Já devo ter falado sobre a chuva e o guarda-chuva e tudo que os envolve. É bem provável. Tenho escrito tanto que tenho poucas lembranças de tudo que já publiquei. Sendo inédito ou não, pendendo pro não, vou tecer comentários a respeito da chuva e suas úmidas consequências. A certeza não era bem certa, mas tinha o palpite que ia chover, pelo simples fato de ter deixado as janelas do quarto abertas. Isso era um claro sinal de que, em algum momento, haveria chuva e molharia meu chão e meu colchão.
Dito e feito. Nem tinha dado 16 horas e o céu tava caindo. Fim do mundo se aproximando com velocidade impressionante. Melhor cenário pra sair na rua não há. Fui vivenciar a chuva. Com guarda-chuva, logicamente, mesmo sabendo da sua total inutilidade. Caminhando e me molhando, percebi que o guarda-chuva só foi bom porque não molhei minha cabeça. O resto não escapou. Tinha vento e a chuva vinha do jeito que molhava mais. Tênis totalmente molhado e boa parte da calça também.
Depois de fazer o trabalho sujo (e molhado), a chuva parou. Genial. Depois de me molhar quase por inteiro, a água, o fim do mundo, cessou. Que que eu vou fazer? Xingar a chuva, sim, também, mas a reclamação é inútil. Pior é chegar em casa e perceber que o tênis molhado começa a exalar aquele cheiro desagradável, típico dos calçados molhados. Muito ar fresco pra amenizar a situação. Em alguns dias tudo volta ao normal. Neste período, um par de tênis está inutilizado.
Mesmo com calça, meia e tênis umedecidos em nível avançado, tive uma boa notícia. A cama estava seca, nem sinal de que havia chovido durante a tarde. Na teoria que elaborei na minha cabeça, a chuva estava em outra direção, poupando as minhas janelas. Não que seja outra boa notícia, mas a chuva intensa da tarde foi o assunto do dia nas conversas de elevador. "Que chuva, hein?" "Então, chuvarada." Foi por aí. Dos males, o menor. E menos molhado.
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