segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Planeta Atlântida 2011

Planeta Atlântida 2011, o Planeta feito pra você. Eu fui. Sexta-feira, 14 de janeiro. Ganhei o ingresso. Com certeza eu iria de graça. Consegui sair mais cedo do trabalho, às 16 horas. Peguei o carro e fui pra Canasvieiras. A SC-401 até que tava tranquila. O problema maior foi quando a pista dupla virou uma só. Ali o trânsito complicou, mas fila não houve.
Deixei o carro no estacionamento oficial do Planeta. Deixei lá 30 reais. Pelo menos não haveria maiores preocupações. Soube de gente que pagou 20 em estacionamentos mais próximos. Não vi muita vantagem. No estacionamento, entrei no ônibus que me levaria ao Sapiens Parque, local onde aconteceu o Planeta Atlântida. Quase chegando lá, vi essa mensagem, procurando um pedreiro ajudante. Tá ruim pra todo mundo.
Achei que ia perder o primeiro show, do Iriê e Dazaranha. Pra chegar no Sapiens Parque teve um pouco de fila. Era 17:30 e tava muito quente. Queria chegar logo. E parecia que ia demorar muito. Só parecia. Não foi rápido, mas dava pra entender o porquê da demora. O ônibus chegou na avenida principal e era possível observar a movimentação das pessoas chegando. Desci no ponto e foi só caminhar mais um pouco pra chegar na entrada.
Finalmente, cheguei. Eram quase 18 horas. Tava muito quente. Calor insuportável. Tava na cara que ia chover. A chuva, no entanto, é assunto mais pro fim do blog. Primeiras impressões do Sapiens Parque foram positivas. Asfalto e grama, melhor que a terra do Parque Planeta, onde o Planeta era realizado até 2010. A parte da grama só foi prejudicada pela chuva. O asfalto foi uma boa novidade, permitindo lugares para sentar e descansar antes, durante e, principamente, depois dos shows.
Me chamou atenção também o preço da comida. Muito caro. Comprei uma fatia de pizza e um refrigerante. Total: 12,50. Tava bom. Foi uma das melhores pizzas que já comi. Mas comi uma vez só também. Não dava pra gastar mais dinheiro com isso. A comida me faz lembrar desse brinquedo interessante que havia lá. O Evolution é ótimo, perfeito pras pessoas vomitarem. É o brinquedo da Aretuza. Aliás, eu vi gente vomitando. Tem seu lado nojento, mas eu ri bastante.
Olha como é o brinquedo. Se você encheu o estômago antes, com certeza vai vomitar. Quase certeza. Não fui nele. Apesar de ser de graça, não valia a pena. Dali, depois de ver gente vomitando, fui ver o show do Michel Teló. Achei bem animado, apesar de não ser o tipo de música que eu gosto. Achei legal que ele pulou do palco, no meio das mulheres. Ponto alto do show.
Depois teve show da Chimarruts. Princípio da chuva que viria. Choveu pouco, mas choveu. Era um sinal. Deixa chover, deixa, já diria a Chimarruts. Show legal. Músicas conhecidas. A melhor foi "Do Lado de Cá". Aproveitei pra tirar essa foto do estúdio da Atlântida. Estúdio muito legal. Todos os integrantes do Pretinho Básico estavam ali, e também outros profissionais da Atlântida de Floripa.
Aliás, quando algum dos integrantes do Pretinho Básico descia e vinha até a grade, perto do público, era sucesso garantido. Pessoas deixavam o show de lado pra ir tirar foto, falar e cumprimentar. Vi de perto vários deles. Preferi não tirar fotos com eles. Só deles, como nessa foto do Mr. Pi, atendendo o pessoal.
Esperei e esperei. E não me arrependi. Show do Capital Inicial. Melhor show. Não podia ser melhor. Tirei algumas fotos e fiz alguns vídeos. Os vídeos não ficaram bons. O som era muito alto e ficaram quase todos impossíveis de ouvir. Doze músicas. Cantei todas e pulei em quase todas. Pulos que fizeram doer meu joelho. Me diverti muito. Não precisava de mais muita coisa. Mas tinha mais. Veio Armandinho depois do Capital Inicial. Outro baita show.
Durante o ótimo show do Armandinho começou a cair a chuva. Muita chuva. Água demais. Vi o show na chuva. Só saí da chuva depois que percebi que estava todo molhado, cuecas e pernas inclusive. Nesse momento já estava tudo molhado. Não tinha mais jeito. E a chuva não parou. A praça de alimentação ficou pequena pra tanta gente que queria se proteger da chuva.
Chuva forte e por muito tempo. Fui com o tênis errado. Tinha que ter usado um mais velho. Esqueci de trocar. Meia e tênis ficaram numa situação realmente lamentável. O show do Luan Santana começou e a chuva não parou pra ver ele. Vi o show da praça de alimentação. Ver eu não vi bem. Mais ouvi, mas era o que dava pra fazer. Não ia me molhar todo outra vez.
Todos vinham pra praça de alimentação e a grama, que antes dava conta do recado, virou um banhado. Ainda tinha pessoas com a sutileza de um elefante, que vinham correndo e pisavam nas poças de qualquer jeito. Assim, a sujeira tomou conta do tênis e da minha bermuda. Ambulantes vendiam capa de chuva, mas seria muito mais útil que eles vendessem botas do que capas. Comprei a capa de chuva. E compraria uma bota, caso estivessem vendendo.
A chuva continuou forte. Resolvi voltar pra casa. Peguei o ônibus, voltei pro estacionamento, entrei no carro e fui pra casa. Demorei mas cheguei. O resultado da chuva e lama está na foto acima. O tênis tinha salvação. Depois de lavado, nem parece que estava nesse estado. A meia podia ir direto pro lixo. No entanto, uma lavagem, duas até, deram jeito. No final das contas, foi um Planeta Atlântida muito bom. E consegui limpar tudo que sujei por culpa da chuva e da lama.

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