Marcos Pontes, o primeiro astronauta brasileiro!
Começando a semana que vai entrar pra história do Brasil com Marcos Pontes, o primeiro brasileiro a ir pro espaço. Finalmente, após vários anos, depois de até cachorro e macaco terem ido ao espaço, chegou a vez do Brasil. Nosso governo investiu cerca de um bilhão de reais pra mandar nosso glorioso Marcos para o espaço. Ele também vai levar produtos nacionais e de nova tecnologia para que seja feito testes, isso trará US$ 200 milhões ao País. Segundo a revista Isto é, o Brasil vai lucrar no espaço.
Curiosidade, cada roupa de astronauta, custa em torno de US$11 milhões de dólares. Oloko que roupinha mais cara eim?
"se ela dança, eu danço, se ela dança eu danço..."
A onda do novo funk que voltou e está tomando conta mais uma vez do Brasil.
Começando a semana que vai entrar pra história do Brasil com Marcos Pontes, o primeiro brasileiro a ir pro espaço. Finalmente, após vários anos, depois de até cachorro e macaco terem ido ao espaço, chegou a vez do Brasil. Nosso governo investiu cerca de um bilhão de reais pra mandar nosso glorioso Marcos para o espaço. Ele também vai levar produtos nacionais e de nova tecnologia para que seja feito testes, isso trará US$ 200 milhões ao País. Segundo a revista Isto é, o Brasil vai lucrar no espaço.
Curiosidade, cada roupa de astronauta, custa em torno de US$11 milhões de dólares. Oloko que roupinha mais cara eim?
"se ela dança, eu danço, se ela dança eu danço..."
A onda do novo funk que voltou e está tomando conta mais uma vez do Brasil.
FUNK
- Origem do estilo: A partir da 'soul music', com uma batida mais pronunciada e influências do R&B do rock e da psicodelia.
- Origem do estilo: A partir da 'soul music', com uma batida mais pronunciada e influências do R&B do rock e da psicodelia.
- Época de origem: fim dos anos 60, nos EUA.
- Instrumentos: guitarra, baixo (predominante) - percurssão.
- Época do auge: Anos 70, com 'revival' posterior no hip hop e funk-metal Ano 2000 e 2005 com o funk carioca no Brasil.
Origem do funk: Os músicos negros norte-americanos primeiramente chamavam de "funk" à música com um ritmo mais suave. Posteriormente passaram a denominar assim aquelas com um ritmo mais intenso, agitado, por causa da associação da palavra "funk" com as relações sexuais (a palavra "funk" também era relacionada ao odor do corpo durante as relações sexuais). Esta forma inicial de música estabeleceu o padrão para músicos posteriores: uma música com um ritmo mais lento, sexy, solto, orientado para frases musicais repetidas (“riffs”) e principalmente dançantes. Funky era um adjetivo típico da língua inglesa para descrever estas qualidades. Nas jam sessions, os músicos costumavam encorajar outros a "apimentar" mais as músicas, dizendo: "Now, put some stank ('stink'/funk) on it!" (algo como "coloque mais 'funk' nisso!"). Num jazz de Mezz Mezzrow dos anos 30, Funky Butt, a palavra já aparecia. Devido à conotação sexual original, a palavra "funk" era normalmente considerada indecente. Até o fim dos anos 50 e início dos 60, quando "funk" e "funky" eram cada vez mais usadas no contexto da soul music, as palavras ainda eram consideradas indelicadas e inapropriadas para uso em conversas educadas.
De James Brown à Tati quebra-barraco.
Infelizmente, entramos numa época, evoluída da ignorância cultural e musical. Havia uma época em que ouvíamos músicas como Balão Mágico, Palhaços e Cia quando criança.
Há algumas semanas atarás, eu estava andando pelo meu bairro quando passei em frente a uma casa que estava tendo uma festa de criança, festa de aniversário de 6, 7 anos de idade , tocando uma música que dizia: "paga um boquete, paga um boquete então..." e as crianças cantando junto. Lembro que, há uns 10 anos atarás, havia aquele cigarro de chocolate, a criançada comprava e ficava feliz da vida, fazendo de conta que tava fumando cigarro, porém de chocolate. Aquilo já foi proibido, talvez tenha o mesmo significado. No caso do cigarro, foi necessário que o famoso Cowboy da Marlboro morresse de câncer no pulmão para muita coisa mudar com relação ao tabagismo, como por exemplo a proibição da venda de cigarros à menores de 18 anos. O que deveria acontecer para que as crianças de hoje em dia seguissem um caminho mais adequado? Continuo achando que a culpa disso tudo ainda está na educação, não é preciso nem ir a nenhuma favela pra poder ver que até mesmo entre as crianças o descaramento está mais que óbvio.
Eu me pergunto: até quando?
Quem quizer dar uma lida na conversa que tive ontem com meu camarada Gess, www.fotolog.net/satisfy_me_baby ele falou um pouco sobre o assunto hoje no fotoblog dele!
abraços à todos!
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