segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

E não é que deu certo?

Podia falar de tanta coisa hoje. Podia mesmo. Pensei em várias coisas. Talvez até escreva e descreva elas mais pra baixo. Pode acontecer, mas não é o mais importante. Observem bem. Vejam bem. Que sensacional. Hoje é dia 31 de janeiro. Pode olhar nos arquivos do blog. Mas olha mesmo. Dá pra ver 32 posts em janeiro. Queria fazer um por dia e, no final do mês, deu um pouco mais do que o previsto.

Pra falar a verdade, não lembro de quase nenhum post que escrevi. Se eu ler alguns deles agora, provavelmente vou me assustar com o que escrevi. Talvez não concordar. Vou pensar como que consegui escrever tal coisa. Onde estava com a cabeça? Enfim, o que importa é que o objetivo proposto foi alcançado. Desses 32 posts, acredito que 1 ou 2 sejam aproveitáveis.

Dizem que a prática ajuda a aperfeiçoar. Espero que sim. Não vi essa mudança pra melhor, mas sigo tentando. Fevereiro continua com o mesmo objetivo. O ano todo vai ser assim. Pretendo. Conseguir é outra história. Por enquanto vem dando certo. Assuntos não interessantes, inúteis, falta de assunto, qualquer coisa, tudo pode ser abordado aqui.

Tudo e nada ao mesmo tempo, já dizia a descrição do blog certa feita. Continuo por aqui. Um dia convenço o makarrao a escrever novamente. Com essas coisas de twitter, facebook e o caralho a quatro, ele esqueceu daqui, como eu havia esquecido. Quero fazer ele aparecer aqui, nem que seja só pra dizer oi. Isso é possível. Vou falar com ele depois.

O post de hoje era só pra dizer que deu certo. Parecia improvável e deu certo. Postar todos os dias, média de um post por dia. Este ano vai ser o melhor ano do blog. Vai ter muita quantidade. Espero que a qualidade apareça eventualmente. Tudo isso pra comemorar os 5 ano que o blog faz em março. Acredita nisso? Nem eu. Lembrei agora. Não importa muito no atual momento. Mais perto do aniversário, de fato, volto a falar sobre o tema.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Isso não faz parte

Começar um texto, pode ter certeza, é quase sempre a pior parte do texto em si. Em compensação, depois de começado, as palavras se desenvolvem com naturalidade. Se isso não acontecer, não é dia de escrever. Pois bem, sexta-feira fui em um restaurante que tem frutos do mar como prato principal do seu cardápio. Acontece toda sexta. Queria conhecer, saber como é. Mesmo com um calor insuportável, me mandei para o restaurante, caminhando 10 minutos sob o sol.

Quando cheguei lá, descobri que várias outras pessoas tiveram a mesma ideia. Talvez elas saibam que sexta é dia de frutos do mar. Fila pra pegar comida, fila pra pagar, sem mesa pra sentar e o ar-condicionado não dando conta de condicionar o ar. Tive tempo de ler o twitter algumas vezes antes de chegar minha vez de pegar a comida. Buffet tem dessas coisas, pessoal demora horas escolhendo e pensando. Acabo atrasando mais do que deveria.

Demorou um pouco, mas lá estava eu, de frente para as saladas. Elas sempre vem primeiro, mas não quer dizer muita coisa. Geralmente ignoro-as. No máximo um tomate, só pra não dizer que não comi nada de salada. E foi chegando o momento de conhecer o que o restaurante tinha para oferecer. Comecei pelo básico: arroz, feijão, macarrão e batata-frita.

Depois é que a coisa começou a ficar boa. Olhei e vi o seguinte: camarão à milanesa, camarão à parmegiana, panqueca de camarão, pastel de camarão e strogonoff de camarão. Me senti no paraíso e o prato, obviamente, ficou pequeno diante de tanta comida. Fiz algumas engenharias, mexi daqui e dali, tentei ajeitar e, apesar do strogonoff ficar quase saindo do prato, consegui encher o prato, usar todo o (pouco) espaço que ele me oferecia.

Ainda vi uns negócios de peixe, pirão e tal. Deixei de lado. Tem a ver com meu gosto pessoal. Pra mim, frutos do mar é igual a camarão, de tudo que é jeito. Posso abrir exceção para os peixes, afinal eles convivem no fundo do mar. Os outros não. Reconheço eles como seres do mar e mais nada. Quando alguém me convida pra comer frutos do mar, logo penso em camarão à milanesa.

Se me falam que vamos comer frutos do mar e aparece uma lagosta, siri, essas coisas assim, me dá um desânimo. Sorte que sempre pensam no camarão. Sem ele, teria que comer arroz e batata frita, o que não é de todo mal. Comer frutos do mar e não comer camarão é algo impensável. Respeito opiniões diferentes, mas tem que ter camarão. Sexta-feira que vem estarei novamente no referido restaurante. Viva o camarão!

sábado, 29 de janeiro de 2011

Sábado eu fui pra praia

Não aguentei dormir e ficar o domingo na praia. Muito tempo longe de tudo, apesar do 3G no celular. Tive que voltar. Foi bem proveitoso. Dormi 1 hora da manhã e acordei às 7. Sem sol. Tudo bem, vamos do mesmo jeito. O caminho é longo, mas não há o que fazer. Especialmente hoje o mar estava bastante agitado. Tinha bandeira vermelha em vários pontos da praia.

Mar gelado. Entrar na água? Tá loco! Não eu. Mesmo sem sol o tempo todo, o tempo é um senhor desgraçado. Queima igual. Passar protetor é fundamental. Passei onde era importante. Esqueci de passar nas canelas e nos pés. Adivinha onde queimou e está vermelho e incomodando? Adivinhou. Lei de Murphy não falha nunca. Se falhar, é pra acontecer outra Lei de Murphy.

Praia tem suas particularidades. Ambulantes. Dezenas deles passando na areia, na esperança de vender qualquer coisa. Evite ao máximo olhar para qualquer um deles, no momento que estiverem passando na sua frente. Olhou por 2 segundos e está feito o estrago. Eles param e vem oferecer o produto. Eu não quero, olhei até sem querer. Eles entendem diferente. Olhou pra mim, quer o produto. Vou lá mostrar.

Isso é muito chato. Acontece com todos. Será que eles fazem algum tipo de curso? É muito igual, não muda. Desde o cara que vende chapéu até o que vende amendoim. É possível comer tanta amostra grátis de amendoim que, se somar tudo o que come, dá, no mínimo, um saquinho. Portanto, a dica é não olhar diretamente pra qualquer ambulante.

