
Como já falei, voltei das férias. Nada melhor que, na volta à rotina, ir pra aula de ônibus. Verdade que hoje nem estava tão cheio, apesar dos calouros. Verdade também que consegui um bom lugar pra sentar porque eu já sabia onde o ônibus ia parar no terminal. Não ser mais calouro tem suas vantagens, até na hora de entrar no ônibus.
Essa foi a parte boa. Dentro do ônibus foi um inferno. Nunca torci tanto pra chegar tão rápido. No banco do lado, dois aprendizes de filósofos, só podia ser isso, começaram a discutir o que era e o que caracterizava um pensamento. Mas putaquepariu, seriam longuíssimos 20 minutos. Não dá pra descrever exatamente o que eles falavam, mas era chato demais, acreditem.
Pra piorar, no meio do caminho, um ônibus da mesma empresa quebrou, estragou, ficou parado no meio da rua. Que beleza! O ônibus no qual eu estava teve que parar e esperar os outros passageiros entrarem. Os 20 minutos se transformaram em 25, quase 30. Ainda tinha o pessoal que voltava às aulas e se encontrava no ônibus. Mais e mais conversas.
Talvez não tenha ficado muito claro, mas realmente não aprecio ficar ouvindo a conversa dos outros no ônibus. Não estou preocupado em saber se a pessoa passou com 9 em espanhol ou se rodou e não conseguiu pegar a matrícula. Talvez seja impossível falar mais baixo, até entendo, mas continuo não sendo fã das conversas alheias.
Pra concluir, nada tenho contra os filósofos, ou aprendizes (esses são piores), desde que não venham filosofar perto de mim. Haja paciência. Em breve, mais posts surgirão neste blog. Agora, de novo e mais uma vez, é pra valer. Eu acho.
Aê, espero que seja mesmo então! :D
ResponderExcluirmas ah, vc também pra se incomodar com os outros, relaxa mermão e entra na vibe! ahaiuhaiu
eu adoro ouvir conversa alheia, mas dentro do ônibus tbm fico irritada. Pior que conversa, de gente que nem sabe o que tá falando, é mp3 e afins sem fone de ouvido... isso sim, me faz olhar com cara de má.
ResponderExcluir=D