferente sabia fazer. O que sabia, não tinha em casa. Foi aí que me foi sugerido aprender a fazer ovo mexido. Era um desafio e tanto. Aceitei e me aventurei nessa nova empreitada. Até que tive sucesso. Percebo que fazer ovo mexido é realmente muito mais fácil do que imaginava.
Também é muito rápido. Demora menos de um minuto. Nunca mais vou pensar que a pessoa que faz ovo mexido tá fazendo grande coisa, de tão simples que é. O que está me causando mais problemas é a parte de quebrar a casca do ovo. Acho que com o tempo e com a prática vou melhorar nesse quesito. Ovo frito, tá chegando a tua vez!
sexta-feira, 25 de março de 2011
Espelho no elevador
Antigamente as pessoas usavam apenas escadas. Não existia elevador. Quando surgiram, eram pra poucos e não eram nada modernos, mas serviam pro seu propósito fundamental, que é levar as pessoas pra cima e pra baixo sem fazer esforço nenhum.
Hoje o que mais tem é elevador. É muito útil, nesses tempos de prédios de 40 mil andares. Ainda tem que ser rápido e seguro. Bastante coisa, mas tudo necessário e que geralmente não falta. Sobe, desce, estraga de vez em quando e ajuda quem precisa.
Falei outro dia sobre elevador, mas o foco era outro, eram as pessoas que sobem e descem só um andar e aquela ladainha que não pretendo repetir. O foco hoje é o total constrangimento que o elevador causa. As conversas no elevador não são naturais.
Ficar no elevador com pessoas desconhecidas não é muito confortável. Olhar pra todos os lados ou ficar parado pra não parecer esquisito? Dúvida pertinente e ainda sem solução razoável. O jeito é torcer pra pessoa que divide o elevador ser mais estranha.
Azar mesmo é encontrar gente que gosta de puxar conversa. Começa sempre pelo tempo, com variações, às vezes, sobre futebol. Essas conversas nunca rendem, só constragem, e faz todos torcerem para chegar logo no seu andar.
Hoje o que mais tem é elevador. É muito útil, nesses tempos de prédios de 40 mil andares. Ainda tem que ser rápido e seguro. Bastante coisa, mas tudo necessário e que geralmente não falta. Sobe, desce, estraga de vez em quando e ajuda quem precisa.
Falei outro dia sobre elevador, mas o foco era outro, eram as pessoas que sobem e descem só um andar e aquela ladainha que não pretendo repetir. O foco hoje é o total constrangimento que o elevador causa. As conversas no elevador não são naturais.
Ficar no elevador com pessoas desconhecidas não é muito confortável. Olhar pra todos os lados ou ficar parado pra não parecer esquisito? Dúvida pertinente e ainda sem solução razoável. O jeito é torcer pra pessoa que divide o elevador ser mais estranha.
Azar mesmo é encontrar gente que gosta de puxar conversa. Começa sempre pelo tempo, com variações, às vezes, sobre futebol. Essas conversas nunca rendem, só constragem, e faz todos torcerem para chegar logo no seu andar.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Ineditismo
Nunca antes na história esse blog teve tantos acessos. Acho que acertei ao falar da GVT e do Twitter. Nem era minha intenção. Só quis escrever o meu, digamos, protesto por não poder acessar o Twitter. Aquela coisa de xingar muito no Twitter. Não tinha o site disponível e vim pro blog. Pelo jeito mais gente veio. Gostei da movimentação.
Isso traz outro problema. Apareceram até alguns comentários. Não sei como lidar com essa situação. Este blog nunca teve comentários. Ou comentário, na verdade. Quando tinha era um só, e olhe lá. Tenho dúvidas em como proceder. Acho melhor deixar o pessoal falar o que quiser. Comentários, além das visitas, são sempre bem-vindos.
Isso traz outro problema. Apareceram até alguns comentários. Não sei como lidar com essa situação. Este blog nunca teve comentários. Ou comentário, na verdade. Quando tinha era um só, e olhe lá. Tenho dúvidas em como proceder. Acho melhor deixar o pessoal falar o que quiser. Comentários, além das visitas, são sempre bem-vindos.
O Twitter voltou!
É isso mesmo. Depois de aproximadamente 12 horas, das 21 às 9, o Twitter voltou. Li que com outras operadoras também aconteceu isso, o mesmo problema, mas no meu caso a culpa foi da GVT. Só posso falar mal da GVT. É de quem sou cliente. Bom pra GVT que não foi só com eles o problema.
Problemas na grade de DNS da Embratel causaram problemas para os usuários. Não faço ideia do que seja o tal do DNS. Só sei que me deixou sem acesso ao site que mais uso. Voltamos, finalmente, à programação normal. Espero que isso não se repita. A GVT até fez um comunicado. Olha ele aí.
Problemas na grade de DNS da Embratel causaram problemas para os usuários. Não faço ideia do que seja o tal do DNS. Só sei que me deixou sem acesso ao site que mais uso. Voltamos, finalmente, à programação normal. Espero que isso não se repita. A GVT até fez um comunicado. Olha ele aí.
COMUNICADO GVT
Sobre o acesso de usuários da banda larga ao alguns serviços como o microblog Twitter, a GVT esclarece que:
- A rede de banda larga da GVT está em pleno funcionamento e neste momento o acesso aos serviços de internet está normalizado, porém alguns usuários ainda podem enfrentar dificuldades para acessar determinados endereços hospedados no exterior.
- A empresa detectou restrição ao acesso ao Twitter e alguns outros serviços de redes sociais hospedados em vários pontos ao redor do mundo durante aproximadamente 12 horas.
- A situação foi registrada por volta de 21horas desta quarta-feira (23/3), em função de instabilidade na rede internacional que atende a GVT na transmissão do tráfego de clientes de banda larga que acessam endereços hospedados no exterior.
GVT me deixa sem Twitter
Eu sabia! Eu sabia! Não podia ser simplesmente uma coincidência. Depois das minhas pesquisas pessoais, com familiares e amigos, fui pesquisas no Google e no Twitter, usando o 3G do celular. Logo, nem demorou muito, percebi que não era só comigo ou com pessoas próximas o problema. É com todo mundo que tem GVT. Boa, GVT! São alguns sites específicos e, pra meu azar, o Twitter está nessa especificidade.
Estou com problemas desde às 21 horas de ontem, aproximadamente. Achei que de manhã estaria resolvido. Ledo engano. Continua a mesma merda. O jeito é torcer pra GVT ver logo que está com problemas. Quero usar o Twitter na minha internet. Enquanto isso, vou usando o 3G do celular. Não é a mesma coisa, mas me serve. Pelo menos tenho acesso ao Twitter, coisa que a GVT não me permite.
Estou com problemas desde às 21 horas de ontem, aproximadamente. Achei que de manhã estaria resolvido. Ledo engano. Continua a mesma merda. O jeito é torcer pra GVT ver logo que está com problemas. Quero usar o Twitter na minha internet. Enquanto isso, vou usando o 3G do celular. Não é a mesma coisa, mas me serve. Pelo menos tenho acesso ao Twitter, coisa que a GVT não me permite.
quarta-feira, 23 de março de 2011
O que fazer? Parte 2
Tive que fazer esse outro post. Não ia editar o outro. O Twitter continua fora. Fiz algumas pesquisas e contatos e descobri que não é pra todo mundo que tá fora. Por coincidência, todas as pessoas que eu perguntei e que me disseram que o Twitter tá fora usam GVT. Eu uso GVT. Outras pessoas, com outras conexões, não tem problemas para acessar o Twitter. Que bela coincidência de merda.