Coisas boas da praia. O milho e o picolé. Podia existir só isso na praia. É o que vale a pena. Comer camarão, queijo e aquelas outras coisas é pedir pra passar mal. Não tenho coragem. Talvez não aconteça nada, mas é prudente não comprar tais tipos de comida. Prefiro não arriscar. O risco tem que ser útil pra alguma coisa. Não é o caso desses alimentos.

Gastronomicamente, o sábado foi bem variado. O que rendeu alguns problemas digestivos. Milho, sorvete, churrasco e sorvete. Tudo isso entre 11 e 19 horas. Transtornos à vista. Meu reinado estava apenas começando. Aliás, achei que só ia tomar posse do trono no domingo, mas já no sábado os súditos clamaram pela minha presença. Não pude abandoná-los e atendi ao chamado. Talvez o reinado perdure até domingo. Essa decisão não passa pela minha vontade.

You're a beach

Sábado sem sol. Não era o que eu imaginava. Vou na praia. E é melhor ir à praia quando tem sol. Pelo menos não está chovendo. Daqui a pouco estou saindo. Enquanto não saio, encontrei um tempo disponível e vim pro blog.

Não sei se volto hoje pra casa. E a atualização diária tem que ocorrer. Enquanto for possível, quero continuar. Sabe a praia de Jurerê, em Florianópolis? Então, não é lá que eu vou. É ali perto. Ingleses Beach. Se não conseguir atualizar o blog, com certeza estarei no twitter. E daqui a pouco estarei na praia.

http://twitter.com/#!/eaug

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

É tão estranho

Ontem foi um dia um tanto quanto estranho. Estranhos acontecimentos. Acordei com um sono enorme, como mencionei no post de ontem. Nem fui dormir tão tarde assim, mas, sei lá, o sono se manifestou. Ficou me atrapalhando o resto do dia. Não foi só isso. Não, não foi. Ainda teve mais algumas outras coisas, as quais vou contar a seguir.

O tempo ameaçava chover. Caíram alguns pingos, mas não chegou nem perto do temporal que se anunciava. Até eu colaborei pra que tivesse chuva. Lavei a louça do almoço. Só depois das 19 horas, mas lavei. Isso é um fato muito raro. Nos últimos anos fiquei muito preguiçoso no quesito lavar a louça. Pois bem, almocei lasanha sozinho. Alguém tinha que lavar. Tinha que ser eu. Não podia ser outra pessoa.

Então fui até à cozinha e lavei a dita cuja. Só esse pequeno milagre já poderia ser sinal pra chuva começar. Sinal suficiente, aliás. Mas teve mais. Pouco tempo depois recebi um email do Grêmio, respondendo um questionamento que havia feito há uns dois dias atrás. Vocês não tem ideia de como é difícil pro Grêmio responder algum email. E responderam. Sanaram minha dúvida.

Se parecia que ia chover, depois de lavar a louça e receber resposta do Grêmio era praticamente certo. Não choveu. Choveu muito pouco, aliás. Pingos espaçados e sem intensidade. Talvez nem o tempo tenha aguentado esses dois acontecimentos no mesmo dia. Um anulou o outro e ficou tudo igual. Não choveu, mas, pelo menos, lavei a louça depois de muito tempo e recebi um email do Grêmio.

Já que o dia tava estranho mesmo, resolvi assistir a algum jogo que estivesse passando no PFC. Dei sorte (ou azar). Havia dois jogos na tv. Um, o clássico de Caxias do Sul, Juventude x Caxias, pelo Campeonato Gaúcho. Jogo razoável, mas, como era clássico, não foi de todo mal. O outro, Avaí x Imbituba, pelo Campeonato Catarinense, foi triste. Jogo ruim e Avaí se afundando cada vez mais. Tá tão ruim quanto o Vasco. Só derrotas. Sem ponto algum.

Foi basicamente isso. Pra completar, hoje, ao sair de casa pela manhã, lembrei de desligar o ventilador. Que momento! Não acontece sempre. O que não acontecia com frequência e agora acontece são os posts no blog. Aproveite. Ou desista. Ainda há tempo. Ah, esqueci de falar do resultado dos jogos, embora não seja tão importante assim. Juventude 2 x 1 Caxias e Avaí 0 x 1 Imbituba.

Não jogue bituca de cigarro no chão.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Pensando e indo

Seria muito mais prático se eu já tivesse o texto do dia do blog mais ou menos pronto. Mas não, não tenho. Entro no blog e clico em nova postagem. E começo a escrever. Geralmente, demoro menos de 15 minutos pra fazer o post. Obviamente, a tendência é não ficar bom. Não sei se ficaria bom com mais tempo de preparação. Acho difícil, mas um pouco menos ruim é possível.

Tenho algumas ideias sobre o que escrever. Tenho que começar a anotar todas em um arquivo. De vez em sempre, esqueço do que ia falar e acabo fazendo o post desse jeito que tá hoje. Embora hoje tenha explicação. Apesar de parecer que tô dizendo isso porque não tenho do que falar, pensei em escrever a respeito dessa situação. Claro que é porque não tava lembrando das outras coisas.

Enfim, pelo menos saiu alguma coisa que (não) preste. Antes de eu escrever mais um pouco, deixa eu digitar algumas palavras. Pronto. Vamos lá. Na tarde desta quinta-feira um sono desgraçadamente forte tomou conta de mim. Quem me olhava, além de ver uma cara feia, tinha a impressão de que eu estava desanimado ou triste. Não era nada disso. Eu tava mesmo é com sono, mas muito sono. Na parte da manhã até que nem senti muito. Durante a tarde complicou.

Vontade de não fazer nada e o sono trabalharam em conjunto pra me deixar totalmente esquisito. E querendo ir embora logo do trabalho e dormir o mais rápido possível. Meu objetivo era esse. Mas aí lembrei do blog. Tem que postar todo dia. Em 2011 quero ver o blog com 365 posts ou algo perto disso. Então cá estou eu. E já estou indo.

