Depois desse domingo de eleição, começamos a nos deparar com vários políticos candidatos, com algum tipo de denúncia contra si, elegendo-se. Paulo Maluf, José Genoíno, Antonio Palocci, Valdemar Lemos e João Paulo Cunha são alguns exemplos que me lembro. Por coincidência, todos do estado de São Paulo. O melhor, porém, são os candidatos que talvez não saibam nem quantas letras tem a palavra política, como o Frank Aguiar e, principalmente, ele (ou ela): Clodovil.
Pode se considerar impressionante o fato conseguido, embora não se possa deixar de registrar o quão trágico isso é. O Clodovil já deu entrevistas e perguntado sobre quais seriam seus projetos, apenas respondeu que não sabe, que não tem projetos. Ê Brasil! A grande prioridade dele (a) é conhecer os móveis da sua nova sala. Aposto que é desse jeito que o nosso país vai conseguir finalmente se desenvolver. Talvez se pensarmos que foi um voto de protesto, podemos até nos consolarmos, mas mais de 300 mil votos é muito protesto e pouca inteligência.
No Brasil, dá de tudo, até Clodovil. Ou então: o Clodovil dá (de) tudo no Brasil, até nas eleições. Assim vamos nos encaminhando a passos largos para a puta que pariu, isso se já não estivermos mais pertos do que pensamos. Para encerrar, deixo aqui uma das frases usada na campanha: "sabe por que [o final do meu número] é 11? Porque 24 já era, agora é um atrás do outro". Grande deputado os paulistanos elegeram... Isso não quer dizer que nos outros estados foram eleitos apenas deputados íntegros ou coisa parecida, mas o caso do Clodovil, além de emblemático, é um ótimo exemplo de como funcionaram as eleições esse ano. Allez Les Brasil!
Pode se considerar impressionante o fato conseguido, embora não se possa deixar de registrar o quão trágico isso é. O Clodovil já deu entrevistas e perguntado sobre quais seriam seus projetos, apenas respondeu que não sabe, que não tem projetos. Ê Brasil! A grande prioridade dele (a) é conhecer os móveis da sua nova sala. Aposto que é desse jeito que o nosso país vai conseguir finalmente se desenvolver. Talvez se pensarmos que foi um voto de protesto, podemos até nos consolarmos, mas mais de 300 mil votos é muito protesto e pouca inteligência.
No Brasil, dá de tudo, até Clodovil. Ou então: o Clodovil dá (de) tudo no Brasil, até nas eleições. Assim vamos nos encaminhando a passos largos para a puta que pariu, isso se já não estivermos mais pertos do que pensamos. Para encerrar, deixo aqui uma das frases usada na campanha: "sabe por que [o final do meu número] é 11? Porque 24 já era, agora é um atrás do outro". Grande deputado os paulistanos elegeram... Isso não quer dizer que nos outros estados foram eleitos apenas deputados íntegros ou coisa parecida, mas o caso do Clodovil, além de emblemático, é um ótimo exemplo de como funcionaram as eleições esse ano. Allez Les Brasil!
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