O melhor momento de uma partida de futebol é a disputa de pênaltis, que são sempre bem-vindos, desde que, é claro, o seu time não esteja envolvido. No GRE-nal de ontem não foi bem o que aconteceu. Ver os pênaltis do seu time é muito angustiante. O alívo só vem no momento de uma possível vitória. Nem sempre é possível. Ontem, foi assim. Pior do que perder nos pênaltis, é perder pro seu rival nos pênaltis, e ainda sendo uma final que decide o turno. Pra ser pior do que tudo isso, só se fosse a final de fato.
O momento que antecede o início das cobranças é de tensão e esperança. No caso específico do GRE-nal, Borges conseguiu chutar pra bem longe a esperança gremista. Depois que o jogador do teu time erra o primeiro pênalti não dá pra acreditar que a vitória virá. Resta torcer pro adversário errar. Ele não erra. Um gol de desvantagem é ruim. Pode ficar pior, sempre pode ficar pior. Fernando chutou e Renan defendeu. Sentimento de que acabou. O segundo pênalti convertido pelo adversário confirma que a derrota está próxima. Só um milagre pra salvar.
Perder faz parte. Tem dias que aparece um Borges e acaba com qualquer chance. O que me incomoda é o cara do teu lado falar que esse vai errar, não boto fé nesse outro, aquele é canhoto, vai errar. Porra! Não acredito em energia negativa e nem nessas outras coisas, mas irrita bastante. Aí o jogador vai e erra. Pra que, né? O indivíduo fica dizendo que avisou antes. Até sou adepto, às vezes, do esperar pelo pior, torcendo pelo melhor, mas tem limite. Esses comentários não ajudam muito a aliviar a tensão dos pênaltis. Resumindo e acabando, pênalti no dos outros é refresco.
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