Posso garantir que pretendo anotar as ideias que tiver em algum lugar. Ficar com o texto previamente pronto é mais complicado. Falta tempo durante o dia, em horário comercial. Com a ideia definida, tenho uma base pra tentar desenvolver alguns caracteres. Dando certo ou não, eu aviso. Assim já tenho um post garantido.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Lotericamente falando

Sigo minha rotina. Vou na lotérica e gasto 1 real, 2 reais. Faço um jogo qualquer. E não ganho. Nunca ganho. Jogando ou não, o resultado é o mesmo. Prefiro jogar. Parece que as chances são maiores. Quando lembro, aposto. Pode ser Mega-Sena, Lotofácil, Quina, qualquer coisa. Tendo dinheiro, não há razão para não arriscar. Geralmente não ganho, mas a sensação de perde de dinheiro não é das maiores.

Se eu somasse tudo o que já deixei nas lotéricas, talvez tivesse uma boa quantia. Não que fosse me deixar rico. Rico só ganhando em alguma loteria, de preferência na Mega-Sena. Poderia ser, no entanto, uma quantia razoável, que poderia ser usada de outra maneira. Bom, isso não vai acontecer. Pra deixar claro, a parte de somar tudo que já gastei em apostas não vai acontecer. Ganhar na loteria, bem, isso ainda pode acontecer.

Quando aposto, deixo a máquina escolher os números. Se for pra ganhar, tem que ser na sorte. Sorte em tudo. Logo, a máquina escolhe meus números e a sorte se encarrega de me premiar. Vai se encarregar, um dia, talvez. Por enquanto, estou só com azar, ou falta de sorte. Eufemismo deixa as coisas mais leves. Nos últimos tempos, até raspadinhas estou comprando. Ganhar 1 e 2 reais é fácil. Conseguir os prêmios de 60 mil e 200 mil é missão impossível.

Um dia a sorte pode sorrir pra mim. Mostrar esses dentes lindos, mostrando que eu ganhei. Eu ganhei! Viva! Pode ser também que a sorte seja uma chata e não queira aparecer pra mim. Talvez mande o azar, seu antônimo companheiro. Por enquanto, sigo tentando. Mal ainda não me faz. Se ganhar, ganhou, e as coisas podem mudar pra melhor. Se não ganhar, perdeu, azar e tudo, aparentemente, continua como está. Uma última coisa: se eu ganhar, prometo que não conto aqui no blog.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Caramba

Gosto de dirigir. Eu meio que me divirto demais dirigindo. Tenho que confessar. Acelerar, freiar, curvas, retas. É tudo tão bom. Pode ser que, às vezes, eu exagere um pouco e passe dos limites. É raro, mas acontece. Andar rápido é bom. Pena que tem tanta tartaruga no trânsito. Lógico que nem sempre dá pra andar rápido. A cidade é cheia, tem movimento e tal. O problema é quando tem espaço. As lesmas não percebem. E eu me irrito. Não a ponto de causar um acidente. Só xingo eles, do interior do meu carro, com os vidros fechados.

Vontade de xingar eu tenho quando os energúmenos não dão sinal pra onde vão entrar. É tão básico e tão difícil ao mesmo tempo. Tem que dar o pisca. Tem que dar. Tem que dar. Caramba! Como eu vou adivinhar o que você vai fazer? Pratico direção defensiva e isso é bem diferente de direção videntista. Gostaria muito de ser vidente a este ponto. Não sou. E ainda espero, talvez ingenuamente, que os motoristas deem o pisca algum dia. Sou míope, mas quero ver quando isso acontecer.

domingo, 23 de janeiro de 2011

No shopping

Podia esperar várias coisas do sábado à noite. No entanto, me esqueci que parentes chegaram de viagem. Queriam ir ao shopping. Vamos então. Peguei o carro e fomos. Dia sem sol, nublado e um pouco de chuva. Aquela chuva que aparece na tv, mas não tão forte e catastrófica. Quem vê pela tv pensa que Floripa está debaixo da água. Voltando ao dia feio. Com esse dia assim, muitas pessoas optam pelo shopping. Sorte que agora tem Floripa tem três shoppings, além de 1 em São José e 1 na Palhoça.

Fomos. Shopping um tanto quanto cheio. Sinal de que o estacionamento está na mesma proporção. Ou pior. Estava. Primeiro andar sem vagas. Vamos ao segundo. Lotado, mas... opa. Peraí. Três vagas. Muito estranho. Tive o privilégio de escolher onde ia estacionar. Menos mal. Não costumo ter essa sorte. É bom aproveitar quando aparecem as oportunidades.

Eis que adentramos o shopping e daí me dei conta de um fato: um shopping realmente não tem muita coisa que me agrade. Tirando a praça de alimentação, os cinemas e as lojas de esportes, nenhuma das outras lojas chama minha atenção. Realmente não tenho muitas coisas pra fazer num shopping. Ontem andei e andei. Passei por diversas lojas. Todas significando nada. A melhorzinha, além das que citei, foi uma loja de computador.

Preciso de muita vontade pra ficar perambulando pela frente das lojas. Só sei que não fui feito pra passear em shoppings. Não se for pra ir de loja em loja. Shopping tem que ser cinema e praça de alimentação, basicamente, só invertendo a ordem, se for o caso. Mais que isso, não gosto. Às vezes não tenho escolha e devo confessar que é muito chato. O que salva, quase sempre, é a praça de alimentação. Sem ela, tudo fica pior.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Alguma coisa

Todo mundo espera alguma coisa, de um sábado à noite. Já ouviu isso? Deve ter ouvido. Do Lulu Santos, provavelmente. De repente, espero de hoje, sábado à noite, um post diferente. Um post. Eu queria fazer um. Não precisava ser diferente. Interessante já me bastava. Vai ser difícil. Falar da chuva de novo? Não para de chover. Não quero ser repetitivo. Chove, alaga, enchente, morre alguém e tudo perde quem nada tem.

Talvez eu devesse ver mais tv e ler mais notícias. Parei um pouco com isso. Leio só algumas coisas. Pode ser esse o motivo. Podia falar de futebol também, aí não falta assunto. Acho que vou começar a escrever de futebol sempre que não tiver nada pra escrever. Na verdade, sempre tem algo sobre alguma coisa pra dizer, escrever, digitar. Minha preguiça me impede. Falo de preguiça, falo que não sei o que escrever e o post já tem dois parágrafos e algumas linhas.

