quinta-feira, 23 de março de 2006

O fim é o final

Oi pra todos vocês que passam por aqui. Hoje vou falar sobre pessoas chatas no ônibus, já que ontem voltando do curso do SENAC, havia uma pessoa assim próxima de mim. Pra começar já eram onze horas da noite e eu estava com sono e cansado. Logo entrando no ônibus, depois de passar a catraca, não pude ir muito longe. Estava lotado e naquele momento ir para a parte de trás do ônibus era algo um tanto quanto impossível. O ônibus nem havia partido e a pessoa começou a mexer no seu celular. Do aparelho saíam sons que não faziam sentido para ninguém no ônibus. Só ela e seus colegas entendiam. Eu presumo que eles entendiam, mas não sei se realmente dava pra entender. A cada final do barulho eu, particularmente, ficava aliviado. Ao contrário das pessoas em voltas do celular. Todas elas riam de algo que não parecia ter graça alguma. Foi assim até onde eu desci, depois eu não sei. Eu gostaria muito que quando essas pessoas descessem do ônibus, elas quebrassem as duas pernas e, se possível, tivessem traumatismo craniano.

Logo após esse fato, escrevo outro muito interessante. Estava eu digitando o texto acima, quando o aspirador com mau contato foi ligado na tomada. Como já estava com defeito, ele fez justo o disjuntor do meu quarto se desligar sozinho. Daí o computador desligou e eu achei que tinha perdido o texto todo. Sorte que o Word recuperou meu texto e aqui estou eu acabando essas malfadadas linhas.

Hoje vou almoçar lasanha. Muito bom. Espero que vocês tenham comido alguma coisa tão boa quanto à lasanha daqui de casa. Para quem vai comer arroz sem sal e ovo feito no microondas, apenas digo para nunca desistir. Um dia você acerta e faz uma suculenta comida, que todos vão apreciar. Chegamos ao fim e o fim é o final. The End.

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