Sou mais preciso que a margem de erro. No mesmo dia das eleições estou escrevendo no blog, sem margem de erro. As pesquisas até acertaram o resultado do segundo turno, mas isso era tão óbvio que até minha vó, que tem um braço apenas, acertaria. O fato dela ter só um braço não influencia em nada a capacidade de raciocínio e acerto dela. É só um dado irrelevante, talvez, acho difícil, interessante. Esse post teve influência de alguns tweets vistos ao longo do dia. Caso você tenha a impressão que viu algo parecido no twitter, não se assuste, você realmente viu no twitter. Aproveitei o que poderia ser útil para o blog.
Enfim, o Brasil elegeu a Dilma. Dentre os piores ela foi a escolhida. Dizem que o Lula conseguiria eleger até um poste. Talvez o poste fosse eleito em primeiro turno, já que ele não falaria besteiras como a Dilma falou. Já o Serra quer competir com o Rubinho pra ver quem perde mais. Votei no candidato que tem 5 letras no nome da urna, esse nome acaba com a letra A, o número é ímpar, a sigla do partido começa com P e o sexo é o oposto do outro candidato. Com tantas dicas assim fica fácil adivinhar, não fica?
Foi uma das piores campanhas. Nunca antes na história desse país tivemos algo tão ruim. Nessa eleição, especialmente, apareceu aquele tipo de pessoa que defende com unhas e dentes o seu candidato. Não entendo brigar seja por quem for, não vale a pena perder tempo defendendo ou atacando qualquer candidato. Nenhum deles merece. Ainda não aprendemos isso. A parte boa é que finalmente acabou. Todos podem voltar a ser amigos.
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