Não vou mais me estender, nem me entender. Não por hoje, nem por agora. Tá muito bom. Outro dia eu volto. Amanhã, quase certo. Hoje é sabado, 22 de janeiro. O vigésimo segundo dia do ano. O vigésimo segundo post do ano. Média de 1 por dia. Por enquanto, média boa. Média mantida. Já que não posso correr, uma das metas de 2011 ainda consigo fazer. Postar uma vez por dia é possível, mesmo, por vezes, muitas vezes, faltando assunto, vontade e criatividade. Não vou desistir tão cedo.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Era mentira

Pensei em vir outro dia escrever aqui que, dificilmente, vocês, os poucos que leem o blog, iriam encontrar figuras, fotos e links para outros sites. Não queremos ser diferentes. É pura preguiça mesmo. Preguiça de colocar foto, colocar link. Dá muito trabalho. Só escrever e escrever, sobre qualquer coisa, a qualquer instante, com sentido ou não, é bem mais fácil. Diria até que não tem nada mais tranquilo pra fazer. Só precisa ter vontade pra logar, escrever e postar. Essa vontade eu estou encontrando neste ano.

Então, eu ia dizer isso num post anterior. Daí veio o Planeta Atlântida e veio o post sobre a minha ida ao evento. Lá é possível verificar e contar 13 fotos. Assim, do nada, carreguei as que pareciam ser interessantes e, no final, tinha 13 imagens. Pra quem tinha preguiça de colocar uma, colocar 13 vezes mais foi um tanto quanto surpreendente. Depois desse dia, percebi que, apesar de ser chato, não demora o tempo que eu estava imaginando. Os próximos posts podem ter fotos, imagens e afins. Constatei que posso fazer, apesar da preguiça.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

É proibido fumar

Não sei dizer ao certo se me irrita muito, demais ou só me irrita. Se a pessoa fuma, ok, é problema dela. Ela que vai ter, provavelmente, problemas de saúde mais cedo ou mais tarde. Mais cedo, se seguir a lógica. Quando essa pessoa fuma na rua e solta a fumaça na minha cara, aí o problema é meu também. Coisa mais desagradável andar na rua e, de repente, vem uma nuvem de fumaça com trilhões de substâncias nocivas adentrando minhas narinas e indo até o pulmão e mais um monte de lugar.

Eu não fumo, tenho pouco contato com a fumaça, a não ser esse das ruas, que é muito desagradável. Pior ainda é quando a pessoa fuma, joga fumaça na tua cara (pode ser sem querer, mas joga) e depois, pra acabar de vez e receber o título de mal educado, joga o cigarro fora, no chão. É, no chão! Jogar no lixo não precisa. Vamos jogar no chão mesmo, colaborar mais um pouco com a sujeira das ruas. Se já tá sujo mesmo, nem vai fazer diferença um cigarro ínfimo. Talvez faça pouca diferença mesmo, mas não custa muito tentar fazer as coisas certas.

O certo mesmo seria ninguém fumar, nem comprar mais cigarros. Bom, isso é praticamente impossível. Impossível, no momento. Essa parte não vou conseguir mudar. Pensando bem, nem a parte de jogar o cigarro na rua vou conseguir mudar. Menos mal que é um pouco mais fácil. Educação as pessoas ainda podem adquirir. É complicado, mas acredito que é plausível alguém entender que lugar de lixo é no lixo. Talvez seja pedir muito. Deve continuar acontecendo todo dia. Espero não ver e não ser alvo da nociva nuvem branca.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Tá ruim pra todo mundo

Minha janta foi macarrão. Tá servido? Tava bom. Recomendo. Pena que acabou. A pergunta foi só por educação mesmo. Com esse calor insuportável, não me importo de pagar 2, 3, 4 ou 5 reais em um sorvete. Vale a pena. Alivia, não muito, o calor e até serve como alimento. Faz pouco tempo, estava eu no banho e tive várias ideias pra escrever aqui. Daria, no mínimo, 4 parágrafos. Saí e esqueci praticamente tudo.

O pouco que lembrei coloquei no primeiro parágrafo. Tá ruim pra todo mundo. Falar em ruim, pegar ônibus em Florianópolis tá cada vez mais caro. E não melhora. Não tem sinais aparente. Até piora. De ônibus, pelo menos, ninguém se incomoda com o trânsito. Deixa o motorista do ônibus incomodar os outros veículos e fica tudo certo. No ônibus, você só fica sentado e espera chegar onde deseja. Nem demora tanto, dependendo do caso.

No caso de Floripa, das 17 às 20 horas, principalmente, é um inferno. Trânsito e fila intermináveis. A ponte fica infestada de carros, motos e ônibus. Muito complicado pra se locomover. Quem tem helicóptero não tem esse tipo de problema. Ou se tem, é em proporção menor. Agora vou tentar lembrar o que eu ia fazer antes de escrever no blog. Enquanto não lembro, vou ouvir o Pretinho Básico das 13 horas de hoje. Dormir é uma opção, um caminho.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Planeta Atlântida 2011