Não sei o que fazer, respondendo a pergunta do post. O que tá me salvando nesse momento é o 3G do iPhone. A velocidade da internet é menor, mas é o que eu tenho. Consigo entrar em todos os sites, menos no do Twitter. Podia acontecer com qualquer site e foi dar problema justo com o que eu mais uso. Valeu, GVT. Até que me provem o contrário, a culpa é sua.
Não sei o que fazer, respondendo a pergunta do post. O que tá me salvando nesse momento é o 3G do iPhone. A velocidade da internet é menor, mas é o que eu tenho. Consigo entrar em todos os sites, menos no do Twitter. Podia acontecer com qualquer site e foi dar problema justo com o que eu mais uso. Valeu, GVT. Até que me provem o contrário, a culpa é sua.
O que fazer?
Tenho, de vez em quando, ideias sobre o que escrever. Infelizmente, elas são grandes demais para o Twitter e pequenas demais para o blog. Tenho que melhorar essa parte. O que me leva a vir aqui esta noite é o fato de o Twitter estar fora do ar. Não sei se está pra todo mundo ou não. Sei que aqui em casa não entra, de jeito nenhum.
Onde vou reclamar que o Twitter tá fora se não tem Twitter? Vou escrever minhas lamúrias onde? No Facebook? No Orkut? Não acho que seja adequado. No blog é? Pois olha, não sei, mas, como só escrevo no Twitter e no blog, preferi falar aqui. Vou esperar o Twitter voltar. Não sabia que era tão dependente assim. Essa coisa vicia.
Onde vou reclamar que o Twitter tá fora se não tem Twitter? Vou escrever minhas lamúrias onde? No Facebook? No Orkut? Não acho que seja adequado. No blog é? Pois olha, não sei, mas, como só escrevo no Twitter e no blog, preferi falar aqui. Vou esperar o Twitter voltar. Não sabia que era tão dependente assim. Essa coisa vicia.
Aniversário
Pra quem não sabe, hoje é aniversário de Florianópolis. Poderia fazer um post sobre a data, dando os parabéns e tal, mas a verdade é que estou, desculpem o palavreado a seguir, cagando e andando pro aniversário da cidade. Não ligo muito nem pro meu aniversário, não é o de Floripa que vai me fazer pensar diferente. A única coisa boa disso é o feriado.
Não trabalho em Floripa, então não sou beneficiado. Indiretamente até sou, porque o pessoal de Floripa tá de folga e não liga pro escritório. Posso dizer que o que eu tinha pra falar da Floripa está no post de dias atrás. Deixo as homenagens e parabéns mais efusivos para os outros sites. Nada muda pra mim. Só pra não dizer que não falei nada, parabéns Florianópolis.
Não trabalho em Floripa, então não sou beneficiado. Indiretamente até sou, porque o pessoal de Floripa tá de folga e não liga pro escritório. Posso dizer que o que eu tinha pra falar da Floripa está no post de dias atrás. Deixo as homenagens e parabéns mais efusivos para os outros sites. Nada muda pra mim. Só pra não dizer que não falei nada, parabéns Florianópolis.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Intransitável
O trânsito em Floripa é um inferno, uma merda por completo. Se aqui já é ruim, imagina em São Paulo e no Rio de Janeiro. Nem quero imaginar, na verdade. O daqui já é suficiente. Irrita, cansa e várias outras coisas. O pior de tudo é tu ficar parado horas e horas na fila interminável. Começa de manhã, carros, motos e ônibus parados na ponte. O trânsito só melhora um pouco perto das 10 ou 11 horas.
Nesse momento é bom aproveitar. A partir das 15 ou 16 horas já começa a ficar ruim de novo. E vai até depois das 20 horas. Dirigir nem é tão complicado, já que o carro fica mais parado do que em movimento. Duas pontes não são suficientes. Nem três seriam, já que todas as ruas afunilam pra entrar na ponte. Vai tudo pro mesmo lugar e, como Einsten ensinou (foi Einsten, né?), os corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço. Resultado: fila.
Vou dizer que nem me irrito tanto com as filas em si. Rádio sem Voz do Brasil ou músicas e jogos no iPhone. Tudo isso faz o tempo passar mais rápido. Se não vai mais rápido, pelo menos me distrai. Deixo a irritação para quem se irrita fácil. Fico lá, andando na primeira marcha, quase me emocionando quando consigo usar a segunda ou terceira. No ônibus ou de carona é um pouco menos irritante. De todo jeito, não é fácil, mas é o que a gente tem e não parece que vai mudar. Aliás, se parece alguma coisa, parece que vai piorar muito nos próximos anos.
Nesse momento é bom aproveitar. A partir das 15 ou 16 horas já começa a ficar ruim de novo. E vai até depois das 20 horas. Dirigir nem é tão complicado, já que o carro fica mais parado do que em movimento. Duas pontes não são suficientes. Nem três seriam, já que todas as ruas afunilam pra entrar na ponte. Vai tudo pro mesmo lugar e, como Einsten ensinou (foi Einsten, né?), os corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço. Resultado: fila.
Vou dizer que nem me irrito tanto com as filas em si. Rádio sem Voz do Brasil ou músicas e jogos no iPhone. Tudo isso faz o tempo passar mais rápido. Se não vai mais rápido, pelo menos me distrai. Deixo a irritação para quem se irrita fácil. Fico lá, andando na primeira marcha, quase me emocionando quando consigo usar a segunda ou terceira. No ônibus ou de carona é um pouco menos irritante. De todo jeito, não é fácil, mas é o que a gente tem e não parece que vai mudar. Aliás, se parece alguma coisa, parece que vai piorar muito nos próximos anos.
Será que eu fechei?
Acontece de vez em quando. Saio do carro e ligo o alarme. Ando alguns metros e vem um pensamento, cheio de dúvida, questionando se, de fato, liguei o alarme. E agora? Liguei ou não liguei? Bom é quando há tempo e posso voltar pra verificar e confirmar que tinha ligado. Na maioria das vezes não tenho esse tempo. Então continuo o que ia fazer e fico torcendo pra ter ligado o maldito alarme. É bem raro não ligar, mas a sensação de dúvida existe, além do receio de alguma coisa acontecer.
Nunca aconteceu nada até o momento. Espero que não aconteça. O que falei a respeito do alarme do carro pode servir também pra porta de casa. Fechei a porta, tranquei a janela, será? Existem muitas outras situações. Talvez não sejam muitas, podem ser bem poucas, mas elas existem. Me lembrei dessas duas, que são as que mais acontecem comigo. Agora tenho que confirmar se realmente liguei o alarme e fechei a porta de casa. Fiquei na dúvida, de novo. Volto mais tarde.
Nunca aconteceu nada até o momento. Espero que não aconteça. O que falei a respeito do alarme do carro pode servir também pra porta de casa. Fechei a porta, tranquei a janela, será? Existem muitas outras situações. Talvez não sejam muitas, podem ser bem poucas, mas elas existem. Me lembrei dessas duas, que são as que mais acontecem comigo. Agora tenho que confirmar se realmente liguei o alarme e fechei a porta de casa. Fiquei na dúvida, de novo. Volto mais tarde.
domingo, 20 de março de 2011
Cinco seria suficiente
Domingo à tarde, depois do jogo do Grêmio, não me sobraram muitas opções de jogos na tv. Botafogo x Vasco até seria bom se não fosse pelo Campeonato Carioca. Ainda mais que o Vasco, apesar de vencer, não tá muito bem. Deixei de lado. Prudente x São Paulo também não era grande coisa. Por fim, dois jogos do Campeonato Catarinense, um envolvendo o Avaí e outro envolvendo o Figueirense.
