terça-feira, 15 de dezembro de 2009

É mentira

Descobri outro dia, por acaso, que está acontecendo aqui perto de casa o torneio brasileiro de tênis de mesa. Vários ônibus com vários atletas. Todos reunidos para participar da competição.

Duas coisas eu pude observar. Tem muita gente de olho puxado jogando isso. Hoje passando pela rua vi um bando deles, aproximadamente uns nove, todos juntos, tão parecidos, praticamente iguais. Meu primeiro palpite seria chamá-los de chineses, mas pode ser qualquer um daqueles países dos olhos puxados. Pra mim é tudo igual, mas eu sei que não é.

Enfim, chineses ou não, olhos puxados ou não, enquanto eu passava na frente do McDonald's vi vários desses atletas por perto. Adentrei na lanchonete, afinal o calor era realmente algo que incomodava. Pedi uma casquinha de chocolate. Não havia. Então a atendente me falou o que eles tinham. Pedi um McColosso de chocolate.

Não era tão colossal quanto dizia o nome. Me custou só dois reais. Logo, o preço foi de acordo com o tamanho, não com o nome. Menos mal. Esse tal de McColosso deve ser que nem o Big Mac. De big só o nome e olhe lá. Tem que comer dois desses pra tentar forrar o estômago. E dois desses é uma baita quantia de dinheiro.

O que eu pude observar segundamente não foi isso. Percebi que vários dos atletas lá presente se enchiam de Big Macs e afins. Um mesmo chegou do meu lado no balcão e pediu pra atendente. Me vê um Big Mac, completo. Completo! Bom, talvez fosse uma ideia errada sobre a alimentação desses atletas.

Eu, como um profissional do amadorismo praticante de corridas, não imaginava que eles comecem tantas besteiras. Devem, talvez, fazer mais exercícios do que eu para manter a forma. Ou vai ver que, por estarem longe de casa, eles aproveitam os benefícios de não precisarem fazer comida.

Tá certo que no caso de praticantes de tênis de mesa não é necessário estar tão em forma assim, mas me pareceu estranho o tipo de comida que eles estavam comendo às quatro horas da tarde. O Michael Phelps eu já sabia, embora o filhodamãe nade trezentos milhões de quilômetros por dia.

Escrever sobre esse negócio todo me deu fome. Terminando o post e continuando com a minha indignação e coerência, vou ligar e pedir um Xis Burguer. Obviamente, sem qualquer tipo de salada, sem nenhum vestígio das mesmas (as saladas, no caso).

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Olha o que ele fez

Olá, boa noite. Estou tirando um pouco do pó e das teias de aranha do blog. Tava difícil entrar. Uma limpeza antes ajudou bastante.

Faz tempo, muito tempo, que este blog está parado. Mas isso não é novidade. Anormal seria se tivesse post todo dia. A gente até tenta, mas nunca vai além do segundo dia. Às vezes, não passa nem do primeiro.

Mas continuamos tentando. Um dia a gente acerta e vai do jeito que tem que ser.

Pra não dizer que não falei das flores, não gosto muito de cravos. Vamos ao que talvez interesse. De repente, vai saber, quem sabe? Então. Nem sei.

O negócio é o seguinte. Eu queria escrever sobre alguma coisa. No twitter teria que escrever diversas vezes para atingir o objetivo.

Aqui não. Posso escrever bem mais do que 140 caracteres. No final das contas vou escrever pouca coisa.

No último mês vi, aproximadamente, 20 filmes. Tenho baixado muitos filmes. Assisti vários deles. Alguns bons, outros nem tanto. Com internet de 10 megas tudo ficou mais fácil. O filme vem em menos de duas horas. Vai faltar tempo pra assistir tanto filme e hd para guardá-los.

Pra começo de conversa, e nova tentativa de atualizar o blog, até que foi um texto bastante grande.

Alguém vai ler? Não sei. Isso importa? Penso que não.  Vai escrever só isso? Vou. Mas você não disse nada que faça sentido. É só isso mesmo? Com certeza. As palavras acabam por aqui.