Planeta Atlântida 2011, o Planeta feito pra você. Eu fui. Sexta-feira, 14 de janeiro. Ganhei o ingresso. Com certeza eu iria de graça. Consegui sair mais cedo do trabalho, às 16 horas. Peguei o carro e fui pra Canasvieiras. A SC-401 até que tava tranquila. O problema maior foi quando a pista dupla virou uma só. Ali o trânsito complicou, mas fila não houve.
Deixei o carro no estacionamento oficial do Planeta. Deixei lá 30 reais. Pelo menos não haveria maiores preocupações. Soube de gente que pagou 20 em estacionamentos mais próximos. Não vi muita vantagem. No estacionamento, entrei no ônibus que me levaria ao Sapiens Parque, local onde aconteceu o Planeta Atlântida. Quase chegando lá, vi essa mensagem, procurando um pedreiro ajudante. Tá ruim pra todo mundo.
Achei que ia perder o primeiro show, do Iriê e Dazaranha. Pra chegar no Sapiens Parque teve um pouco de fila. Era 17:30 e tava muito quente. Queria chegar logo. E parecia que ia demorar muito. Só parecia. Não foi rápido, mas dava pra entender o porquê da demora. O ônibus chegou na avenida principal e era possível observar a movimentação das pessoas chegando. Desci no ponto e foi só caminhar mais um pouco pra chegar na entrada.
Finalmente, cheguei. Eram quase 18 horas. Tava muito quente. Calor insuportável. Tava na cara que ia chover. A chuva, no entanto, é assunto mais pro fim do blog. Primeiras impressões do Sapiens Parque foram positivas. Asfalto e grama, melhor que a terra do Parque Planeta, onde o Planeta era realizado até 2010. A parte da grama só foi prejudicada pela chuva. O asfalto foi uma boa novidade, permitindo lugares para sentar e descansar antes, durante e, principamente, depois dos shows.
Me chamou atenção também o preço da comida. Muito caro. Comprei uma fatia de pizza e um refrigerante. Total: 12,50. Tava bom. Foi uma das melhores pizzas que já comi. Mas comi uma vez só também. Não dava pra gastar mais dinheiro com isso. A comida me faz lembrar desse brinquedo interessante que havia lá. O Evolution é ótimo, perfeito pras pessoas vomitarem. É o brinquedo da Aretuza. Aliás, eu vi gente vomitando. Tem seu lado nojento, mas eu ri bastante.
Olha como é o brinquedo. Se você encheu o estômago antes, com certeza vai vomitar. Quase certeza. Não fui nele. Apesar de ser de graça, não valia a pena. Dali, depois de ver gente vomitando, fui ver o show do Michel Teló. Achei bem animado, apesar de não ser o tipo de música que eu gosto. Achei legal que ele pulou do palco, no meio das mulheres. Ponto alto do show.
Depois teve show da Chimarruts. Princípio da chuva que viria. Choveu pouco, mas choveu. Era um sinal. Deixa chover, deixa, já diria a Chimarruts. Show legal. Músicas conhecidas. A melhor foi "Do Lado de Cá". Aproveitei pra tirar essa foto do estúdio da Atlântida. Estúdio muito legal. Todos os integrantes do Pretinho Básico estavam ali, e também outros profissionais da Atlântida de Floripa.
Aliás, quando algum dos integrantes do Pretinho Básico descia e vinha até a grade, perto do público, era sucesso garantido. Pessoas deixavam o show de lado pra ir tirar foto, falar e cumprimentar. Vi de perto vários deles. Preferi não tirar fotos com eles. Só deles, como nessa foto do Mr. Pi, atendendo o pessoal.
Esperei e esperei. E não me arrependi. Show do Capital Inicial. Melhor show. Não podia ser melhor. Tirei algumas fotos e fiz alguns vídeos. Os vídeos não ficaram bons. O som era muito alto e ficaram quase todos impossíveis de ouvir. Doze músicas. Cantei todas e pulei em quase todas. Pulos que fizeram doer meu joelho. Me diverti muito. Não precisava de mais muita coisa. Mas tinha mais. Veio Armandinho depois do Capital Inicial. Outro baita show.
Durante o ótimo show do Armandinho começou a cair a chuva. Muita chuva. Água demais. Vi o show na chuva. Só saí da chuva depois que percebi que estava todo molhado, cuecas e pernas inclusive. Nesse momento já estava tudo molhado. Não tinha mais jeito. E a chuva não parou. A praça de alimentação ficou pequena pra tanta gente que queria se proteger da chuva.
Chuva forte e por muito tempo. Fui com o tênis errado. Tinha que ter usado um mais velho. Esqueci de trocar. Meia e tênis ficaram numa situação realmente lamentável. O show do Luan Santana começou e a chuva não parou pra ver ele. Vi o show da praça de alimentação. Ver eu não vi bem. Mais ouvi, mas era o que dava pra fazer. Não ia me molhar todo outra vez.
Todos vinham pra praça de alimentação e a grama, que antes dava conta do recado, virou um banhado. Ainda tinha pessoas com a sutileza de um elefante, que vinham correndo e pisavam nas poças de qualquer jeito. Assim, a sujeira tomou conta do tênis e da minha bermuda. Ambulantes vendiam capa de chuva, mas seria muito mais útil que eles vendessem botas do que capas. Comprei a capa de chuva. E compraria uma bota, caso estivessem vendendo.
A chuva continuou forte. Resolvi voltar pra casa. Peguei o ônibus, voltei pro estacionamento, entrei no carro e fui pra casa. Demorei mas cheguei. O resultado da chuva e lama está na foto acima. O tênis tinha salvação. Depois de lavado, nem parece que estava nesse estado. A meia podia ir direto pro lixo. No entanto, uma lavagem, duas até, deram jeito. No final das contas, foi um Planeta Atlântida muito bom. E consegui limpar tudo que sujei por culpa da chuva e da lama.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Tá me entendendo?

Sei lá eu o que é pior. Se é não ter nada pra escrever ou escrever que não tenho nada pra escrever. Talvez o pior seja o que estou fazendo agora. Talvez se encaixe na segunda observação. Talvez. Talvez não é certeza. Pode ser que sim, pode ser que não. Por isso é talvez. Logo, talvez é talvez e nada se decide, apenas fica no ar uma hipótese de algo que pode ou não acontecer.

É sério. Não tenho coisas interessantes pra falar hoje. Não acredito que tenha. Geralmente não tenho. Provavelmente vai continuar assim. Esse post é um dos mais inúteis que já fiz em toda a história do blog. Totalmente desinteressante. E talvez por isso, no futuro, eu encontre algum sentido ou alguma graça nele. Talvez, olha o talvez de novo aí, e antes também, eu só ache ele engraçado ou pode ser que eu pense em como escrevi algo desse tipo.

Entretanto, não me surpreendo. De vez em quando faço isso. Como tenho um objetivo (postar todo dia no blog) e, por enquanto, estou conseguindo cumprir com ele, é comum que aconteçam essas participações totalmente sem sentido neste espaço. Enquanto isso, na tv que está desligada passa o BBB. Não estou vendo e não sei o que acontece. Sei que tem um travesti e o resto vou descobrindo pelo twitter. Amanhã pretendo escrever sobre minha ida ao Planeta Atlântida. Talvez seja um post melhor que o de hoje. Talvez não. Talvez, talvez, talvez.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Estadual faz mal

Hoje a maioria dos campeonatos estaduais teve início no Brasil. Péssima notícia. Os principais estaduais, com os principais times, começam cedo demais. Eles nem deveriam existir. Ou que existissem, mas com menos, bem menos datas. Pegando o exemplo de 2011, eles começam na metade de janeiro e acabam na metade de maio. São quatro meses de jogos chatos, atrapalhando e interferindo na preparação dos times e nos jogos dos campeonatos mais importantes, como a Libertadores e a Copa do Brasil.

São muitos jogos, uma maratona que não deveria existir em hipótese alguma. É bom lembrar que o Campeonato Brasileiro de 2010 acabou em 5 de dezembro. Os atletas tem um mês de férias e deveriam ter, no mínimo dos mínimos, um mês de pré-temporada. Em teoria, seria até 5 de fevereiro. E só a partir daí os estaduais poderiam começar. Deveriam ter poucas datas reservadas, de 8 a 10. É bem plausível começar na metade de fevereiro e acabar na metade de abril.