No final das contas, no frigir dos ovos, acabei que não vi nenhum. Não valia a pena perder meu tempo. Jogos muito ruins. E ainda de estaduais. Se fossem bons podia compensar. O pouco que pude ver me fez chegar a uma conclusão a respeito do Campeonato Catarinense. Apenas cinco times seriam mais do que suficientes para disputar o campeonato.
Veja bem, veja bem. Avaí, Criciúma e Figueirense são os três maiores times do estado. Bota eles mais a Chapecoense e o Joinville, que de vez me quando incomodam no campeonato, e pronto. Tem um baita campeonato estadual. Seria o melhor estadual dos últimos tempos. Faz turno e returno com semifinal e final. Pelo menos não ia ter Imbituba, Metropolitano, Brusque, Marcílio Dias e Concórdia.
Campeonato estadual, vocês sabem, já não tem muita qualidade. Bota esses últimos cinco times que citei e fica uma merda. Se deixar só os cinco times tradicionais, seria um estadual de grandes jogos e talvez de mais público. É uma ideia genial. Podem usar e nem precisam dizer que é minha. Sendo possível, que se faça um estadual menos ruim. Azar dos times pequenos. Por culpa deles é que o campeonato fica pior ainda.
No final das contas, no frigir dos ovos, acabei que não vi nenhum. Não valia a pena perder meu tempo. Jogos muito ruins. E ainda de estaduais. Se fossem bons podia compensar. O pouco que pude ver me fez chegar a uma conclusão a respeito do Campeonato Catarinense. Apenas cinco times seriam mais do que suficientes para disputar o campeonato.
Veja bem, veja bem. Avaí, Criciúma e Figueirense são os três maiores times do estado. Bota eles mais a Chapecoense e o Joinville, que de vez me quando incomodam no campeonato, e pronto. Tem um baita campeonato estadual. Seria o melhor estadual dos últimos tempos. Faz turno e returno com semifinal e final. Pelo menos não ia ter Imbituba, Metropolitano, Brusque, Marcílio Dias e Concórdia.
Campeonato estadual, vocês sabem, já não tem muita qualidade. Bota esses últimos cinco times que citei e fica uma merda. Se deixar só os cinco times tradicionais, seria um estadual de grandes jogos e talvez de mais público. É uma ideia genial. Podem usar e nem precisam dizer que é minha. Sendo possível, que se faça um estadual menos ruim. Azar dos times pequenos. Por culpa deles é que o campeonato fica pior ainda.
Elevador não eleva
O tal do elevador. Ele que nos faz ficar olhando pra baixo, sem saber o que falar com a pessoa que divide aquele pequeno espaço. Ou mesmo quando estamos sozinhos. É sempre constrangedor um elevador. Nos dias de hoje é raro, mas a coisa só piora se der problema e o meio de transporte travar entre um andar e outro.
No entanto, nada é mais constrangedor do que uma pessoa que usa o elevador para subir ou desde 1 andar. UM ANDAR!!!! Quem faz isso não fica constrangido, tão pouco se importa. Tá cagando e andando, e caga e anda de elevador. Usa das desculpas mais estapafúrdias para justificar o que é injustificável.
Pra não dizer que não há exceções, pessoas com problemas físicos, obviamente, devem optar sempre pelo elevador. Me refiro, neste post, aos seres que tem condições plenas, que podem subir 1 andar sem sentir qualquer tipo de cansaço. Esses mereciam passar um dia com problema nas pernas pra valorizar o que não fazem questão de usar.
Tenho a impressão que ficou claro o quanto me irrito com tal situação. Citar o cansaço, o salto alto, nada, nada mesmo, vai fazer sua opção pelo elevador ser minimamente justificada. Tem saúde e todo o equipamento pra subir UM maldito andar de escada. Então suba e não abusa.
O elevador tinha que ficar horas travado quando pessoas assim fizessem uso dele. Talvez não mudasse as atitudes, mas ia ser muito bom ver alguém que se recusa a subir UM andar de escada ficar preso no elevador por horas e horas. O tempo que seria economizado se transformaria numa longa espera. Podia acontecer, podia mesmo.
No entanto, nada é mais constrangedor do que uma pessoa que usa o elevador para subir ou desde 1 andar. UM ANDAR!!!! Quem faz isso não fica constrangido, tão pouco se importa. Tá cagando e andando, e caga e anda de elevador. Usa das desculpas mais estapafúrdias para justificar o que é injustificável.
Pra não dizer que não há exceções, pessoas com problemas físicos, obviamente, devem optar sempre pelo elevador. Me refiro, neste post, aos seres que tem condições plenas, que podem subir 1 andar sem sentir qualquer tipo de cansaço. Esses mereciam passar um dia com problema nas pernas pra valorizar o que não fazem questão de usar.
Tenho a impressão que ficou claro o quanto me irrito com tal situação. Citar o cansaço, o salto alto, nada, nada mesmo, vai fazer sua opção pelo elevador ser minimamente justificada. Tem saúde e todo o equipamento pra subir UM maldito andar de escada. Então suba e não abusa.
O elevador tinha que ficar horas travado quando pessoas assim fizessem uso dele. Talvez não mudasse as atitudes, mas ia ser muito bom ver alguém que se recusa a subir UM andar de escada ficar preso no elevador por horas e horas. O tempo que seria economizado se transformaria numa longa espera. Podia acontecer, podia mesmo.
sábado, 19 de março de 2011
Cabelo
O tempo passa. Se me lembro bem, já foram mais de 3 meses. Nunca pensei que fosse conseguir ficar tanto tempo sem cortar o cabelo. No longínquo mês de dezembro de 2010 tive minha última experiência deste tipo. Desde lá, o cabelo só cresce e cresce. Estou quase atingindo meu objetivo, estabelecido no meio de janeiro: ficar 4 meses sem cortar o cabelo ou, pelo menos, até o meu aniversário, no começo de abril.
Sinceramente, não sei se será possível. Chega um momento em que você percebe que precisa cortar o cabelo, não dá mais pra continuar do jeito que está. Já passei desse momento há 3 semanas, aproximadamente. De agora em diante, tudo só piora. Pra quem já é feio, isso é potencializado muitas vezes mais. Está acontecendo comigo, mas ainda resisto. Um pouco por vontade, um outro pouco por preguiça.
Vai chegar o dia que vou cansar desse cabelo todo sobre a minha cabeça. E vai ser resolvido tão rápido. Máquina 3 raspa e em 10 ou 15 minutos tá pronto. O problema maior, no momento, é vencer a preguiça de sair de casa pra cortar o cabelo. Ainda tem que pagar. Fatores mínimos que, por enquanto, vão impedindo o corte de todos esses fios de cabelo. De todo jeito, acho que de abril não passa. Talvez não passe nem do fim de março.
Sinceramente, não sei se será possível. Chega um momento em que você percebe que precisa cortar o cabelo, não dá mais pra continuar do jeito que está. Já passei desse momento há 3 semanas, aproximadamente. De agora em diante, tudo só piora. Pra quem já é feio, isso é potencializado muitas vezes mais. Está acontecendo comigo, mas ainda resisto. Um pouco por vontade, um outro pouco por preguiça.
