quinta-feira, 17 de março de 2011

Mata a barata

Outro dia, pode ter sido ontem ou vai ser amanhã, enfim, em um dia qualquer, a barata do título adentrou pela janela, no quarto. Mas era A barata. Sem brincadeira, era muito grande. Daquelas baratas voadoras ainda. O mais estranho foi que ninguém viu quando ela entrou. Só foi vista quando estava na parede, perto da porta. O barulho frenético das asas denunciou sua presença.

Notada a presença indesejada do asqueroso inseto, procura-se o chinelo. Com ele em mãos, tem que ser meticuloso para matar a barata logo no começo. Não houve sucesso. Ela foi pra porta, perambulou por cima da porta e foi ao chão na segunda tentativa de chinelada. Mas não foi ao chão devido à chinelada. Ela escapou e sumiu. De repente, assim, desapareceu.

A tensão já estava no ambiente. Afinal, dormir com uma barata solta dentro de casa é meio aterrorizante. O bicho é nojento. Não deve ser legal estar dormindo e uma barata pousar na sua cabeça. Pode acontecer e não deve ser a melhor das situações. Uma barata viva em casa transmite total intranquilidade para os habitantes da mesma.

A barata foi pouco inteligente e se mostrou para quem quisesse ver. Lá estava ela, na sala. Apareceu tão de repente quanto havia desaparecido. Dessa vez não teve escapatória. Morreu, finalmente. Não sem antes aquela tradicional corrida atrás da barata com o chinelo na mão. Ela é rápida, ágil, mas a área de contato do chinelo e a força exercida são maiores. Fim de vida da barata e, consequentemente, a tranquilidade voltou ao lar. A vida sem baratas é muito melhor.

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