Basta querer, e isso as federações não querem. Se for possível, até pegam mais e mais datas. Os clubes aceitam sem reclamar. Só se manisfetam se são prejudicados mais na frente. Se fossem mais organizados, não haveria estadual começando em janeiro em nenhum estado. Podem até querer que os estaduais não acabem, mas é fundamental racionalizar o calendário. Eles não podem durar quatro meses. Devem ser torneios curtos, só pra dizer que ainda existem.

Estadual só é bom quando o time é campeão. Caso contrário, atrapalha e cria crise a cada resultado ruim contra equipes menores que estão treinando desde novembro. Clubes estão mais preocupados com a Libertadores e Copa do Brasil. O estadual serve como um apoio se os resultados nas competições paralelas não são bons. Mesmo assim, não é das melhores muletas, pois pode mascarar eventuais problemas, que somem em meio às comemorações de um título que já não é mais tão importante.

Era mais ou menos isso eu tinha pra escrever acerca dos campeonatos estaduais. É ruim de jogar e bom de ganhar. Pra ganhar tem que esperar até maio. Jogar quatro meses. Tem que achar motivação sei lá onde. O público também procura essa motivação, já que pouco vai ao estádio em época de estadual. A frequência não é a mesma do Brasileiro. Grande público só nas fases finais. Um dia os estaduais tomam jeito. Por enquanto, só tomam o tempo dos clubes, torcedores, profissionais da imprensa e tal e coisa.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

O planeta

Por motivos de força maior, tenho que escrever mais cedo. Tem a ver com o que acontece no planeta. No caso, não me refiro ao planeta Terra, e sim ao Planeta Atlântida, que vai acontecer hoje, sexta-feira, e amanhã, sábado, em Florianópolis, aqui perto. Eu vou na sexta, que vem a ser hoje, mas só saio de lá amanhã. Vários shows. Diversão garantida.

O melhor de tudo é que ganhei o ingresso em uma promoção. O ingresso deste ano está um pouco caro. Eu achei. Não pagaria 100 reais pra ir em um dia. Como ganhei, vai ser de graça, eu vou, bem contente e feliz. Pelo menos economizei o dinheiro do ingresso. Provavelmente vou gastar com estacionamento, comida e bebida. Essa parte faz parte.

Nada mais tenho a escrever. Se lembrar de mais alguma coisa, volto e edito o post ou escrevo um novo, dependendo do conteúdo e extensão.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Tava na cara

Fim de tarde. Dia tranquilo. Até bonito. Começam a aparecer nuvens negras no céu. Prenúncio de uma baita tempestade que viria. Veio. E como veio. Durou alguns minutos, suficiente pra molhar bastante coisa e alagar algumas ruas. Choveu bastante. Paralelamente, acabou o expediente no trabalho. Eis a grande artimanha do tempo. Tenho que ir pra casa e chove demais. Posso esperar a chuva parar, mas não é garantido que isso vá acontecer.

Pego um guarda-chuva pra amenizar o efeito, sabendo que pouco vai adiantar, e me vou. Chove e chove e chove. Me molhei todo, molhou tudo. Perda total, até da cueca. Cheguei em casa depois de 5 minutos, talvez nem isso. Me seco, olho pela janela. Para minha surpresa, embora eu já esperasse por isso, a chuva diminuiu consideravelmente. Bastou eu chegar em casa. Mais alguns minutos e parou de chover. Sem pingos. Nenhum sinal de chuva. Saiu até sol.

Geralmente isso acontece comigo. Tenho quase certeza que ia continuar chovendo se ficasse esperando a chuva passar. É muito azar, muita coincidência. Às vezes a Lei de Murphy é implacável e se manifesta da pior maneira possível, só pra ter não ter dúvida de que ela realmente existe. Da próxima vez vou esperar mais um pouco. É agoniante ficar esperando na recepção do prédio, vendo a chuva, enquanto poderia estar em casa. Em outra oportunidade, tentarei agir diferente. Dando certo ou não, pretendo escrever por aqui.

Falando em azar e coisa ruim, começou ontem o BBB 11. Este ano tenho a intenção de não ver nada, de não saber o que acontece no programa. Só vou ler o que escreverem no twitter. Será o único meio pelo qual terei alguma informação, mesmo sem querer. No primeiro dia tive sucesso. Agora só faltam alguns meses, até final de março ou começo de abril. Conseguirei? Espero realmente que sim.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

A noção

Você está no trânsito, no seu carro, bem tranquilo, com ar-condicionado (ou não). Aí você decide entrar à direita, é o caminho que precisa fazer. E você vai, quando chega o momento, sem pensar muito. Pro pedestre, que tá na rua, e pros outros carros, foi meio de repente, sem aviso. Sabe por quê? Pelo simples fato de que você não deu o pisca. Não indicou onde iria entrar. O carro tem esse acessório (sei lá o nome disso) para você mostrar onde quer entrar. Facilita a vida de todo mundo. Não custa muito e ninguém vai morrer por causa disso. Pode morrer se não tiver o tal do sinal. Surpresas podem ser boas ou ruins. No trânsito, em geral, são ruins. Tenha noção das coisas e dê o pisca. Já ajuda.

Mudando totalmente de assunto. Preciso falar isso aqui. Tento, mas não dá. Não consigo gostar de basquete, nem em Olímpiadas. Acho chato demais. E olha que até entendo um pouco das regras do basquete. Não é que nem baseball e futebol americano, que acho chato e não conheço nenhuma regra. O basquete não consegue ter minha simpatia. Uma vez eu tava assistindo uma partida e faltava 30 segundos pra acabar. Terminou depois alguns minutos, talvez cinco, não lembro direito. De repente essa é a graça do jogo. Acho entendiante. Conseguem prolongar algo que deveria acabar rapidamente. É pior que acréscimo em jogo de futebol. Passo longe da tv se tem basquete.

Mais uma mudança. Tente correr 5 km, fazer um tempo razoável. Sua. Como sua no verão. Banho é inevitável. O problema é que o corpo continua quente durante um tempo. Tomar banho logo em seguida não é muito útil. O banho acaba e o calor e o suor continuam. O ideal é esperar um pouco. Estou quase chegando nessa equação perfeita entre a espera e o momento de tomar banho.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Sai daí

Muito calor. O calor para. Começa o vento. Muito vento. Ventania. Faz até pequenas ondas na Beira Mar. O vento dá seu show sozinho por um tempo. Até que o tempo muda. Forma-se um dueto. Chuva e vento. Muito dos dois. O que acontece com quem está na rua? Se molha, sim. Usar guarda-chuva num dia como esse é inútil. A chuva vem de lado e o guarda-chuva não guarda nada. Ainda é bem possível que ele se quebre ou fique todo tordo por causa do vento.