Vai chegar o dia que vou cansar desse cabelo todo sobre a minha cabeça. E vai ser resolvido tão rápido. Máquina 3 raspa e em 10 ou 15 minutos tá pronto. O problema maior, no momento, é vencer a preguiça de sair de casa pra cortar o cabelo. Ainda tem que pagar. Fatores mínimos que, por enquanto, vão impedindo o corte de todos esses fios de cabelo. De todo jeito, acho que de abril não passa. Talvez não passe nem do fim de março.
sexta-feira, 18 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
Mata a barata
Outro dia, pode ter sido ontem ou vai ser amanhã, enfim, em um dia qualquer, a barata do título adentrou pela janela, no quarto. Mas era A barata. Sem brincadeira, era muito grande. Daquelas baratas voadoras ainda. O mais estranho foi que ninguém viu quando ela entrou. Só foi vista quando estava na parede, perto da porta. O barulho frenético das asas denunciou sua presença.
Notada a presença indesejada do asqueroso inseto, procura-se o chinelo. Com ele em mãos, tem que ser meticuloso para matar a barata logo no começo. Não houve sucesso. Ela foi pra porta, perambulou por cima da porta e foi ao chão na segunda tentativa de chinelada. Mas não foi ao chão devido à chinelada. Ela escapou e sumiu. De repente, assim, desapareceu.
A tensão já estava no ambiente. Afinal, dormir com uma barata solta dentro de casa é meio aterrorizante. O bicho é nojento. Não deve ser legal estar dormindo e uma barata pousar na sua cabeça. Pode acontecer e não deve ser a melhor das situações. Uma barata viva em casa transmite total intranquilidade para os habitantes da mesma.
A barata foi pouco inteligente e se mostrou para quem quisesse ver. Lá estava ela, na sala. Apareceu tão de repente quanto havia desaparecido. Dessa vez não teve escapatória. Morreu, finalmente. Não sem antes aquela tradicional corrida atrás da barata com o chinelo na mão. Ela é rápida, ágil, mas a área de contato do chinelo e a força exercida são maiores. Fim de vida da barata e, consequentemente, a tranquilidade voltou ao lar. A vida sem baratas é muito melhor.
Notada a presença indesejada do asqueroso inseto, procura-se o chinelo. Com ele em mãos, tem que ser meticuloso para matar a barata logo no começo. Não houve sucesso. Ela foi pra porta, perambulou por cima da porta e foi ao chão na segunda tentativa de chinelada. Mas não foi ao chão devido à chinelada. Ela escapou e sumiu. De repente, assim, desapareceu.
A tensão já estava no ambiente. Afinal, dormir com uma barata solta dentro de casa é meio aterrorizante. O bicho é nojento. Não deve ser legal estar dormindo e uma barata pousar na sua cabeça. Pode acontecer e não deve ser a melhor das situações. Uma barata viva em casa transmite total intranquilidade para os habitantes da mesma.
A barata foi pouco inteligente e se mostrou para quem quisesse ver. Lá estava ela, na sala. Apareceu tão de repente quanto havia desaparecido. Dessa vez não teve escapatória. Morreu, finalmente. Não sem antes aquela tradicional corrida atrás da barata com o chinelo na mão. Ela é rápida, ágil, mas a área de contato do chinelo e a força exercida são maiores. Fim de vida da barata e, consequentemente, a tranquilidade voltou ao lar. A vida sem baratas é muito melhor.
Apanhar muito é pouco
Vi no Jornal Hoje a notícia do aluno que arremessou uma carteira contra a professora. Leia a notícia toda, vejam o vídeo. Puta que pariu! Respeitar os professores, as pessoas, é algo que parece ter se perdido no tempo. O cara não fica quieto e ainda acha ruim quando a professora vai chamar a diretora. Pra piorar, joga uma carteira na mulher que tá lá tentando ensinar, quase sempre sem as condições mínimas. Sem citar ainda as ameaças às conselheiras tutelares.
Meio que me revoltei. Uma surra seria muito pouco pra um marginal desse. Não dá pra chamar nem de estudante nem de aluno. Penso até que devia me preocupar. Vai que o referido imbecil lê o blog. Possibilidade mínima. Ninguém entra aqui e esse retardado provavelmente não sabe ler. Se souber ler, não sabe interpretar. Prender seria muito fácil. Nessas situações, não sou contra a violência. Pode bater até morrer. Ou quase isso. Gente assim tem mais é que ficar na merda.
Aí vejo a notícia seguinte, que diz que o energúmeno foi suspenso por 6 dias. Depois de fazer a merda, ele diz que perdeu a cabeça e errou. Podia ter perdido a cabeça mesmo. Pelo menos parava de incomodar. Admitir que errou era o mais correto. E vindo de um ser estúpido como esse é surpreendente. Nada do que ele venha a dizer vai mudar minha opinião. Não tem dor de cabeça que sirva de desculpa pra essa atitude.
Meio que me revoltei. Uma surra seria muito pouco pra um marginal desse. Não dá pra chamar nem de estudante nem de aluno. Penso até que devia me preocupar. Vai que o referido imbecil lê o blog. Possibilidade mínima. Ninguém entra aqui e esse retardado provavelmente não sabe ler. Se souber ler, não sabe interpretar. Prender seria muito fácil. Nessas situações, não sou contra a violência. Pode bater até morrer. Ou quase isso. Gente assim tem mais é que ficar na merda.
Aí vejo a notícia seguinte, que diz que o energúmeno foi suspenso por 6 dias. Depois de fazer a merda, ele diz que perdeu a cabeça e errou. Podia ter perdido a cabeça mesmo. Pelo menos parava de incomodar. Admitir que errou era o mais correto. E vindo de um ser estúpido como esse é surpreendente. Nada do que ele venha a dizer vai mudar minha opinião. Não tem dor de cabeça que sirva de desculpa pra essa atitude.
terça-feira, 15 de março de 2011
Motos
Pra mim é basicamente assim. Quem tem moto gosta de moto. Quem não tem moto não gosta. Não tenho moto e não gosto das motos. Talvez as motos nem sejam o problema. Problema maior são as pessoas que vão em cima delas, os tais dos motoqueiros, ou motociclistas. Qualquer que seja o nome que se dê, continuará não sendo do meu agrado.
Parece que os motoqueiros vivem num mundo paralelo, onde a pista do meio foi feita exclusivamente para eles transitarem. Não foi, não, de jeito nenhum. Aquilo ali não é uma terceira pista. Para as motos é. Experimente dar sinal e mudar de pista sem olhar pra ver se tem moto. Provavelmente você ouvirá milhares de decibéis vindos das buzinas insuportáveis.
Sim, porque originalmente só precisa olhar se tem carro na outra pista. As motos desvirtuaram isso. Agora tem que olhar e tomar cuidado com elas. As desgraçadas ainda ficam, invariavalmente, no ponto cego do espelho do carro. O cuidado deve ser redobrado. Não é muito difícil de atropelar sem querer um desses motoqueiros e se incomodar por muito tempo.
Não gosto das motos, não mesmo, mas entendo que, se o sujeito compra uma moto, não é pra ficar andando de acordo com as regras. Ele compra a moto pra ir mais rápido. E o jeito mais rápido é transitando ilegalmente pela pista do meio, cortando a frente dos carros, sem se preocupar muito com o que vai acontecer. E buzinando. Muito. Sempre. Pra tudo.
Por vezes desejo que todos os motoqueiros sofram acidentes fatais. Aí penso que tenho conhecidos e amigos que possuem motos. Tudo bem, eles podem ser poupados. O resto não tenho pena. Aliás, acho que todos sabem que moto não é confiável. É um veículo que não fica em pé por contra própria. Precisa de um apoio, senão cai.
