quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Intempéries

O tempo em Floripa está uma porcaria. Pra cada 6 dias com chuva tem 1 com sol. Essa proporção não é a ideal. Me tornei, praticamente, um atleta de fim de semana. Durante a semana, as noites são de vento ou chuva. Sobram os sábados e domingos, quando sobram. No último sábado, dei sorte. Tempo nublado, sem vento, adequado para a prática do desporto da corrida. Saí de casa com o objetivo de correr o máximo possível.

Fui para um lado, voltei, fui pro outro, subi vários morros, desci vários outros e, no final de tudo, corri 18 km em pouco mais de 2 horas. O tempo foi até alto, mas não tava muito preocupado com essa parte. Queria erra correr bastante. Os morros do caminho também contribuiram para o tempo elevado. A pior parte foi ter esquecido de levar a minha garrafa de água. Nos últimos 2 km, estava com a boca seca, querendo qualquer gota mínima de água.

Esse treino foi bom para subir morros. No atual momento, não tenho mais pavor dos morros. Quando vejo algum, logo penso, como se fosse uma narração do Galvão Bueno, "pra cima deles!". E me largo no aclive. Prefiro subir do que descer. Meus joelhos reclamam mais na descida. O próximo treino será somente em terreno plano. Quero correr até definhar, o que deve dar, devido ao tempo parado, algo em torno de 10 km.

sábado, 27 de agosto de 2011

Porto Alegre é logo ali

Clássico é clássico, dizem por aí. Concordo. Clássico bom, aliás, é clássico que o seu time vence. E eu só sou saber se aquele clássico foi bom depois do apito final do juiz, que geralmente vai roubar contra o meu time. Às vezes, nada acontece, nada que possa ser usado contra o homem do apito. Mas eu, do alto da minha imparcialidade, acentuada pelo clássico, vou ver algum erro que, por certo, resultaria em gol do meu time.

Eu tinha essa vontade, um sonho, algo desse tipo, de ver um Gre-nal ao vivo, do estádio. E, finalmente, depois de alguns anos, a oportunidade surgiu. No pior momento possível, talvez, mas é o Grêmio que vai jogar. Não tenho motivos para não ir. Estádio Olímpico, 16 horas. Estarei lá. Vou de excursão. Ou seja, sai depois da meia-noite, chega em Porto Alegre, vê o jogo e volta pra Floripa, com sorte, às 3 ou 4 da manhã.

Vida de torcedor que mora longe é assim. Vida de torcedor que não tem dinheiro pra ir de avião também. De qualquer forma, o ônibus tem lá o seu conforto. E a volta sempre pode ser boa, desde que o resultado seja favorável. Se não for, o que é o mais provável este ano e que eu espero que não aconteça, o jeito é dormir mais do que se dorme na ida. Porto Alegre nem é tão longe assim. E é pra lá que eu vou.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

K42 Bombinhas

Salve! Estou escrevendo aqui depois de eras sem escrever. Especialmente para comentar sobre a etapa de Bombinhas da K42 Adventure Marathon. A etapa de Bombinhas é considerada a mais difícil e desafiadora do Brasil. Eu e o Jules Fabiano Griss Costa, meu irmão, corremos em duplas e terminamos na segunda colocação geral por equipes das 100 equipes. com o tempo de 3h51m42s. Foi a prova mais difícil e mais importante que fiz. Em especial, por participar com meu irmão no revezamento.


A península de Bombinhas é um município paradisíaco cheio de praias, morros e trilhas. Realmente foi muito complicado. No meu trecho, apesar de pontos complicados, onde eu tinha que subir me agarrando nas árvores e matos, foi divertido. Durante o trajeto, tive a companhia de um cachorro que me acompanhou por pelo menos uns 7km. Cachorro corredor e aventureiro.


Vídeo da nossa chegada filmada pelo meu irmão, que estava me aguardando e já havia calculado o tempo. Ele sabia mais ou menos o momento em que eu chegaria. Ano que vem, estaremos novamente participando e dessa vez vai ser para levar o troféu de primeiro lugar! Vamo que vamo!!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

A tecnologia no trono

Não sei vocês, mas a tecnologia mudou minha rotina. Me refiro principalmente aos smartphones e ao novo sentido que eles deram para aquele momento que você vai cortar o rabo do macaco. Os smartphones mudaram toda a situação de quando você tá fazendo cocô. A ida ao trono se tornou, digamos, mais divertida, menos monótona.

Quando preciso ir ao banheiro, emulando um rei, o smartphone é companhia certa. Enquanto a natureza segue seu rumo natural de livrar-se dos dejetos, leio as notícias do dia, o Twitter, vejo o Facebook e o meu email. É muito sério. Experimente levar um smartphone ao banheiro. Sua vida terá um novo sentido. Me agradeça depois.

O jeito tradicional não pode ser dispensado. Ainda é útil quando você não tem tempo sobrando e não pode se distrair. O jeito tradicional é mais rápido e objetivo. Chegou, sentou, saiu, limpou e vai embora. É praticamente um pit stop da fórmula 1. Fora isso, prefiro o método que aqui chamo de mais moderno, utilizando o smartphone.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Fome no mercado

Nos últimos textos venho falando praticamente só de corridas e treinos e tal. Hoje vou de encontro à vida saudável. É dia de falar de como é bom ir ao mercado com fome, MUITA fome. É uma experiência das melhores que pode existir. Já fiz e recomendo. A fome era algo fora do normal, desde o almoço sem comer nada. Chegando no mercado, o olho começa a brilhar e até as frutas chamam a atenção. Não é exatamente a melhor coisa do mundo, mas entra na lista também.

Duas bolachas Passatempo, um Club Social de pizza e uma wafer de chocolate branco. Essa é a primeira parte. Depois, pão fatiado. Anda mais um pouco, salsichas. Essa é ainda a parte mais saudável. Mais pra frente começa a piorar. Duas pizzas, uma caixa de hambúrguer, um Hot Pocket da Sadia, dois miojos. Um pouco de batata palha e suco também vieram junto. A batata frita não foi possível levar. Ainda me sinto mal, um tanto arrependido, por não ter levado o chocolate.

Todas essas coisas de comer não são suficientes. Ainda faltava comprar dois Bob's na saída do mercado. Aí sim meu espírito de gordo estava saciado. Não digo que é a coisa mais barata do mundo. Não, não é nada em conta ir ao mercado fome. Por outro lado, o cartão de crédito só vai te lembrar dessa ida ao mercado com fome no próximo mês. É quase impossível pensar na parte financeira quando o estômago manda nas nossas ações. O importante é matar a fome que está te matando. O depois se resolve depois.