Aliás, uma coisa que o guarda-chuva pode guardar é o seu lugar embaixo das marquises. Ele guarda bem, ocupa o espaço onde ficariam as pessoas que não tem guarda-chuva. Sim, você que se dispõe a usar um guarda-chuva, tenha em mente que embaixo das marquises não chove. Então não se faz necessário o uso de guarda-chuva, acertando ombros, braços e olhos de pessoas que passam por ali.

Se não há espaço, tudo bem, mas tudo mal. Fechar o guarda-chuva para logo depois abrir não é algo agradável. Então, se não dá pra evitar, use ele com prudência. Não é porque eu não gosto de usar e porque eu não tenho um que os outros tem direito de usar guarda-chuva sob um lugar que não chove, não molha. Não há razão. Realmente isso me irrita. Muito. Guarda-chuvas deveriam ser proibidos, para todo o sempre. É uma invenção que, está claro, não foi completamente desenvolvida. Só atrapalha e incomoda.

Pra não deixar de falar. Não é inédito nem nada, mas é impressionante como aparecem vendedores de guarda-chuva ao menor sinal de chuva. Caiu um pingo e tá feito. É só olhar pro lado e já tem um, dois, três vendedores. Um dia ainda vou descobrir como eles fazem isso.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Pares

Não tinha me dado conta. Até me surpreendi. Fui pegar o tênis pra correr, abri o armário e me deparei com uma cena que não imaginava. Vi, revi, contei, contei de novo. Tenho 7 pares de tênis, sendo que 2 deles uso só para correr. Tirando eles da conta, sobram 5 pares de tênis que uso diariamente. Ou seja, é muito tênis. Não fazia ideia de que tinha tanto tênis assim.

Pra mim é muito. Geralmente, tempos atrás, só tinha um par de tênis, quando muito dois. Não sei se é porque não me desfaço de tênis há quase 2 anos ou se é porque comprei outros. Talvez sejam essas duas coisas. Afinal, finalmente a fase de crescimento parou. Pé ficou do mesmo tamanho e não há mais necessidade de comprar tênis novos. Eles continuam servindo, mesmo depois de 2 ou 3 anos. Não ficam mais apertados.

Comprar tênis, só se for por vontade, não por necessidade. Eventualmente, os tênis que possuo se desgatam, ficam velhos e não dá mais para usá-los. Esse seria um bom motivo, talvez o único aceitável, para comprar outro tênis. Fora isso, não vejo outra razão. Pode acontecer de um tênis ser interessante e ter um preço razoável. Nesse caso, pensarei a respeito. Pensarei mesmo. Embora meus 7 pares de tênis possam mostrar o contrário, gastar dinheiro com tênis não é meu hobbie favorito.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Sítio muito

Penso aqui, penso acolá, busco explicações, mas não encontro. Não consigo achar a mínima lógica. É tão difícil de compreender. Queria muito. Não dá. Como pode? Como alguém pode ter a brilhante ideia de, num sábado de sol ideal pra ir à praia, ir ao sítio e ficar lá a tarde toda? Ficar lá por quê? Pra aproveitar mais. Aí está. Se o sítio em si já estivesse reformado e pronto pra usar, eu concordaria. Não está. Foi comprado há pouco tempo e tem muito o que melhorar.

Não é possível alguém conseguir aproveitar alguma coisa. Lá tem umas vacas perdidas e muita coisa pra arrumar, da casa à plantação. Várias coisas. Aproveitar? Não, acho que esse não seria o verbo. Pode ser comigo também, que tenho implicância de ir a um lugar onde não tem nem sinal de celular. Se não tem de celular é improvável, quase impossível que tenha sinal de internet. Porém, ah, porém, tem gente que gosta. E vai de manhã e fica a tarde toda. Volta só depois das 18 horas pra casa.

Gostos diferentes. Acontece direto. Já me pronunciei a respeito de ir ao sítio. Só vou pra lá o dia que tiver Wi-Fi, no mínimo. Televisão com várias opções de canais também seria aceitável. Talvez eu queria muito. Pode ser. No meu ponto de vista, é o mínimo que se espera pra entrar em contato com a natureza e os mosquitos espertinhos que voam atrás de sangue novo. Continuo preferindo a praia, mesmo no inverno. Sítio, não sinto nada por você. Sítio muito.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Chovendo

Não sei se já falei disso no blog. Tem tanto post, tanta coisa escrito e minhas memória é tão ruim que não faço ideia do que foi abordado por aqui. Talvez não. E pode ser. Afinal, durante o dia fico pensando em muita coisa, muita mesmo. No que posso escrever por aqui. Penso e penso. De tanto pensar, às vezes acho que escrevi a respeito ou falei com alguém. No final de tudo, não sei e não tenho certeza.

O que me resta? Falar, escrever, digitar, tudo isso. Sobre a chuva, que cai sem parar, embora não seja forte, aqui por perto, desde às 18 horas. São dois dias seguidos assim. Pela manhã, sol e calor desgraçadamente intensos. Fica assim até à tarde. Lá pelas 16 horas o tempo começa a mudar. Chega 18 horas e as nuvens escuras, que tomaram conta do céu, se livram da água nela acumuladas. E a chuva começa.

Isso é ruim? Por que seria? Não é bom chover e refrescar um pouco esse tempo incrivelmente quente? Por esse lado, tenho que reconhecer, é bom. Por outro lado, o lado que me encontro, a chuva cai e me impede de treinar, correr. A chuva é a única coisa que me faz ficar em casa. Nem o vento mais consegue me deter. A chuva sim. Infelizmente, na chuva não corro. Não quando estou treinando.

Alguma coisa tem que acontecer. Ou para de chover no final das tardes ou começo a correr pela manhã. Me conhecendo, vou ficar na torcida para que o tempo não seja tão constante e previsível, esperando que amanhã não chova. O tempo não pode ser tão certinho. Ele gosta mesmo é de enganar os meteorologistas. Que volte a ser o que era. Não quero chuva amanhã. Querer não é poder, mas eu posso esperar pra ver o que acontece. Farei isso.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

De uma vez

O que eu mais quero fazer hoje é dormir. Daqui a pouco estou indo. Mas não poderia deixar de passar por aqui. Se chove, não posso correr, mas posso escrever. Claro, se tiver luz. Ainda tem. Não acredito em apagão. Não acontece com frequência. Fatos e fatos tomam conta do noticiário. Três deles me chamaram atenção e é sobre eles que pretendo falar, muito brevemente.

