domingo, 14 de janeiro de 2007

Renascer

Fiquei pensando algumas formas de começar este texto e não encontrei nenhuma muita interessante. Daí coloquei o que eu pensei e estava feito o preâmbulo para o texto. Que baita palavrão hein! Estou sempre com um dicionário por perto. Muito perto mesmo, pois o dicionário é on-line.

Falando agora sobre o assunto real do post. A igreja Renascer está enfrentando problemas. Seus donos foram presos nos Estados Unidos por tentarem entrar no país com alguns milhares de dólares sem terem declarado os mesmos. Fora isso, no Brasil existem diversos processos e ações contra a Renascer. Os donos construíram sua fortuna pessoal com a ajuda dos fiéis, que sempre contribuíam com dinheiro ou qualquer outra coisa que tivesse valor. Aliás, pode-se até chamar de fiéis essas pessoas, mas não seria errado chamá-los de ignorantes. Alguma coisa desse tipo. O pior é que eles acreditam que dando dinheiro pros pastores estarão garantido seu lugar no céu. O que eles não sabem é que é necessário comprar um terreno no céu para garantir seu lugar com certeza absoluta.

Isso torna verdade as piadas a respeitos de igrejas e seitas que eu sempre ouvi. Era seita ouro, seita cheque, seita dinheiro, seita tudo que tem valor. Estou pensando em abrir uma igreja qualquer. Assim receberia algum dinheiro sem muito esforço. Seria quase como um salário. Nem precisa ser muito no começo. Depois quem sabe eu seleciono os fiéis que eu quero que fiquem na minha igreja. Obviamente seriam os mais tontos e com mais dinheiro, para me proporcionar um grande lucro e uma felicidade maior ainda.

Tirante esta minha idéia, se o casal da Renascer for mesmo condenado, a igreja corre o risco de acabar, ou morrer. Até que não seria má idéia. Com tantos fiéis sem uma igreja para contribuir, aumentam as chances da minha igreja ser bem sucedida e ter grandes lucros. Ao final de tudo, caso a Renascer morra realmente, só lhe restará ser como a Fênix e Renascer (piada infame, não reparem) das próprias cinzas. Tomara que isso não aconteça e se acontecer, que não seja no Brasil, pois aqui eu já estarei controlando o mercado de fiéis órfãos de igreja, loucos pra jogar dinheiro fora, mais precisamente no meu bolso. Aleluia!

quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

Voltando mais uma vez

De volta. Agora para sempre. Sempre que puder ou sempre que der vontade. Várias coisas aconteceram desde a última vez que foi postado alguma coisa aqui. Não quero me estender muito, por isso vou escrever apenas sobre o que eu lembro e considero importante. Ou seja, não vem coisa boa.

Vamos aos fatos. Saddam morreu. Parabéns para quem finalmente deu fim na sua estadia entre os vivos. Entretanto, do jeito que tudo foi feito, é capaz de ele acabar virando um mártir. O problema é que só fizeram de presunto o Saddam, enquanto o Bush tá solto, fazendo suas cagadas rotineiras. O lado bom é que ano que vem tem eleição nos Estados Unidos e ele não poderá se re-reeleger.

Rio de Janeiro viveu o caos. Primeiro, viveu ótimos dias de convivência com bandidos às vésperas da virada do ano. Após o ano novo, livre dos atentados, o Rio de Janeiro teve dias de chuva e mais chuva, trazendo grandes danos à cidade. É a cidade maravilhosa. Agora parece que tudo se normalizou, mas o normal no Rio é um tanto quanto anormal. Abaixem-se, cuidado com as balas (não comestíveis).

Sexta passada morreu aos 96 anos, Momofuku Ando, o criador do macarrão instantâneo, popularmente conhecido como miojo ou kinojo, dependendo da preferência do cliente. Esse sim foi uma grande pessoa. Criar isso (miojo) foi uma idéia sensacional. É a única coisa que sei preparar com alguma chance de ter sucesso, embora nunca fique perfeito, porque a perfeição não existe. Ainda mais quando sou eu quem está na cozinha.

Para fechar com chave de ouro banhada a estrume, ontem começou a sétima edição do Big Brother Brasil, mais popularmente conhecido como BBB. É só esperar até final de março e pronto. Acaba o BBB e a minissérie sobre o Acre e tudo volta a ser como antes, deixando bem claro que isso não é necessariamente bom.