quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Murphy e sua lei

Pois bem, mais um dia com um calor infernal nesta cidade, neste caso, Florianópolis é a referida cidade. Não tem nada a ver com o que eu quero escrever hoje, mas vou conseguir fazer um link do calor com o assunto. Devido a este calor putaqueparilmente quente de hoje, fui tomar banho. Isso foi a cerca de 20 minutos atrás ou um pouco mais, mas não é tanto que chegue perto de uma hora. Se formos pensar, uma hora equivale a 4,16666666% de um dia, ou seja, é quase nada. Imagine então menos de uma hora. É um tempo praticamente insignificante, ou perto disso.

Mas o que eu queria dizer era o seguinte: estava no banho e a televisão estava na ESPN Brasil, no jogo do Milan contra a Sampdoria. Bastou eu entrar no box para o Milan desandar a fazer gol. Só que isso não foi o suficiente. Para tripudiar ainda mais da minha situação, já que eu não podia sair molhado para ver os gols, o segundo gol foi uma golaço, que o narrador fez questão de gritar com toda a força dos seus alvéolos pulmonares. Tive que me contentar em apenas ouvir os comentários do gol. Sempre acontece isso comigo.

Um exemplo parecido aconteceu ontem no mercado. Fiz as comprar normais que eram necessárias. Me dirigi ao caixa. Havia dois praticamente livres. Em ambos as pessoas pareciam que logo saíram. Fui no que eu pensei que seria mais rápido. Seria... Me posicionei esperando a mulher pagar a conta. Já tinha até colocado as compras naquela esteira. Só que por algum problema que eu desconheço, a mulher demorou, demorou e demorou muito. Com cartão não deu. Daí ela tentou o cheque e, nesse meio tempo, a pessoa que estava no caixa do lado já tinha saído, deixando o caixa totalmente vazio.

Decidi esperar mais um pouco, achei que seria rápida a resolução do problema. Não foi. Embora relutante por ter que colocar as compras novamente no carrinho, fiz isso e fui para o caixa do lado. Me senti meio ridículo, para não dizer inteiro, fazendo isso. Era o que tinha de ser feito. Para terem idéia, paguei e saí antes ainda da mulher que estava no outro caixa. Por essas e outras que eu continuo acreditando na Lei de Murphy. Quando algo pode dar errado, dará, da pior maneira, no pior momento e de modo que cause os maiores problemas possíveis e imagináveis. Podem ter certeza.

Nenhum comentário:

Postar um comentário