quarta-feira, 2 de março de 2011

Experimento

Garanto que não foi premeditado. Acabou acontecendo. Certo dia, à noite, lá pelas 19 horas, resolvi jantar. Coisa de três pães de trigo. Foi o que comi. E assim fiquei. Passou a noite, dormi, acordei, aquela rotina que acontece sempre de segunda à sexta. Podia dizer que nada comi, mas iria faltar com a verdade. Comi uma banana, um tanto quanto verde, pela manhã. E foi só.

Só fui me alimentar novamente no almoço, depois do meio-dia. Feito isso, constatei a verdade óbvia: comer três pães às 19 horas não é o suficiente para ficar sem fome até o meio-dia do dia seguinte. Minha fome começou a aumentar perto das 9 horas. Foi num crescente. Quando chegou a hora do almoço, tudo o que eu queria era comer.

O experimento foi realizado meio sem querer e constatou o óbvio. O almoço desse dia de fome estava delicioso. Tinha bolinho de arroz. Não precisava de mais nada. Me fartei, matei o que estava me matando. Melhor almoço da semana. E ainda sobrou bolinho de arroz pra comer à noite. Não poderia haver melhor cenário.

Eis que chego em casa, tarde da noite, depois do trabalho e depois de correr, e descubro que os bolinhos de arroz não estavam mais onde deveriam estar. O pessoal de casa comeu tudo. Desanimei profundamente. Pra quem esperava comer bolinho de arroz, acabar com iogurte e manga foi um pouco decepcionante.

Seria terrivelmente ruim o fim de noite. Seria, se não houvesse o pão caseiro materno. Me serve muito. Comi tanto quanto pude. O cheio do pão saindo do forno é irresistível. Coisa bem boa. Fiquei sem os bolinhos de arroz, mas comi quase todo o pão. Perde-se de um lado e ganha-se de outro. Ainda assim, lamento profundamente não ter degustado nenhum bolinho de arroz na janta.

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