terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Despertando

Outro dia mencionei que estava sem o iPhone. Ainda estou. Quarta-feira vai completar uma semana sem o aparelho. Nesse tempo, percebi uma coisa que realmente me faz falta. Não falei disso no post anterior, mas esse problema persiste desde sexta-feira. Tal problema tem nome: despertador. Desde que tenho o iPhone, só uso o despertador dele.

Funciona muito bem. Nunca deixei de acordar. Sem iPhone, sem despertador. Tá bem complicado de acordar todo dia de manhã. Resgatei meu relógio antigo do fundo da gaveta e programei o despertador dele. Não é a mesma coisa, está longe de ser. Menos mal que, até agora, foi útil. Ainda não me atrasei por acordar tarde. Espero que não aconteça.

Já estava tão acostumado com o despertador do iPhone. Tive que ficar sem ele pra me dar conta da importância. É totalmente diferente. Muito estranho não acordar com a música alta tocando. Acho que até o fim da semana consigo o telefone de volta e tudo volta ao normal, incluindo, principalmente, o despertador.

Não cheguei naquela idade em que a pessoa acorda sempre no mesmo horário. Preciso do despertador. Sem um barulho pra me acordar, durmo até não ter mais sono. E isso acontece lá perto das 10 ou 11 horas. Acordar às 7 da manhã por livre e espontânea vontade é muito raro. Por enquanto, usar o despertador do relógio está dando certo. Espero que continue assim, pelo menos até o iPhone voltar da manutenção.

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