Sigo minha rotina. Vou na lotérica e gasto 1 real, 2 reais. Faço um jogo qualquer. E não ganho. Nunca ganho. Jogando ou não, o resultado é o mesmo. Prefiro jogar. Parece que as chances são maiores. Quando lembro, aposto. Pode ser Mega-Sena, Lotofácil, Quina, qualquer coisa. Tendo dinheiro, não há razão para não arriscar. Geralmente não ganho, mas a sensação de perde de dinheiro não é das maiores.
Se eu somasse tudo o que já deixei nas lotéricas, talvez tivesse uma boa quantia. Não que fosse me deixar rico. Rico só ganhando em alguma loteria, de preferência na Mega-Sena. Poderia ser, no entanto, uma quantia razoável, que poderia ser usada de outra maneira. Bom, isso não vai acontecer. Pra deixar claro, a parte de somar tudo que já gastei em apostas não vai acontecer. Ganhar na loteria, bem, isso ainda pode acontecer.
Quando aposto, deixo a máquina escolher os números. Se for pra ganhar, tem que ser na sorte. Sorte em tudo. Logo, a máquina escolhe meus números e a sorte se encarrega de me premiar. Vai se encarregar, um dia, talvez. Por enquanto, estou só com azar, ou falta de sorte. Eufemismo deixa as coisas mais leves. Nos últimos tempos, até raspadinhas estou comprando. Ganhar 1 e 2 reais é fácil. Conseguir os prêmios de 60 mil e 200 mil é missão impossível.
Um dia a sorte pode sorrir pra mim. Mostrar esses dentes lindos, mostrando que eu ganhei. Eu ganhei! Viva! Pode ser também que a sorte seja uma chata e não queira aparecer pra mim. Talvez mande o azar, seu antônimo companheiro. Por enquanto, sigo tentando. Mal ainda não me faz. Se ganhar, ganhou, e as coisas podem mudar pra melhor. Se não ganhar, perdeu, azar e tudo, aparentemente, continua como está. Uma última coisa: se eu ganhar, prometo que não conto aqui no blog.
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