A partir dessa observação se chega a única conclusão possível: moto foi feita pra cair. Ou seja, se você tem moto, um dia vai cair. Se já caiu, ótimo, mas não pense que nunca mais cairá. Quem nunca caiu, se prepare. Quando menos esperar, sua hora vai chegar. Esse é o fato. Torça pra não estar nela quando a dita cuja vier ao chão. Moto e trânsito não combinam, são excludentes.
Parece que os motoqueiros vivem num mundo paralelo, onde a pista do meio foi feita exclusivamente para eles transitarem. Não foi, não, de jeito nenhum. Aquilo ali não é uma terceira pista. Para as motos é. Experimente dar sinal e mudar de pista sem olhar pra ver se tem moto. Provavelmente você ouvirá milhares de decibéis vindos das buzinas insuportáveis.
Sim, porque originalmente só precisa olhar se tem carro na outra pista. As motos desvirtuaram isso. Agora tem que olhar e tomar cuidado com elas. As desgraçadas ainda ficam, invariavalmente, no ponto cego do espelho do carro. O cuidado deve ser redobrado. Não é muito difícil de atropelar sem querer um desses motoqueiros e se incomodar por muito tempo.
Não gosto das motos, não mesmo, mas entendo que, se o sujeito compra uma moto, não é pra ficar andando de acordo com as regras. Ele compra a moto pra ir mais rápido. E o jeito mais rápido é transitando ilegalmente pela pista do meio, cortando a frente dos carros, sem se preocupar muito com o que vai acontecer. E buzinando. Muito. Sempre. Pra tudo.
Por vezes desejo que todos os motoqueiros sofram acidentes fatais. Aí penso que tenho conhecidos e amigos que possuem motos. Tudo bem, eles podem ser poupados. O resto não tenho pena. Aliás, acho que todos sabem que moto não é confiável. É um veículo que não fica em pé por contra própria. Precisa de um apoio, senão cai.
A partir dessa observação se chega a única conclusão possível: moto foi feita pra cair. Ou seja, se você tem moto, um dia vai cair. Se já caiu, ótimo, mas não pense que nunca mais cairá. Quem nunca caiu, se prepare. Quando menos esperar, sua hora vai chegar. Esse é o fato. Torça pra não estar nela quando a dita cuja vier ao chão. Moto e trânsito não combinam, são excludentes.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Há 5 anos atrás
Quem duvidar, pode olhar nesse link e nesse outro. São os dois primeiros posts da história do blog. Posts que anunciavam o que estava por vir na segunda-feira, a estreia oficial do blog. O prólogo foi feito. E quando isso aconteceu? No dia 14/03/2006. Hoje é 14/03/2011. De um jeito ou de outro o blog chegou aos 5 anos de vida. Meio parado, com teia de aranha, mas sem nunca pensar na hipótese de ser excluído. Estamos aí. 5 anos de pouca coisa útil.
Mesmo assim, é um feito pra lá de notável. É sim, nem vem dizer que não. Começamos o blog quando era comum todos terem um. O tempo passou e alguns blogs foram morrendo, sem atualizações. Este aqui ficou meio desatualizado, mas tava sempre por aqui, neste mesmo endereço. Algumas oscilações, mas tudo dentro do normal, dependendo da vontade dos donos. Parabéns pra nós. É provável que venham mais alguns anos.
Mesmo assim, é um feito pra lá de notável. É sim, nem vem dizer que não. Começamos o blog quando era comum todos terem um. O tempo passou e alguns blogs foram morrendo, sem atualizações. Este aqui ficou meio desatualizado, mas tava sempre por aqui, neste mesmo endereço. Algumas oscilações, mas tudo dentro do normal, dependendo da vontade dos donos. Parabéns pra nós. É provável que venham mais alguns anos.
sábado, 12 de março de 2011
Pensei sobre
Tava à toa, como acontece de vez em quando, e me peguei pensando no quão bom seria quando o blog tivesse mais de 100 acessos diários. Não que já tenham sido feitas ações para angariar mais visitantes e leitores. Nunca pensei em nada. Não vai ser exatamente agora. A única coisa que pensei é que, em média, o blog tem entre 20 e 30 visitas diárias. Não é quase nada, mas é bastante, se for olhar pelo lado de que a divulgação é quase nenhuma. Ainda fico me perguntando de onde vem os visitantes.
A grande maioria são novos visitantes, mas essa mesma maioria fica muito pouco tempo no blog. Essa parte de cativar e manter os leitores é mais difícil. Acho que os textos não ajudam. Textos grandes são ruins de ler e os textos pequenos talvez não empolguem. Vai saber. O que eu sei é que com o Google Analytics tive acesso a alguns dados, como os citados logo acima. Um dia vamos chegar lá. Enquanto isso, seguimos escrevendo. Um blog atualizado, aparentemente, tem mais chances de receber mais visitas.
A grande maioria são novos visitantes, mas essa mesma maioria fica muito pouco tempo no blog. Essa parte de cativar e manter os leitores é mais difícil. Acho que os textos não ajudam. Textos grandes são ruins de ler e os textos pequenos talvez não empolguem. Vai saber. O que eu sei é que com o Google Analytics tive acesso a alguns dados, como os citados logo acima. Um dia vamos chegar lá. Enquanto isso, seguimos escrevendo. Um blog atualizado, aparentemente, tem mais chances de receber mais visitas.
Sobre quarta-feira
Demorei pra escrever, mas antes tarde do que mais tarde. Se demorasse mais um pouco, o texto ia ficar defasado, mais ainda do que já está. Quarta-feira, 9 de março de 2011. Lá estava o Grêmio decidindo a final da Taça Piratini contra o time do Caxias. Time titular em campo, deveria ser tranquilo, ou pelo menos não tão difícil. O que se viu foi exatamente o contrário. Caxias com muita vontade, marcando e jogando melhor e o Grêmio lento demais. Se foi a folga de três dias do carnaval não sei, só sei que o time foi muito apático no primeiro tempo.
O gol no final da primeira etapa deu ânimo, afinal só faltava mais um gol pra empatar. Como todos sabem, esse gol demorou pra sair, no minuto 50 do segundo tempo. Muitos reclamaram e falaram do tempo de acréscimo. Quem viu o jogo todo, principalmente o segundo tempo, sabe que os 6 minutos, e depois mais 2, foram totalmente justos. A cera do Caxias era tanta que dava pra encher mais de 50 ouvidos. Escolheram um jeito pra levar a partida no etapa final que não deu muito certo. Depois do empate, o Grêmio venceu nos pênaltis e foi campeão da Taça Piratini.
O ponto principal, no entanto, é que o time do Grêmio jogou muito mal, fez uma péssima partida. Empatar aos 50 e ganhar nos pênaltis é bom e tem que ser comemorado, mas isso só aconteceu em decorrência da péssima exibição do tricolor no primeiro tempo. No segundo, na base da vontade, foi com tudo pra cima e fez o gol. Foi merecido porque o Grêmio buscou o gol. Foi muito sofrido. Não precisava ser assim. Tudo começa, vejam vocês, no começo do jogo, pela escalação.
Gilson na lateral é algo que se tornou inadmissível. No Grêmio ele nunca jogou bem. Renato pediu pra torcida não vaiar, mas os erros do lateral se sucedem, é um atrás do outro. Só vai parar de errar quando sair no time. Já passou da hora. Bruno Collaço sempre dá melhor resposta quando joga. Atenuado o problema na esquerda, passa-se para o meio-campo. Carlos Alberto não pode jogar onde vem jogando. Ele não rende ali, apesar de mostrar vontade, e atrapalha o time. Ele ajuda bastante quando não joga.