A Dilma assumiu a presidência. Agora temos uma nova presidente, ou presidenta. Ela prefere presidenta. Eu prefiro presidente. Logo, o que prevalece é a minha opinião. Ente ou enta, o que importa é que ela faça as coisas bem feita. Não votei e não votaria nela, mas isso não quer dizer que eu queira ver ela fazendo cagada atrás de cagada. Pode dar certo. Ou não.

Outro fato que apareceu por aí no dia de hoje foi a divulgação dos participantes do BBB 11. Quando você acha que já tinha saturado e nem lembrava mais, ele volta. E volta com tudo. Até março vai ter isso na televisão. Vê quem quer. O controle remoto existe. Ninguém é obrigado a ver. A maioria opta por assistir. Por vezes estou nesse grupo. Não queria, mas acabo vendo. Este ano quero que seja diferente.

Por fim, o mais importante assunto. O mais longo e chato também. Desde o dia 17 de dezembro leio que o Ronaldinho pode vir pro Grêmio. Lá se vão 20 dias e a novela não acabou. Nada é decidido, só especulação. Três times pra um jogador. Todos tem tudo certo. Só falta a assinatura do jogador. Coisa mínima, quase não é importante. Até sexta é pra estar tudo definido. Com Ronaldinho, provavelmente, no Grêmio.

Três fatos, notícias e assuntos em 5 parágrafos. Pro sono que toma conta de mim, até foi muita coisa. O que importa, só pra mim, é que tem mais um post. Mais um dia seguido de texto no blog. É quase inédito. Raridade. Se empolgar de vez, talvez eu decida fazer mais de um post por dia. É difícil, mas, eventualmente, pode acontecer. Não hoje. Hoje não, hoje não, hoje sim? Não, hoje não.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Impulso

Houve uma época em que eu quis aprender a tocar violão. Não sabia nada, nada mesmo. Algumas aulas e finalmente aprendi. Era o básico e alguma coisa a mais. Não era nada fenomenal, mas a evolução era notável e o som já podia ser ouvido. Dava pra identificar o que estava sendo tocado. Praticando e aperfeiçoando minhas habilidades, percebi que precisava de um violão novo.

Pois bem, comprei o violão. Larguei o que eu usava, um emprestado, bem velho. Nada como ter o próprio violão. As coisas melhoraram, mas não tive tanto progresso. Meio que estagnou. Pelo menos consigo tocar a música escolhida. Dependendo da música, é até bem fácil. Ou mais complicado. Culpa minha e da música.

O problema disso tudo é que, levado pelo impulso, não via outro caminho, eu tinha que comprar uma guitarra. Eu precisava. Era fundamental eu ter uma guitarra. Não sosseguei enquanto não comprei a bendita, agora maldita, guitarra. Usei poucas, pouquíssimas vezes. É praticamente nova. Tá ali pendurada no armário, junto com o cubo, sem função.

Percebo, atualmente, que foi uma péssima ideia. O tal do impulso me fez comprar a guitarra e o cubo. Agora me vejo com essas duas coisas. O que fazer? Eu respondo. Decidi vendê-los. Falta apenas achar alguém que queira comprar. Alguém que realmente vá usar. Vender pela metade do preço será aceitável. Um pouco mais seria melhor. Tomara que apareça algum interessado. Tenho muito interesse em me desfazer desses instrumentos musicais.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Ninguém segura

Como assim? Mais um post? Todo dia um post? Coisa estranha. Isso não é normal. É verdade, normal não é, mas estou tentando manter este espaço atualizado. Assunto? Tem de monte. O problema é que penso nelas o dia todo e não anoto em nenhum lugar. Aí veio pro notebook escrever e começo a digitar o que vem à cabeça, sem um roteiro ou assunto pré-definido.

Esse texto é assim. Não sabia exatamente sobre o que escrever. Tive ideias durante o banho, mas no final das contas venceu o meu improviso. Na verdade, vou lhes dizer a verdade, isso não é muito bom, visto que está saindo isso que vocês estão lendo. Lendo? Alguém está lendo o blog, o texto? Duvido muito. O contador até mostra que o blog tem cerca de 10 visitas por dia. Não acredito que os 10 leiam alguma coisa. Creio que eles erraram de site. Foi engano. Certo que foi.

Enfim, amanhã, se tudo der certo, escrevo sobre algo que realmente faça sentido. Ou que tenha alguma mínima relevância, ao menos pra mim. Saibam que eu, de vez em quando, até me esforço. E tenham certeza que escrever por quatro dias seguidos é algo muito raro. Essa frequência só foi atingida lá nos idos de 2006 e 2007, quando o blog foi criado a empolgação era maior. Agora estou aqui vivendo esse momento lindo e tentando voltar ao que era antes. Ou, pelo menos, chegar perto.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Um de Um de Um Um

Enfim, o começo. Espocaram os fogos. Pessoas nas ruas. O céu escuro sumiu por alguns minutos. Acabou um ano e começou outro. Como acontece todo ano. Pra constar, fazia um ano que eu não via tanta gente de branco reunida. Estive notando, e parece que é uma constante todo 31 de dezembro isso acontecer.

Acho muito estranho passar o fim de ano e ver os foguetes em qualquer lugar que não tenha mar. Vai ver é costume de 23 anos assim. Pode ser. Aliás, na beira do mar sempre tem um imbecil qualquer soltando foguetes. Nesses momentos, tenho que confessar que torço pra dar alguma coisa errada.

Seria ideal deixar os fogos pra quem entende, pra quem organiza. A chance de acontecer alguma coisa errada é muito menor com eles. Com um amador não. Esses idiotas acham que sabem o que estão fazendo. Até podem saber, mas não confio. E é por isso que, quando passo por perto, carrego comigo um vontade de ver as coisas saírem do controle, prejudicando só o soltador de foguetes.

As pessoas em volta não, elas não merecem e, às vezes, são elas as prejudicadas por esses foguetes que tomam o céu. Ou a areia ou algum transeunte, quando algo dá errado. O momento dos fogos soltados por indivíduos à beira da praia me faz lembrar das touradas e da farra do boi. Torço pro foguete, assim como torço pro boi e pro touro.