Poisintão. Que jeito nada original de se começar um texto. Hoje não vou fazer um testículão, apenas escrevei o mínimo necessário para não cansar quem lê, além de tentar deixar a pessoa com vontade de voltar. É difícil, mas vamos tentando. Sem pleonasmos forçados dessa vez. Ontem, caso vocês não saibam, e tenho certeza que não sabem mesmo, teve reunião do condomínio. Uma das questões levantadas foi a respeito da bendita (ou seria maldita?) piscina que fica sob nossas cabeças. Houve até uma votação com o objetivo de definir quantos malditos convidados cada morador poderia trazer para se deleitar em nossa piscina. Após a votação foi definido, infelizmente, que cada morador pode trazer duas pessoas de fora para a utilização da swimming pool. Decisão infeliz, com a qual não concordo.
Parte-se do princípio, ou deveria partir-se, que quando a pessoa comprou um apartamento no prédio ela não pensou no quanto as outras pessoas poderiam usufruir da piscina, sendo que talvez a piscina fosse o menos importante na hora da compra. Se fizermos uma conta rápida, supondo que cada família tenha 3 pessoas, para ficar num número baixo, e que cada um desses tragam mais duas pessoas para a piscina, se três famílias forem ao mesmo tempo na piscina, teremos 15 pessoas lá, quando o certo, ao menos pra mim, deveriam ser apenas 9. Mas é aquela coisa da democracia. Só uma pessoa foi contra levar qualquer pessoa de fora que fosse. Venceu a maioria e agora eles que aguentem as micoses e mais um monte de doença que podem pegar.
Se só com os moradores do prédio já era difícil ter um controle sobre as bactérias de cada um, imagina com o pessoal de fora. Eu nem uso muito a piscina e acho que vou repensar se usarei mais alguma vez. Se bem que se for me preocupar com essas coisas, não vou me preocupar com mais nada, pois essas coisas virulentas e bacterianas são o que mais existem, inclusive no teclado em que estou digitando este texto. Fato é que agora a piscina tem tudo para virar um piscinão. De Ramos, de pessoas ou de bactéria e doenças. Enquanto isso, continuaremos a postar, seja algo útil (díficil... você sabe) ou não (mais provável...), abordando qualquer coisa que passe por nossas cabeças, desde um pensamento até um cocô de passarinho. No último caso, se passar pela cabeça é até bom, pior é quando atinge o alvo.
Caso tenham notado, hoje me prendi a um único assunto e ainda apliquei meus conhecimentos poliglotilísticos no uso da palavra piscina em inglês. Embora tenha conseguido êxito na minha tarefa de escrever apenas sobre um tema, não consegui fazer um texto menor. Quatro parágrafos até não é muito, mas o tamanho que cada um teve fez o post todo ficar um tanto quanto extenso. Para não me prolongar mais ainda, fico por aqui, porque já tá começando o jogo do Vasco, onde o Romário é o técnico e o jogador. Por incrível que pareça, ele não se escalou. Vai ser interessante de assistir. E pra quem não leu ainda, passa lá no Blogol para ler o texto sobre o Romário. Não é mais o primeiro post do blog, mas é só descer a barra de rolagem que você o encontra.
Parte-se do princípio, ou deveria partir-se, que quando a pessoa comprou um apartamento no prédio ela não pensou no quanto as outras pessoas poderiam usufruir da piscina, sendo que talvez a piscina fosse o menos importante na hora da compra. Se fizermos uma conta rápida, supondo que cada família tenha 3 pessoas, para ficar num número baixo, e que cada um desses tragam mais duas pessoas para a piscina, se três famílias forem ao mesmo tempo na piscina, teremos 15 pessoas lá, quando o certo, ao menos pra mim, deveriam ser apenas 9. Mas é aquela coisa da democracia. Só uma pessoa foi contra levar qualquer pessoa de fora que fosse. Venceu a maioria e agora eles que aguentem as micoses e mais um monte de doença que podem pegar.
Se só com os moradores do prédio já era difícil ter um controle sobre as bactérias de cada um, imagina com o pessoal de fora. Eu nem uso muito a piscina e acho que vou repensar se usarei mais alguma vez. Se bem que se for me preocupar com essas coisas, não vou me preocupar com mais nada, pois essas coisas virulentas e bacterianas são o que mais existem, inclusive no teclado em que estou digitando este texto. Fato é que agora a piscina tem tudo para virar um piscinão. De Ramos, de pessoas ou de bactéria e doenças. Enquanto isso, continuaremos a postar, seja algo útil (díficil... você sabe) ou não (mais provável...), abordando qualquer coisa que passe por nossas cabeças, desde um pensamento até um cocô de passarinho. No último caso, se passar pela cabeça é até bom, pior é quando atinge o alvo.
Caso tenham notado, hoje me prendi a um único assunto e ainda apliquei meus conhecimentos poliglotilísticos no uso da palavra piscina em inglês. Embora tenha conseguido êxito na minha tarefa de escrever apenas sobre um tema, não consegui fazer um texto menor. Quatro parágrafos até não é muito, mas o tamanho que cada um teve fez o post todo ficar um tanto quanto extenso. Para não me prolongar mais ainda, fico por aqui, porque já tá começando o jogo do Vasco, onde o Romário é o técnico e o jogador. Por incrível que pareça, ele não se escalou. Vai ser interessante de assistir. E pra quem não leu ainda, passa lá no Blogol para ler o texto sobre o Romário. Não é mais o primeiro post do blog, mas é só descer a barra de rolagem que você o encontra.
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