Renato deve ter percebido isso. Já são duas partidas em que ele substitui o Carlos Alberto aos 25 do primeiro tempo. Sinal de que não deu certo. Nem vai dar. O meio-campo tem que ter Rochemback, Lúcio e Douglas. Falta uma vaga e por ela estão na briga Adílson, William Magrão e Fernando. Acho que o Adílson está em vantagem, mas Fernando se mostra o jogador mais promissor e com condições para assumir a titularidade no futuro. Desde que não seja o Carlos Alberto, tá bom. Com qualquer um dos três volantes o time fica menos exposto.
No ataque tinha outro problema: os dois centroavantes. Borges e André Lima, a despeito dos gols marcados, não tiveram bons desempenhos, não deu certo. Júnior Viçosa ou alguém com mais velocidade junto de um deles seria mais proveitoso. Até o Carlos Alberto podia render mais no ataque. A lesão de André Lima interrompe a sequência de jogos dele, mas, bem ou mal, vai ajeitar o ataque do Grêmio. Agora Borges vai ter um atacante que se movimenta mais. Ano passado era assim com o Jonas. A tendência é o ataque se tornar mais produtivo.
O Grêmio tem problemas e eles ficaram todos bem aparentes na final da Taça Piratini. Sorte do tricolor que, mesmo com tais problemas, a taça ficou no Olímpico. Haverá um pouco mais de tempo para corrigir as falhas. Lateral esquerda, uma vaga no meio-campo e o ataque. Três problemas com solução no próprio elenco tricolor. Basta Renato fazer as escolhas apropriadas. O Grêmio pode ser campeão sem sofrer tanto. Imortalidade é bom e a gente gosta, mas ela não faz milagres se o time tem jogadores abaixo da média e esquema capenga. O aviso foi dado. Que seja bem entendido. Vamos tricolor, queremos a COPA!
O gol no final da primeira etapa deu ânimo, afinal só faltava mais um gol pra empatar. Como todos sabem, esse gol demorou pra sair, no minuto 50 do segundo tempo. Muitos reclamaram e falaram do tempo de acréscimo. Quem viu o jogo todo, principalmente o segundo tempo, sabe que os 6 minutos, e depois mais 2, foram totalmente justos. A cera do Caxias era tanta que dava pra encher mais de 50 ouvidos. Escolheram um jeito pra levar a partida no etapa final que não deu muito certo. Depois do empate, o Grêmio venceu nos pênaltis e foi campeão da Taça Piratini.
O ponto principal, no entanto, é que o time do Grêmio jogou muito mal, fez uma péssima partida. Empatar aos 50 e ganhar nos pênaltis é bom e tem que ser comemorado, mas isso só aconteceu em decorrência da péssima exibição do tricolor no primeiro tempo. No segundo, na base da vontade, foi com tudo pra cima e fez o gol. Foi merecido porque o Grêmio buscou o gol. Foi muito sofrido. Não precisava ser assim. Tudo começa, vejam vocês, no começo do jogo, pela escalação.
Gilson na lateral é algo que se tornou inadmissível. No Grêmio ele nunca jogou bem. Renato pediu pra torcida não vaiar, mas os erros do lateral se sucedem, é um atrás do outro. Só vai parar de errar quando sair no time. Já passou da hora. Bruno Collaço sempre dá melhor resposta quando joga. Atenuado o problema na esquerda, passa-se para o meio-campo. Carlos Alberto não pode jogar onde vem jogando. Ele não rende ali, apesar de mostrar vontade, e atrapalha o time. Ele ajuda bastante quando não joga.
Renato deve ter percebido isso. Já são duas partidas em que ele substitui o Carlos Alberto aos 25 do primeiro tempo. Sinal de que não deu certo. Nem vai dar. O meio-campo tem que ter Rochemback, Lúcio e Douglas. Falta uma vaga e por ela estão na briga Adílson, William Magrão e Fernando. Acho que o Adílson está em vantagem, mas Fernando se mostra o jogador mais promissor e com condições para assumir a titularidade no futuro. Desde que não seja o Carlos Alberto, tá bom. Com qualquer um dos três volantes o time fica menos exposto.
No ataque tinha outro problema: os dois centroavantes. Borges e André Lima, a despeito dos gols marcados, não tiveram bons desempenhos, não deu certo. Júnior Viçosa ou alguém com mais velocidade junto de um deles seria mais proveitoso. Até o Carlos Alberto podia render mais no ataque. A lesão de André Lima interrompe a sequência de jogos dele, mas, bem ou mal, vai ajeitar o ataque do Grêmio. Agora Borges vai ter um atacante que se movimenta mais. Ano passado era assim com o Jonas. A tendência é o ataque se tornar mais produtivo.
O Grêmio tem problemas e eles ficaram todos bem aparentes na final da Taça Piratini. Sorte do tricolor que, mesmo com tais problemas, a taça ficou no Olímpico. Haverá um pouco mais de tempo para corrigir as falhas. Lateral esquerda, uma vaga no meio-campo e o ataque. Três problemas com solução no próprio elenco tricolor. Basta Renato fazer as escolhas apropriadas. O Grêmio pode ser campeão sem sofrer tanto. Imortalidade é bom e a gente gosta, mas ela não faz milagres se o time tem jogadores abaixo da média e esquema capenga. O aviso foi dado. Que seja bem entendido. Vamos tricolor, queremos a COPA!
sexta-feira, 11 de março de 2011
Mávazou
Esse tal de carnaval me botou uma preguiça de escrever aqui. Fora que o iPhone voltou (isso vai virar um post), aí meu tempo foi sendo ocupado por isso e outras coisas. Tentaremos voltar. Tarde de um dia qualquer desses que tem todo dia. Passava pela avenida e um M gigante podia ser visto. Eu vi e decidi que iria lá. O lá era o McDonald's. E lá eu fui.
Num final de tarde não deveria demorar tanto pra ser atendido. Tinha 5 pessoas na fila e só um funcionário atendendo. Pela demora e pela forma dele atender, era novo e tava aprendendo as funções. Tanto é que ele falou os refris disponíveis numa velocidade impressionante e ficou sem ar. Foi engraçado. Perdi mais tempo na fila do que fazendo e pegando pedido.
Problema de espera não foi o maior que enfrentei. Demora, mas nada que vá me matar. Depois foi pior. O McDonald's tem um grande problema, que é não ter sacolar. O lanche vai dentro daquelas embalagens de papel que não oferecem nenhuma facilidade para carregá-las. O refri é solto, naquela embalagem ridícula. A parte de muito gelo é tão normal que nem reclamo mais, mas deveria.
Tudo contribuiu para o desastre dentro da minha mochila. Não é fácil carregar, daí pedi pro funcionário botar tudo dentro da embalagem de papel, inclusive o refri. Dei um jeito, apertei daqui e dali e entrou na mochila. Imaginei que pudesse acontecer alguma coisa. Andar quase 10 minutos com aquilo balançando não ia acabar bem.
Foi exatamente o que aconteceu. Balança pra cá, pula ali e quando chego no meu destino final vejo que a mochila está pingando. Antes fosse água. Lógico que não era. Era laranja, era a Fanta que eu pedi. Pronto. Vazou refri na embalagem e da embalagem passou pra mochila. Desastre total. Por onde eu andei ficou um rastro de gotas de Fanta Laranja.
