quinta-feira, 27 de março de 2008

Interfone versus banho: a batalha que não tem fim

Terça-feira estava sozinho em casa. Era mais um dia típico. Era. Na hora do banho tudo mudou. O interfone maldito tocou bem no meio do banho. Meio é meio de metade mesmo. Naquele momento que você está longe de terminar e faz tempo que começou. Obviamente não me dei ao trabalho de parar tudo para ir atender essa invenção tecnológica que faz questão de tocar nas horas mais impróprias, ou seja, só quando se está sozinho.


Bom, até aí tudo bem. Em geral, essas coisas acontecem comigo. O problema é que hoje, novamente essa porcaria tocou na hora do banho e, logicamente, eu estava sozinho em casa (senão não teria tocado). Putaqueopariu, duas vezes em três dias é demais. Interfone ou telefone nunca tocam no final ou no começo do banho.

Se tocar, é na metade, quando você não tem condições de atender ou, pior, se for atender, vai molhar a casa toda, afinal não dá tempo pra se secar por inteiro e ainda atender o aparelho antes que o inconveniente que está ligando desligue. Essa é a pior situação.

Por isso sinto que minha decisão de não atender nenhuma das duas ligações foi certa. Fica a curiosidade de saber quem era, mas não valia a pena sair no meio do banho. Que as pessoas aprendam a interfonar em hora oportuna, assim poderei atendê-las com o maior prazer (ou não, na maioria das vezes).

Nenhum comentário:

Postar um comentário