Não sei se já falei disso no blog. Tem tanto post, tanta coisa escrito e minhas memória é tão ruim que não faço ideia do que foi abordado por aqui. Talvez não. E pode ser. Afinal, durante o dia fico pensando em muita coisa, muita mesmo. No que posso escrever por aqui. Penso e penso. De tanto pensar, às vezes acho que escrevi a respeito ou falei com alguém. No final de tudo, não sei e não tenho certeza.
O que me resta? Falar, escrever, digitar, tudo isso. Sobre a chuva, que cai sem parar, embora não seja forte, aqui por perto, desde às 18 horas. São dois dias seguidos assim. Pela manhã, sol e calor desgraçadamente intensos. Fica assim até à tarde. Lá pelas 16 horas o tempo começa a mudar. Chega 18 horas e as nuvens escuras, que tomaram conta do céu, se livram da água nela acumuladas. E a chuva começa.
Isso é ruim? Por que seria? Não é bom chover e refrescar um pouco esse tempo incrivelmente quente? Por esse lado, tenho que reconhecer, é bom. Por outro lado, o lado que me encontro, a chuva cai e me impede de treinar, correr. A chuva é a única coisa que me faz ficar em casa. Nem o vento mais consegue me deter. A chuva sim. Infelizmente, na chuva não corro. Não quando estou treinando.
Alguma coisa tem que acontecer. Ou para de chover no final das tardes ou começo a correr pela manhã. Me conhecendo, vou ficar na torcida para que o tempo não seja tão constante e previsível, esperando que amanhã não chova. O tempo não pode ser tão certinho. Ele gosta mesmo é de enganar os meteorologistas. Que volte a ser o que era. Não quero chuva amanhã. Querer não é poder, mas eu posso esperar pra ver o que acontece. Farei isso.
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