A mochila ainda tem solução. Vou lavar e torcer pra voltar ao normal. Acredito que seja possível. Ficou seca, mas tá com aquele jeito de Fanta. Outra coisa interessante foi que algumas batatas e uma embalagem do lanche ficaram totalmente molhadas. Menos mal que a parte principal, o lanche e quase todas as batatas, foram salvas.
Vazou refri, mas podia ser muito pior. Lições aprendidas e que não serão repetidas, no que diz respeito a colocar refri de fast food dentro da mochila. Nunca vai dar certo e eu, de certa forma, já sabia. Mas e aquela vontade de confirmar que a teoria estava certa? Eu tive e confirmei. Vaza mesmo. Não façam isso em casa (e fora de casa também). É garantido que vai vazar.
Num final de tarde não deveria demorar tanto pra ser atendido. Tinha 5 pessoas na fila e só um funcionário atendendo. Pela demora e pela forma dele atender, era novo e tava aprendendo as funções. Tanto é que ele falou os refris disponíveis numa velocidade impressionante e ficou sem ar. Foi engraçado. Perdi mais tempo na fila do que fazendo e pegando pedido.
Problema de espera não foi o maior que enfrentei. Demora, mas nada que vá me matar. Depois foi pior. O McDonald's tem um grande problema, que é não ter sacolar. O lanche vai dentro daquelas embalagens de papel que não oferecem nenhuma facilidade para carregá-las. O refri é solto, naquela embalagem ridícula. A parte de muito gelo é tão normal que nem reclamo mais, mas deveria.
Tudo contribuiu para o desastre dentro da minha mochila. Não é fácil carregar, daí pedi pro funcionário botar tudo dentro da embalagem de papel, inclusive o refri. Dei um jeito, apertei daqui e dali e entrou na mochila. Imaginei que pudesse acontecer alguma coisa. Andar quase 10 minutos com aquilo balançando não ia acabar bem.
Foi exatamente o que aconteceu. Balança pra cá, pula ali e quando chego no meu destino final vejo que a mochila está pingando. Antes fosse água. Lógico que não era. Era laranja, era a Fanta que eu pedi. Pronto. Vazou refri na embalagem e da embalagem passou pra mochila. Desastre total. Por onde eu andei ficou um rastro de gotas de Fanta Laranja.
A mochila ainda tem solução. Vou lavar e torcer pra voltar ao normal. Acredito que seja possível. Ficou seca, mas tá com aquele jeito de Fanta. Outra coisa interessante foi que algumas batatas e uma embalagem do lanche ficaram totalmente molhadas. Menos mal que a parte principal, o lanche e quase todas as batatas, foram salvas.
Vazou refri, mas podia ser muito pior. Lições aprendidas e que não serão repetidas, no que diz respeito a colocar refri de fast food dentro da mochila. Nunca vai dar certo e eu, de certa forma, já sabia. Mas e aquela vontade de confirmar que a teoria estava certa? Eu tive e confirmei. Vaza mesmo. Não façam isso em casa (e fora de casa também). É garantido que vai vazar.
terça-feira, 8 de março de 2011
Carnavai embora
O carnaval acabou. A parte do feriado, das festas, na maioria das cidades. Em Salvador isso não acontece. Menos mal que não moro lá. Consegui ficar todo o carnaval sem ver desfile algum na tv. Não foi difícil. A tv a cabo ajuda muito quem quer evitar essa festa. A única coisa que fiz no carnaval foi ir no Bloco dos Sujos, pra ver como era. E só isso. O feriado, a melhor parte do carnaval eu aproveitei como deveria.
Sem precisar trabalhar, acordando e dormindo tarde. Diversão no carnaval, pra mim, é não sair no meio da folia ou algo do tipo. Prefiro manter distância. Apesar de algumas músicas de baixa qualidade adentrando minha janela, consegui passar o carnaval seguro, longe dessa confusão. Mais posts a respeito disso ou de outras coisas, talvez amanhã. Hoje, em ritmo de feriado, não sai nada muito longo e complexo. É sucinto e prolixo.
Sem precisar trabalhar, acordando e dormindo tarde. Diversão no carnaval, pra mim, é não sair no meio da folia ou algo do tipo. Prefiro manter distância. Apesar de algumas músicas de baixa qualidade adentrando minha janela, consegui passar o carnaval seguro, longe dessa confusão. Mais posts a respeito disso ou de outras coisas, talvez amanhã. Hoje, em ritmo de feriado, não sai nada muito longo e complexo. É sucinto e prolixo.
Pretty women
Pra ninguém ousar dizer que o blog não registrou, por mínima que fosse a mensagem, nenhuma homenagem. Então, diga-se o que deve ser dito. Parabéns a todas as mulheres que eventualmente lerem este post ou blog. Hoje é mera data comemorativa. Todo dia é dia da mulher.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Ragazzo
Bem rápido, só pra dizer o fato de pouco tempo atrás. Sabe o Ragazzo? Aquela loja, restaurante, lanchonete, enfim, isso aí, de fast food italiano. Tudo que já comi lá sempre foi bom, não tive o que reclamar. A única coisa realmente ruim é o preço da bebida. Muito caro pra pouca bebida. No entanto, não é sobre isso que vou falar.
Segunda de carnaval, sem almoço em casa, sem carro mas com dinheiro, pensei em pedir algo no Ragazzo. Fui no site, peguei o número e liguei. E não deu. Em certas cidades não tem tele-entrega. Tive que comer o risoto que sobrou de ontem. É bom, mas preferia o Ragazzo. Duplo azar: deles, que não vão vender, e meu, que não vou comer. Tá na hora deles ampliarem a rede de tele-entrega. Ficaria agradecido.
Segunda de carnaval, sem almoço em casa, sem carro mas com dinheiro, pensei em pedir algo no Ragazzo. Fui no site, peguei o número e liguei. E não deu. Em certas cidades não tem tele-entrega. Tive que comer o risoto que sobrou de ontem. É bom, mas preferia o Ragazzo. Duplo azar: deles, que não vão vender, e meu, que não vou comer. Tá na hora deles ampliarem a rede de tele-entrega. Ficaria agradecido.
sábado, 5 de março de 2011
Boa de braço
A melhor e maior notícia do sábado tem um viés familiar. Afinal, descobri que minha vó comprou um fusca. Ela tem 84 anos, se não me engano, mas isso não seria obstáculo para dirigir. Com boas condições de saúde, dirige-se com qualquer idade. O ponto que realmente me fez pensar é o seguinte: essa minha vó só tem um braço. Como faz pra dirigir com apenas um braço? E um fusca, ainda!
Quero ver ela dirigir. De repente, consegue. Minha vó sempre supreendendo. Quando que eu ia imaginar que ela compraria um carro. Melhor dizendo, um fusca. A hipótese mais viável é meu tio e minha tia usarem o carro. Se ela dirigir, vai atingir um estágio de vó insuperável por qualquer outra vó do mundo. Quando for visitar ela, vou querer pegar uma carona, mesmo sabendo do risco que posso correr.
Quero ver ela dirigir. De repente, consegue. Minha vó sempre supreendendo. Quando que eu ia imaginar que ela compraria um carro. Melhor dizendo, um fusca. A hipótese mais viável é meu tio e minha tia usarem o carro. Se ela dirigir, vai atingir um estágio de vó insuperável por qualquer outra vó do mundo. Quando for visitar ela, vou querer pegar uma carona, mesmo sabendo do risco que posso correr.
