Quem pensava que, por algum motivo ou sem motivo algum, não haveria post hoje, enganou-se redondamente. Não sei se alguém se engana quadradamente ou de outra forma geométrica qualquer, mas o fato é que devido a problemas o post saiu mais tarde.
Um dos problemas foi que mal cheguei em casa e fui ver televisão deitado. Pronto, estava desenhada minha tarde, ou pelo menos, parte dela. Dormi, como era de se esperar (não sei porque deitei, deixa pra lá também) e acordei as quatro horas da tarde. Quando acordei vi que ainda eram quatro horas. Foi minha sorte isso, pois tive tempo de fazer os dois capítulos de inglês e de ler algumas notícias nos sites.
Feito isso, vim postar aqui e fiz essa introdução com parte do meu dia, o que realmente (não) é importante para todos que lêem este blog. Afinal, encher lingüiça é fundamental para o bom preenchimento dos espaços. Diferentemente da justiça, eu tardo mas não falho.
Hoje vim preparado para falar da devastação do furacão Dean. Esperava falar das milhares de mortes, dos enormes prejuízos e quando vejo as notícias hoje, tenho uma surpresa. O dito furacão, que estava perto México, no início estava classificado na categoria 4, possivelmente indo para a 5, a categoria mais forte dos furacões. Dean até chegou na península de Yucatán com categoria 5, mas logo após disso, passou para categoria 3 e ao longo do dia perdeu forças e foi para a categoria 2. Agora se encontra classificado na categoria 1, a mais fraca, e não deve atingir os Estados Unidos. Conclusão: cuidados ainda são necessários, porque um furacão é sempre um furacão, mas Dean não é tão ameaçador quanto aparentava. Sem tragédia, meu assunto do dia perde forças, tal qual o furacão perdeu. O lado positivo é que morreu bem menos gente do que morreria, caso o furacão continuasse com força.
Aproveitando este assunto, venho falar que hoje foi um dia mais frio que ontem, aqui em Santa Catarina. Vi na previsão do tempo do Jornal da Band que um ciclone estava próximo do Rio Grande do Sul e a sua simples aproximação fez com que as temperaturas caíssem hoje de manhã. Nunca entendi direito essas coisas de vento e corrente marítima, que vi por tanto tempo nas aulas de geografia, mas sempre achei interessante. Afinal, qualquer aumento na temperatura ou qualquer ciclone, por menor que seja, pode alterar o andamento das coisas no nosso planeta. Animais podem ser extintos, inclusive nós, e paisagens podem ser mudadas de forma muito rápida. Estamos a caminho da extinção, mas espero que não seja na minha estadia na Terra.
Para não perder o costume de falar sobre o único time de futebol do mundo que vale a pena torcer, o imortal Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, venho dizer que não tenho nada a acrescentar. Só queria mesmo escrever mais um parágrafo, para não acabar o dia de forma tão ruim. Para isso nada melhor do que simplesmente mencionar o nome do Grêmio.
Um dos problemas foi que mal cheguei em casa e fui ver televisão deitado. Pronto, estava desenhada minha tarde, ou pelo menos, parte dela. Dormi, como era de se esperar (não sei porque deitei, deixa pra lá também) e acordei as quatro horas da tarde. Quando acordei vi que ainda eram quatro horas. Foi minha sorte isso, pois tive tempo de fazer os dois capítulos de inglês e de ler algumas notícias nos sites.
Feito isso, vim postar aqui e fiz essa introdução com parte do meu dia, o que realmente (não) é importante para todos que lêem este blog. Afinal, encher lingüiça é fundamental para o bom preenchimento dos espaços. Diferentemente da justiça, eu tardo mas não falho.
Hoje vim preparado para falar da devastação do furacão Dean. Esperava falar das milhares de mortes, dos enormes prejuízos e quando vejo as notícias hoje, tenho uma surpresa. O dito furacão, que estava perto México, no início estava classificado na categoria 4, possivelmente indo para a 5, a categoria mais forte dos furacões. Dean até chegou na península de Yucatán com categoria 5, mas logo após disso, passou para categoria 3 e ao longo do dia perdeu forças e foi para a categoria 2. Agora se encontra classificado na categoria 1, a mais fraca, e não deve atingir os Estados Unidos. Conclusão: cuidados ainda são necessários, porque um furacão é sempre um furacão, mas Dean não é tão ameaçador quanto aparentava. Sem tragédia, meu assunto do dia perde forças, tal qual o furacão perdeu. O lado positivo é que morreu bem menos gente do que morreria, caso o furacão continuasse com força.
Aproveitando este assunto, venho falar que hoje foi um dia mais frio que ontem, aqui em Santa Catarina. Vi na previsão do tempo do Jornal da Band que um ciclone estava próximo do Rio Grande do Sul e a sua simples aproximação fez com que as temperaturas caíssem hoje de manhã. Nunca entendi direito essas coisas de vento e corrente marítima, que vi por tanto tempo nas aulas de geografia, mas sempre achei interessante. Afinal, qualquer aumento na temperatura ou qualquer ciclone, por menor que seja, pode alterar o andamento das coisas no nosso planeta. Animais podem ser extintos, inclusive nós, e paisagens podem ser mudadas de forma muito rápida. Estamos a caminho da extinção, mas espero que não seja na minha estadia na Terra.
Para não perder o costume de falar sobre o único time de futebol do mundo que vale a pena torcer, o imortal Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, venho dizer que não tenho nada a acrescentar. Só queria mesmo escrever mais um parágrafo, para não acabar o dia de forma tão ruim. Para isso nada melhor do que simplesmente mencionar o nome do Grêmio.
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