Comecei a escrever um rascunho dentro do carro mesmo, na BR-101. Foi um pouco complicado, a letra ficou mais feia do que o normal. Que falta me fez um notebook. Se alguém quiser me dar um, não recusarei.
O tempo durante toda a viagem foi agradável, seja com sol ou chovendo. A viagem também foi tranquila. Saímos do 0 da BR-101 para o 1. Afinal, todos sabem que Santa Catarina é o 0 da BR-101. As coisas mais importantes acontecem no RS e no PR, os dois 1 da 101. Em SC pra ter alguma coisa, só muito de vez em quando.
Falando em rodovia, nada melhor do que parar numa lanchonete/restaurante de beira de estrada para "tomar café" e comer dois salgadinhos acompanhados da inigualável Laranjinha Água da Serra. Não tem preço. Ou melhor, tem sim, não lembro quanto, mas deu perto de 5 reais.
Antes de chegar à Curitiba, almoçamos numa churrascaria. Comida muito boa e nada de interessante para tirar foto até então. Eis que na saída, vendo as revistas postadas sobre uma mesinha, fui ver do que se tratava. As revistas eram antigas, mas o que chamou a atenção foi um pequeno aviso que estava na mesa.
Não ficou bem certo, porque na hora que fui tirar a foto, parecia que todos estavam olhando para mim. Tirei poucas e nenhuma pegou a frase toda, que dizia: as revistas são para uso dos clientes. Por gentilesa não as levem. Obrigado!!! Indo para Curitiba, minha maior preocupação era onde assistiria o jogo do Grêmio. Infelizmente, não consegui ver, só soube do resultado depois. Menos mal que ganhamos.
Após o almoço, finalmente chegamos em Curitiba. Hotel no centro da cidade, perto da rodoviária, fácil de achar. Passei na frente do estádio do Paraná Clube, só para vocês saberem. Durante a tarde, antes do casamento do meu primo, eu e mais um primo andamos bastante pela cidade, motivo pelo qual meu pé está doendo ainda hoje. Fomos até o estádio do Curitiba também. Esse foi o jeito encontrado de não ficar pensando no jogo que estava acontecendo.
O casamento foi aquela coisa de sempre. Quarenta minutos de cerimônia e festa depois. Na festa, não poderiam faltar as músicas clássicas: YMCA, Macho Man e I Will Survive. Ah sim, a comida tava boa pacaramba.
Voltei do casamento, dormi e, por causa do meu tio, acordei cedo demais. Além dele ter ligado a tv às 7:30 da madrugada e o volume estar alto demais, ele não parava de trocar de canais. Isso não seria problema, se cada troca não resultasse num barulho chato, que me impossibilitava de dormir.
O que compensou acordar tão cedo foi o café da manhã. Bom demais, tinha o que sempre tem e mais um pouco, tipo cachorro-quente, macarrão, bolos, salada de frutas e sucos. Feito o desjejum, era hora de conhecer a cidade, mais especificamente os estádios do Atlético-PR e do Paraná de perto.
Um mapa na mão, um carro com gasolina e uma dose de boa vontade bastaram para achar, mesmo demorando um pouco, o estádio do Atlético. Pena que era dia de jogo e a entrada de visitantes não é permitida em dias de jogo. Que sorte a minha. Só consegui tirar fotos do lado de fora.
Depois, para achar a avenida que dava na frente do estádio do Paraná foi um trabalho imenso. Depois de algumas andanças, chegamos no destino desejado. O estádio estava fechado. Fotos, novamente, apenas do lado de fora. Estádios visitados, era hora de voltar ao hotel. Mais um tempo andando pela cidade até achar a rua certa. Andar numa cidade desconhecida é meio complicado, mas não deixa de ser divertido.
Antes de pegarmos a estrada pra voltar, toda a família almoçou numa churrascaria, onde o dono tinha bom gosto: era gremista. Almoço comido, despedidas concluídas, sinal de estrada à vista. O caminho de volta, tanto quanto o de ida, é bem rápido. Pouco mais de 3 horas. Cheguei domingo e a viagem nem foi tão cansativa, mas a preguiça de postar só me fez escrever hoje. O post parece grande, mas só parece. As fotos é que aumentaram ele significativamente.
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