Começou
É carnaval! Suportando ou não, gostando ou não, são quase 5 dias de feriado. O blog pode parar nesses 5 dias. Ontem já não teve post. Hoje tem este. Sem aproveitar o carnaval, mas aproveitando o feriado. O ritmo será lento.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Abacate
Esse é um dos posts mais complicado que já fiz. Afinal, o assunto e motivo não é daqueles que pode me dar ideias pra escrever bastante. Foi um simples diálogo, uma ideia que tive e só. Até por isso, é necessário esse prólogo. Tenho que fazer um pequena grande introdução, a fim de ocupar o maior espaço possível nessa primeira parte.
O fato é que hoje me ofereceram abacate. Assim, de repente. Disseram que era bom e tal. Não lembro se já comi, talvez nunca tenha experimentado, mas não acho que seja o momento para começar. Ainda mais quando a noite vai me trazer cachorro-quente. Resumindo, e trocando a ordem da frase consagrada, não tive como aceitar.
Não tive, não deu. Vou me preparar para em uma próxima oportunidade comer o tal do abacate. O nome me parece adequado. O sabor não sei. O dia que eu comer, se eu comer, venho aqui e conto se foi bom ou ruim. O post abacate se acaba aqui. Não é acabaxi, essa é uma fruta que só tem o nome parecido, é acabate mesmo. Ou algo do tipo.
O fato é que hoje me ofereceram abacate. Assim, de repente. Disseram que era bom e tal. Não lembro se já comi, talvez nunca tenha experimentado, mas não acho que seja o momento para começar. Ainda mais quando a noite vai me trazer cachorro-quente. Resumindo, e trocando a ordem da frase consagrada, não tive como aceitar.
Não tive, não deu. Vou me preparar para em uma próxima oportunidade comer o tal do abacate. O nome me parece adequado. O sabor não sei. O dia que eu comer, se eu comer, venho aqui e conto se foi bom ou ruim. O post abacate se acaba aqui. Não é acabaxi, essa é uma fruta que só tem o nome parecido, é acabate mesmo. Ou algo do tipo.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Experimento
Garanto que não foi premeditado. Acabou acontecendo. Certo dia, à noite, lá pelas 19 horas, resolvi jantar. Coisa de três pães de trigo. Foi o que comi. E assim fiquei. Passou a noite, dormi, acordei, aquela rotina que acontece sempre de segunda à sexta. Podia dizer que nada comi, mas iria faltar com a verdade. Comi uma banana, um tanto quanto verde, pela manhã. E foi só.
Só fui me alimentar novamente no almoço, depois do meio-dia. Feito isso, constatei a verdade óbvia: comer três pães às 19 horas não é o suficiente para ficar sem fome até o meio-dia do dia seguinte. Minha fome começou a aumentar perto das 9 horas. Foi num crescente. Quando chegou a hora do almoço, tudo o que eu queria era comer.
O experimento foi realizado meio sem querer e constatou o óbvio. O almoço desse dia de fome estava delicioso. Tinha bolinho de arroz. Não precisava de mais nada. Me fartei, matei o que estava me matando. Melhor almoço da semana. E ainda sobrou bolinho de arroz pra comer à noite. Não poderia haver melhor cenário.
Eis que chego em casa, tarde da noite, depois do trabalho e depois de correr, e descubro que os bolinhos de arroz não estavam mais onde deveriam estar. O pessoal de casa comeu tudo. Desanimei profundamente. Pra quem esperava comer bolinho de arroz, acabar com iogurte e manga foi um pouco decepcionante.
Seria terrivelmente ruim o fim de noite. Seria, se não houvesse o pão caseiro materno. Me serve muito. Comi tanto quanto pude. O cheio do pão saindo do forno é irresistível. Coisa bem boa. Fiquei sem os bolinhos de arroz, mas comi quase todo o pão. Perde-se de um lado e ganha-se de outro. Ainda assim, lamento profundamente não ter degustado nenhum bolinho de arroz na janta.
Só fui me alimentar novamente no almoço, depois do meio-dia. Feito isso, constatei a verdade óbvia: comer três pães às 19 horas não é o suficiente para ficar sem fome até o meio-dia do dia seguinte. Minha fome começou a aumentar perto das 9 horas. Foi num crescente. Quando chegou a hora do almoço, tudo o que eu queria era comer.
O experimento foi realizado meio sem querer e constatou o óbvio. O almoço desse dia de fome estava delicioso. Tinha bolinho de arroz. Não precisava de mais nada. Me fartei, matei o que estava me matando. Melhor almoço da semana. E ainda sobrou bolinho de arroz pra comer à noite. Não poderia haver melhor cenário.
Eis que chego em casa, tarde da noite, depois do trabalho e depois de correr, e descubro que os bolinhos de arroz não estavam mais onde deveriam estar. O pessoal de casa comeu tudo. Desanimei profundamente. Pra quem esperava comer bolinho de arroz, acabar com iogurte e manga foi um pouco decepcionante.
Seria terrivelmente ruim o fim de noite. Seria, se não houvesse o pão caseiro materno. Me serve muito. Comi tanto quanto pude. O cheio do pão saindo do forno é irresistível. Coisa bem boa. Fiquei sem os bolinhos de arroz, mas comi quase todo o pão. Perde-se de um lado e ganha-se de outro. Ainda assim, lamento profundamente não ter degustado nenhum bolinho de arroz na janta.
terça-feira, 1 de março de 2011
Vento levanta
Em Florianópolis e adjacências, o vento se faz muito presente, frequentemente. Isso é um complicador para as mulheres. Para elas, veja bem, pra elas, é ruim usar vestido ou saia. O vento, como o artigo definido indica, é masculino. Logo, não hesita em causar constrangimento. Pode se dizer que o vento é um tarado em potencial, está livre para agir e faz o que bem entender.
Hoje mesmo, pela manhã, vi uma distinta moça, caminhando sobre a calçada e com uma mão (desculpem a cacofonia) segurando o vestido. Afinal, estava ventando e, a qualquer momento, o vestido poderia levantar voo. A mão era figura importante no cenário de luta contra o vento. Talvez não valha muito a pena sair à rua com tal vestimenta. Os homens, por certo, não acham ruim.
Como indicaria aquela hashtag do Twitter, fica a dica (no caso, #ficadica). Não é proibido sair de casa com vestido ou saia, mas é óbvio que tem ônus e todas, todos também, sabem disso. O melhor é escolher um dia que não tenha vento. O único problema é que em Florianópolis o tempo muda com velocidade impressionante. O jeito é tentar a sorte. Pode ser o seu dia. Ou dia do vento. Saia de casa, com ou sem saia, e confira.
Hoje mesmo, pela manhã, vi uma distinta moça, caminhando sobre a calçada e com uma mão (desculpem a cacofonia) segurando o vestido. Afinal, estava ventando e, a qualquer momento, o vestido poderia levantar voo. A mão era figura importante no cenário de luta contra o vento. Talvez não valha muito a pena sair à rua com tal vestimenta. Os homens, por certo, não acham ruim.
Como indicaria aquela hashtag do Twitter, fica a dica (no caso, #ficadica). Não é proibido sair de casa com vestido ou saia, mas é óbvio que tem ônus e todas, todos também, sabem disso. O melhor é escolher um dia que não tenha vento. O único problema é que em Florianópolis o tempo muda com velocidade impressionante. O jeito é tentar a sorte. Pode ser o seu dia. Ou dia do vento. Saia de casa, com ou sem saia, e confira.
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